Saiba como utilizar a newsletter do LinkedIn de forma estratégica Saiba como utilizar a newsletter do LinkedIn de forma estratégica
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Marketing

Category: Marketing

Saiba como utilizar a newsletter do LinkedIn de forma estratégica

Newsletter do LinkedIn

A newsletter é um recurso que já estava disponível há algum tempo para criadores de conteúdo no LinkedIn, mas que só foi disponibilizado para páginas corporativas no início de 2022. Desde então, empresas e marcas podem criar uma newsletter vinculada a sua Company Page para que seus seguidores assinem o conteúdo e recebam notificações a cada nova publicação.

Por LETS Marketing

De forma simples, a newsletter funciona como um boletim informativo em que uma empresa ou profissional pode escrever sobre algum assunto do seu interesse, a fim de manter seus seguidores atualizados.

Começar uma newsletter no LinkedIn permitirá que você construa um relacionamento direto com seus seguidores desde o momento de sua criação.

Ao produzir este boletim, todos os seguidores da sua Company Page serão automaticamente convidados a se inscreverem para receber o seu conteúdo e, ao se tornarem assinantes, serão notificados no aplicativo e receberão o conteúdo integralmente também por e-mail. Além disso, todo conteúdo publicado poderá contar com interações e comentários em tempo real.

As newsletters mais bem-sucedidas costumam tratar de temas ou setores específicos regularmente, além de trazerem uma linguagem simples e textos mais curtos e diretos que informam o leitor de forma ágil e eficiente.

Com a “10 Things Before Opening Bell”, uma das primeiras newsletters do LinkedIn, a publicação americana Business Insider possui um dos maiores públicos na rede social com mais de 2 milhões de assinantes. Com publicações diárias, a newsletter aborda temas financeiros, com cobertura especial em informações para profissionais de trading e investimentos.

Como funciona?

Ao criar a sua newsletter, você deverá definir uma imagem ou logo de avatar, indicar um título, descrição e qual será a frequência de publicação, que poderá ser diária, semanal, quinzenal ou mensal. O último ponto merece atenção especial – a consistência nas publicações será o fator determinante para manter o público interessado.

Dentro de sua Company Page, a newsletter a terá a sua própria página, em que os usuários da rede poderão ver edições passadas, assinar ou compartilhar os conteúdos publicados.

O LinkedIn oferece, ainda, estatísticas de leitura e dados demográficos como Cargo, Localidade e Empresa dos leitores, possibilitando que o desempenho de cada conteúdo seja mensurado.

Por que implementar a newsletter do LinkedIn em sua estratégia de marketing?

Além de ser uma ótima ferramenta para fortalecer o relacionamento com stakeholders e se aproximar de clientes e pares já estabelecidos, a newsletter do LinkedIn possibilita que o escritório alcance pessoas fora da sua rede de contatos, uma vez que qualquer usuário da plataforma pode se tornar um assinante dos conteúdos publicados.

Escrever conteúdos que atendem a nichos ou setores específicos demonstra que a sua marca possui autoridade nos tópicos abordados, e fazer isso de forma consistente fortalece a sua presença no ambiente digital, além de manter a sua marca na memória do consumidor/público-alvo.

Para que ela NÃO serve?

Apesar de seguir uma lógica similar a das newsletters tradicionais, o recurso do LinkedIn não substitui a construção do bom e velho mailing. Ainda que seja possível visualizar a lista de assinantes e o conteúdo seja disparado automaticamente por e-mail para todos os inscritos no conteúdo, a plataforma não disponibiliza contatos de e-mail dessas pessoas. Por esse motivo, seu uso não é recomendado para comunicados para clientes, informações não públicas do escritório e conteúdos que não poderiam ser disponibilizados abertamente nas redes sociais.

 

Acesse mais conteúdos da LETS Marketing clicando aqui.

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Vídeo-marketing, o formato tendência que é estimulado pelo algoritmo

Como a área jurídica pode criar vídeos para estimular a curiosidade por temas técnicos e favorecer a engenharia de busca

A cada dez postagens do feed do Instagram, ao menos seis são imagens em movimento. Pode não ser uma concepção formal de roteiro audiovisual com uma história contada com início, meio e fim, mas existe um movimento.

Recentemente, a mesma rede também ampliou o tempo de 15 segundos para um minuto no recurso de stories, fazendo com que o diário de posts tenha uma lógica 24 horas, e o Reels seja um formato mais estratégico para, enfim, encadear uma narrativa visual nesta plataforma.

Tais mudanças acompanham o chamado modelo algorítmico, isto é, são definidas a partir de um comportamento do usuário e a captura de dados que a engenharia de busca de plataformas digitais faz para determinar uma seleção daquilo que o algoritmo “pensa” ser útil e bom para você. As escolhas, então, são decisões tomadas pela lógica sistêmica e tecnológica desse mecanismo de inteligência artificial e não algo orgânico proveniente do gosto determinado somente pelo usuário.

As redes sociais são assim desde a segunda década dos anos 2000 e o impulsionamento do algoritmo está atrelado ao crescimento das grandes empresas de tecnologia e dados do mundo, entre elas Google, Meta e Apple. De acordo com pesquisadores como a norte-americana Cathy O’Neil e o brasileiro Sérgio Amadeu, a inteligência artificial também tem suas subjetividades por ser alimentada pelos cliques e preferências dos usuários.

Em tempos de influência digital, portanto, o vídeo tinha que ser o formato mais arrojado, dinâmico e rápido para a captura da audiência.

Em outras redes que ainda possuem sistemas de buscas baseados em inteligência artificial e seleção humana, como o caso do LinkedIn, o vídeo também é o protagonista da vez.

Entendido como uma peça de comunicação especial, postagens com vídeos e legendas repercutem melhor do que o famoso post simples – foto e texto.

Na busca por engajamento, vídeos curtos são as apostas também de escritórios de advocacia, seja para mostrar os bastidores e as estruturas operacionais da firma, seja para mostrar vozes diferentes e depoimentos sobre uma causa. O vídeo, portanto, é a “figurinha premiada” de um bom calendário de publicações que estimulem performance e vantagem competitiva.

O tempo do algoritmo e o vídeo

Um vídeo assertivo para a engenharia de busca e para o público-alvo precisa ter quatro passos e não passar de 3 minutos:

  • Início da sessão: seu espectador estará conectado com você nos primeiros 15 segundos. Por isso, este tempo precisa ser o mais atrativo para prender a audiência até o final, podendo ser com uma imagem de tirar o fôlego ou com uma pergunta na animação;
  • Determine a duração da sessão de seu vídeo e pense em partes, fragmentos que podem ser acelerados ou pulados. É preciso desenvolver uma ideia contando o que, por que e como o tema abordado afeta seu espectador. Utilize termos chaves no vídeo;
  • Final da sessão e consistência de postagem: seu vídeo precisa ter uma moral final e a postagem deve ser objetiva com um conteúdo instigante para ter consistência;
  • O título do vídeo precisa trazer palavras-chaves.

Como a área jurídica pode criar vídeos para estimular a curiosidade por temas técnicos?

De acordo com a consultoria Brightcove (2019), este formato tem uma conversão 1200% maior do que qualquer outro. Para facilitar o reconhecimento do algoritmo, vídeos precisam trazer alguma:

  • Clareza – da ideia que se quer transmitir;
  • Descoberta – propor algo novo, exclusivo;
  • Listagem – oferecer rankings temáticos (ex: Os três casos mais comentados);
  • Otimização – distribuir o conteúdo, pensando em frames estratégicos (triângulo de ouro da otimização é criar conteúdo com título, descrição e tags);
  • Boa edição;
  • Boa thumbnails – 60% da intenção de cliques está no contato visual direto das Thumbnails, que são artes que aguçam a curiosidade.
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Chambers, Leaders League e The Legal 500 divulgam resultados de pesquisas no mês de outubro

Rankings jurídicos

Os diretórios internacionais Chambers and Partners, Leaders League e The Legal 500 – três dos principais rankings jurídicos do mundo, para os quais escritórios de advocacia enviam formulários anualmente, estão em processo final para divulgação de seus respectivos ciclos no mês de outubro. 

Leaders League lançará em 18/10/2022 o guia focado em Transactions & Deals, Finance, Restructuring & Tax. The Legal 500 fará sua divulgação oficial no 19/10/2022. Neste dia, a Instituição anunciará todos as categorias do guia Latin America, enquanto o Chambers and Partners terá webinar de lançamento do ciclo Transactional no dia 27/10/2022.

Nosso time de rankings segue focado no acompanhamento das divulgações, a fim de alertar os clientes sobre as nomeações.

Desejamos boa sorte aos escritórios participantes! 

 


Quer saber mais sobre os rankings jurídicos? Acesse nossos conteúdos:

CREDENCIAIS PARA ADVOGADOS

A RELAÇÃO DOS RANKINGS JURÍDICOS COM A ATRAÇÃO DE CLIENTES

RANKINGS JURÍDICOS – COMO POSICIONAR SEU ESCRITÓRIO DE ADVOCACIA?

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Advogados querem impulsionar posts nas redes sociais

Impulsionamentos em alta

Julho de 2021 foi um marco para a advocacia brasileira, quando foi aprovado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil o Provimento 205/2021, que atualizou as regras de publicidade no setor e elucidou uma série de conceitos de marketing que poderiam ser praticados dentro dos preceitos éticos da profissão. Entre eles, o uso de publicidade paga em redes sociais – os famosos ‘impulsionamentos’.

De lá para cá, embora essa prática de investir em posts pagos já fosse bastante esclarecida em alguns escritórios, iniciou-se uma fase experimental onde advogados começaram a se aventurar nas redes sociais e no Google Ads, com o objetivo de atingir novos públicos e extrapolar o universo de possíveis clientes com o qual estavam habituados.

Quanto mais escritórios impulsionam conteúdo nas redes sociais, mais o conteúdo orgânico se torna irrelevante do ponto de vista de alcance e conversões. Portanto, mais que uma opção, o impulsionamento precisará ser encarado, muito em breve, como uma premissa para os escritórios que querem ter relevância nas redes sociais.

Por Rafael Faria Gagliardi

Marketing Digital (Foto: Reprodução)

Para que serve o impulsionamento?

O impulsionamento nas redes sociais é uma estratégia de marketing digital que tem como principal objetivo potencializar uma publicação para alcançar pessoas de forma mais ampla. Isso quer dizer que um post impulsionado será exibido para um número maior de usuários que, de forma orgânica (não paga), não seria possível.

A maioria das plataformas como Facebook, Instagram e LinkedIn disponibilizam diversos recursos para que os administradores de páginas corporativas possam patrocinar uma publicação.

Para iniciar o impulsionamento, basicamente, é necessário definir uma estratégia de divulgação, segmentar o público-alvo da ação, a meta de gastos com a campanha e entender com clareza os resultados para avaliar a efetividade da iniciativa, para saber se o que você está promovendo, de fato, gerou algum retorno.

Fora do mercado jurídico, há bastante competitividade na publicidade paga dentro das redes e não é novidade que o gerenciamento profissional dessas ações se tornou essencial para conectar empresas com pessoas e gerar mais negócios. Já está claro que é necessário marcar presença nos ambientes virtuais, pois é onde os clientes em potencial estão.

Quando devo impulsionar nas redes sociais?

Basicamente, o advogado ou escritório de advocacia pode optar por essa estratégia quando pretende obter maior exposição – de sua marca, publicação, pessoas, credenciais ou serviços – ou gerar interesse por uma de suas especialidades profissionais, sem a oferta direta para não mercantilizar a comunicação.

O impulsionamento visa tornar suas postagens mais impactantes, aumentando o alcance, a leitura, a visita do site, a visualização de um vídeo, etc.

É, atualmente, a estratégia mais empregada para quem está querendo, por exemplo, se posicionar dentro de um segmento do Direito ou melhorar a reputação.

Qual é a melhor rede social para os advogados?

Antes de planejar estar em todas as redes sociais disponíveis no mercado ou buscar referências em outros escritórios de advocacia, é importante entender o tipo de conteúdo que é produzido e o perfil das pessoas que, potencialmente, podem consumi-lo. Há grandes diferenças de objetivos e públicos entre escritórios que miram em Departamentos Jurídicos ou pessoas físicas, por exemplo.

Um estudo feito pela LETS Marketing identificou que os grandes escritórios nacionais concentram seus esforços, principalmente, no LinkedIn, onde cerca de 44% da postagens são feitas nessa plataforma. E aqui, estamos falando de sociedades que atuam, majoritariamente, no Direito Empresarial.

Faz todo sentido, já que o LinkedIn é visto como uma plataforma B2B, mais voltada para a troca e compartilhamento de conteúdo profissional/técnico e que favorece a leitura de textos, direcionando os usuários para links externos, como os sites desses escritórios.

Há um consenso e dados sobre o perfil das pessoas que utilizam o Facebook estarem envelhecendo, então, podemos chegar à conclusão de que é um público mais sênior que interage com esse canal. Por outro lado, há uma migração de jovens usuários que passam grande parte do tempo no Feed e assistindo vídeos do Reels do Instagram.

Para a advocacia voltada à pessoa física, seja no Direito Público ou no Direito Privada, o Meta, incluindo o Facebook Ads e o Instagram, tem performado muito bem. Fora das redes sociais, outro exemplo nesse sentido é o Google Ads.

Essas são apenas algumas informações que precisam ser levadas em conta ao investir em uma das redes, já que opções não faltam.

Quanto devo investir?

Isso depende bastante do budget e do objetivo do escritório. Cada canal possui estatísticas de gastos e alcances diferente, mas fazer pequenas experiências para conhecer o retorno do investimento pode esclarecer a questão.

Não estamos tratando de uma ciência exata aqui, já que dois posts diferentes, impulsionados com o mesmo valor, terão resultados completamente diferentes. O tipo do conteúdo, a imagem, o texto, a data de postagem, a concorrência para o leilão de palavras-chave e temas, e o público-alvo escolhido podem influenciar muito nisso.

Além disso, o serviço que você promove versus o perfil dos potenciais clientes possuem expectativas diferentes em cima dos resultados, principalmente quando o escritório mira em conversão.

Se, por um lado, uma pessoa física que lê um conteúdo acaba identificando uma necessidade e entrando em contato com o advogado quase que imediatamente, um Departamento Jurídico possui um processo muito mais moroso para definir um parceiro.

Dito isso, temos que refletir sobre os indicadores de sucesso dessas ações: Se, no varejo, é fácil calcular que um post gerou um número determinado de impressões ou cliques e esses dados podem ser traçados até o momento efetivo da venda, na advocacia, as coisas se tornam mais complexas, já que estamos falando de um serviço de alto valor agregado e que, geralmente, não é de consumo imediato.

Sendo assim, os KPIs (Indicador chave de desempenho) precisam ser discutidos, já que há, também, um ganho não mensurável de exposição da marca.

O impulsionamento é bem prático para quem deseja compartilhamentos, comentários e reações de um grupo específico de usuários e, ao longo do tempo, fica mais fácil mensurar o valor necessário para alcançar a exposição desejada.

Fortalecer a presença digital do escritório

Um dos principais objetivos do impulsionamento é, sem dúvidas impactar mais pessoas. Esse recurso tem se tornado cada vez mais atraente para os escritórios de advocacia que sentem necessidade de fortalecer sua presença digital.

É uma tendência, impulsionada pela pandemia da Covid-19, que tem atraído advogados que percebem o aumento exponencial da competitividade nas redes sociais, não querendo ficar atrás de seus principais concorrentes.

O mundo está, sim, cada vez mais conectado e esse é um caminho se volta. Todos estão buscando meios de se destacar nas redes, que é onde os usuários passam a maior parte do tempo. Segundo levantamento recente da NordVPN, especialista em cibersegurança, os internautas passam mais de 41 anos navegando na Internet, o que equivale a 54% do tempo de vida médio da população.

Na LETS Marketing, a busca por esse tipo de serviço cresceu mais de 300% em 2022.

Por isso, o impulsionamento está disponível para ajudar quem deseja auferir credibilidade para a marca, construir relevância, engajar e se destacar da concorrência.

 

Rafael Faria Gagliardi é sócio e CEO da consultoria LETS Marketing

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7 Advogados que fizeram história no Brasil

Advogados que fizeram história

Quem ingressa na advocacia, assim como em qualquer outra carreira, busca, naturalmente, referências que marcaram a história da profissão. E o Direito Brasileiro, uma das profissões mais antigas do País, é recheado de referências e inspirações, incluindo juristas que exerceram um papel crucial na evolução do mercado jurídico.

Confira a seguir a relação de alguns advogados importantes para os caminhos percorridos até aqui:

 

Rui Barbosa

Ruy Barbosa de Oliveira, nascido em Salvador no dia 5 de novembro de 1849, foi destaque como jurista, advogado, político, diplomata, escritor, filólogo, jornalista, tradutor e orador. Atuou na defesa do federalismo e contra a escravidão, dedicando sua vida na promoção dos direitos individuais. Foi também um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras em 1897, assumindo o lugar de presidente após Machado de Assis.

Foto: Divulgação

Pontes de Miranda

Francisco Cavalcanti Pontes de Miranda, advogado, jurista, professor, diplomata e ensaísta, nasceu em Maceió, em 23 de abril de 1892. Estudou Direito na Faculdade do Recife e foi reconhecido, também, por seus estudos nos campos da Sociologia, da Filosofia e da Matemática, publicando mais de 300 obras no Brasil e no exterior. Desempenhou inúmeras missões diplomáticas e exerceu o cargo de Desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal até 1939, quando foi transferido para a carreira diplomática, na qualidade de embaixador na Colômbia.

Foto: Divulgação

Luís Gama

Luís Gonzaga Pinto da Gama nasceu em Salvador em 21 de junho de 1830. Foi feito escravo até os 10 anos de idade, quando, após conquistar sua liberdade, passou a atuar na advocacia e se tornou um dos maiores abolicionistas do Brasil. Além de advogado, foi integrante da Academia Paulista de Letras e era considerado um romancista. Em 2018 seu nome foi inscrito no Livro de Aço dos heróis nacionais.

Foto: Divulgação

Clóvis Beviláqua

Clóvis Beviláqua nasceu em Viçosa do Cear no dia 4 de outubro de 1859 e foi um dos responsáveis pela elaboração do Código Civil de 1916. Foi um grande colaborando da história, da filosofia e da literatura brasileira. Atuou como promotor público, membro da Assembleia Constituinte do Ceará, secretário de Estado, consultor jurídico do Ministério do Exterior e foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras e membro do Instituto Histórico e Geográfico.

Foto: Divulgação

Myrthes Gomes de Campos

Myrthes Gomes de Campos nasceu em Macaé, no ano de 1875 e foi a primeira mulher no Brasil a exercer esta profissão de advogada. Durante sua trajetória, superou diversas barreiras por parte da família e da sociedade, já que a profissão de advogado era, de acordo com o Direito Romano, destinada aos homens. Foi pioneira na luta dos direitos femininos e enfrentou obstáculos para entrar no quadro efetivo de sócios do Instituto da Ordem dos Advogados do Brasil. Também foi a primeira mulher a exercer a profissão de advogada em um tribunal, o que chamou bastante a atenção da imprensa na época. Em 1910, foi nomeada inspetora de ensino do Distrito Federal e em 1924, se tornou encarregada pela jurisprudência do Tribunal de Apelação do Distrito Federal.

Foto: Divulgação

Heráclito Fontoura Sobral Pinto

Heráclito Fontoura Sobral Pinto nasceu em Barbacena no dia 5 de novembro de 1893. Foi defensor dos direitos humanos, especialmente durante a ditadura do Estado Novo e a ditadura militar, instaurada após o golpe de 1964. Foi também um dos juristas mais famosos do País e no fim da carreira, recusou convite do presidente Juscelino Kubitschek para assumir um posto de ministro do Supremo Tribunal Federal. Em 1976, foi homenageado na Câmara da cidade de São Paulo pelo Instituto dos Advogados de São Paulo.

Foto: Divulgação

Márcio Thomaz Bastos

Márcio Thomaz Bastos nasceu em Cruzeiro no dia 30 de julho de 1935. Foi um dos principais advogados criminalistas brasileiros e ministro da Justiça do Brasil durante o primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva entre 2003 e 2007. Também foi presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil até 1989 e durante a carreira chegou a representar nomes famosos como Edir Macedo, o médico Roger Abdelmassih e Carlinhos Cachoeira, além de ter sido advogado de defesa das empreiteiras na Operação Castelo de Areia e na Operação Lava Jato.

Foto: Divulgação

 


Fontes:

Wikiédia (https://pt.wikipedia.org/wiki/Ruy_Barbosa). Acesso em 11/8/2022.

Academia Brasileira (https://www.academia.org.br/academicos/pontes-de-miranda/biografia). Acesso em 11/8/2022

Wikipédia (https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Gama). Acesso em 11/8/2022.

FGV (http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/dicionarios/verbete-biografico/heraclito-fontoura-sobral-pinto). Acesso em 11/8/2022.

Wikipédia (https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1rcio_Thomaz_Bastos). Acesso em 11/8/2022.

Wikipédia (https://pt.wikipedia.org/wiki/Myrthes_Gomes_de_Campos). Acesso em 11/8/2022.

Wikipédia (https://pt.wikipedia.org/wiki/Cl%C3%B3vis_Bevil%C3%A1qua). Acesso em 11/8/2022.

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Grandes escritórios de advocacia podem impulsionar a publicidade no setor

Uma nova era já é realidade

O mercado jurídico, desde os seus primórdios, é encarado com certo conservadorismo quando o assunto é publicidade. Salvo poucos aventureiros conhecidos no meio, advogados costumam ser discretos ao divulgar seus serviços e buscar novos clientes. Mas esse cenário vem mudando, como vemos em ações das grandes bancas nacionais e na relativamente recente atualização Provimento n. 205/2021 da Ordem dos Advogados do Brasil.

Por Rafael Gagliardi

 Antes, o que diz a regra

Em linhas gerais, a prática do Direito exige certa contenção da hora de expor serviços e pessoas para o público. É necessário fugir de qualquer forma de mercantilização e exposição antiética para evitar notificações dos Comissões de Fiscalização das Seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil.

O Conselho Federal da OAB publicou em seu Diário Eletrônico, no dia 21 de julho de 2021, o Provimento 205/2021, que rege as regras da publicidade na advocacia, anteriormente atualizadas no ano 2000. E essa é uma grande mudança para esse mercado, pois flexibilizações importantes passaram a ser incorporadas no texto atual, deixando as ações de marketing jurídico mais permissivas, principalmente com relação aos novos canais de comunicação como redes sociais, podcasts e mecanismos de busca como o Google.

Atuar em linha com essas regras, basicamente, faz com que o setor jurídico busque exposições mais informativas, baseadas em conteúdo técnico para levar conhecimento aos clientes e possíveis clientes.

Os anúncios, propriamente ditos, acabam se diferenciando muito dos demais setores econômicos que, sem restrições, podem trazer palavras sedutoras, expor claramente diferenças entre concorrentes e ofertar de forma direta o serviço ou produto. No mercado jurídico, não pode. Controla-se, inclusive, o aporte financeiro em campanhas, mesmo que de forma subjetiva.

Banner localizado no centro de Nova Iorque, Estados Unidos (foto: Reprodução)

Há bastante especulação entre profissionais de marketing jurídico sobre as consequências do fim de tais limitações, podendo gerar concorrenciais desleais e um encolhimento do mercado, já que grandes bancas possuem um capital muito maior para investir em marketing (como já o fazem). Mas, na verdade, esse seria um cenário completamente novo e provavelmente similar ao que ocorre em outros países onde uma consultoria empresarial e um escritório de advocacia se expõem praticamente da mesma forma e em massa. Se isso acontecer, sem dúvidas, quem investir mais atingirá mais pessoas.

Investimentos dos grandes players

Naturalmente, grandes empresas tendem a possuir maior poder de investimento e o mesmo ocorre no mercado jurídico. Grandes sociedades de advogados já disputam espaços publicitários com marcas conhecidas em veículos de comunicação massificados e no Google Adds. Um exemplo a ser citado é do escritório Mattos Filho, que tem divulgado sua campanha em celebração aos seus 30 anos de operações em diversas mídias, envolvendo jornais de grande circulação e canais digitais.

Anúncio do escritório Mattos Filho em canal digital de notícias em junho de 2022 (foto: Reprodução)

Não é de hoje que a iniciativas dos grandes escritórios inspiram as ações dos demais. Unindo esse fato com as flexibilizações da OAB, podemos estar vislumbrando uma tendência de exploração de novas mídias e formas de impactar pessoas.

Era muito comum, há dez anos, gastar R$ 400 mil nas grandes corporações para emplacar um anúncio em revista. Hoje, por meio dos canais digitais, podemos, potencialmente, atingir a mesma quantidade de receptores com R$ 4 mil – até com nenhum investimento publicitário, se o conteúdo for extremamente interessante. No LinkedIn, uma das principais redes utilizadas por advogados, investimentos pagos de R$ 400 conseguem atingir cerca de 1.500 usuários no perfil buscado pelo escritório. Uma reviravolta na forma como se fazia publicidade no passado por meio de mídias tradicionais.

Hoje, há também meios orgânicos (não pagos) de se comunicar com bastante gente. Voltado ao LinkedIn, a ferramenta, quando bem explorada, pode se tornar um canal tão poderoso, chegando a ser uma interface com centenas de milhares de usuários. Dentre os escritórios com o selo ‘Latin Lawyer Elite Firm’, o escritório Machado Meyer possui cerca de 165 mil seguidores, seguido pelo Mattos Filho (155 mil), Pinheiro Neto (145 mil) e Demarest (135 mil) – dados coletados em 28 de junho de 2022.

A pandemia da Covid-19 certamente impulsionou bastante a digitalização das comunicações no setor jurídico e já é comum ver advogados abrindo novos pontos de contato com o mercado por meio de podcasts, canais no YouTube, atendimento via WhatsApp, etc. Sem deixar de lado as promessas de revolução do metaverso. Mas as formas de vender ou de apenas aparecer podem ser muito variadas nesse novo horizonte trazido pelo Provimento 205/2021.

No segundo semestre de 2021, houve, inclusive, um grande debate acerca da ostentação na advocacia na tentativa de conter alguns excessos, com solicitações de alteração do parágrafo do Provimento que menciona a publicidade ostensiva inadequada, justificado gerar dúvidas de interpretação no mercado.

Em uma pesquisa promovida pela consultoria de marketing jurídico LETS Marketing (clique aqui para acessar), realizada em meados do ano passado, ficou evidente a motivação dos advogados em ampliar seus investimentos em ações de comunicação e desbravar novos meios de captar clientela. O estudo, realizado com 62 escritórios nacionais, apontou que 53% dos respondentes destinaram a maior parte de seus recursos e divulgação. Ações em redes sociais e podcasts estavam na mira, representando, para alguns, uma necessidade de se fortalecer e acelerar a transformação digital.

Importante observar a movimentação dos grandes players e demais advogados do setor. Os grandes, principalmente, pois, de certo modo, estão mais na mira dos agentes do mercado, já que atingem mais pessoas e se tornam uma vitrine.

Uma nova era já é realidade, com advogados fazendo marketing com menos timidez, seja para criar uma imagem protagonista, construir reputação, ou até mesmo por perfis mais extravagantes ou pela simples necessidade de acompanhar o mercado.

 

Veja também:

  • Tendências para o mercado jurídico em 2022
  • Metaverso no mercado jurídico
  • Quem são os clientes dos advogados?
  • Credenciais para advogados
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Valores dos Dados

Como pesquisas de mercado tornam escritórios de advocacia mais competitivos

Como diria Tim Berners-Lee, inventor da World Wide Web (WWW): “Os dados são uma coisa preciosa e durarão mais do que os próprios sistemas.” Neste artigo, serão abordados os ricos cenários de se conduzir uma pesquisa de mercado.

Por Catarine Ranéa

Antes de qualquer coisa, vamos partir pelo básico e entender o que é, na prática, uma pesquisa de mercado. A pesquisa de mercado pode ser compreendida pelo uso de qualquer técnica para reunir dados com o objetivo de entender melhor o público-alvo e como ele compreende o setor no qual o escritório atua. Esses dados podem ser utilizados para diversas finalidades e auxiliar uma tomada de decisões com base em fontes mais assertivas, como por exemplo a abertura de uma nova área. É possível compreender se os investimentos e esforços destinados ao oferecimento de novos serviços serão válidos valorando a opinião do seu cliente ou da persona do escritório e da área.

Benefícios para escritórios de advocacia

Recolher os dados pode, de certa forma, providenciar uma compreensão do que os clientes necessitam, mas apenas a pesquisa de mercado com a análise aprofundada destes dados pode prover uma visão completa do motivo desta necessidade, o que pode refinar ainda mais a área. Por exemplo, se o escritório analisa criar uma área de serviços especializados em Direito Trabalhista, é de suma importância entender, em uma análise mais básica, se há boa aceitação nos clientes atuais do escritório que possibilitariam um Upselling ou um Crosselling, ou seja, os próprios clientes atuais contratariam os novos serviços, seja para um caso já em andamento ou para uma demanda totalmente nova.

Agora, fazendo as perguntas certas e analisando minunciosamente as respostas, é possível mapear qual tipo de demanda teria mais procura e quando esta procura pode ocorrer. Estes mesmos dados podem ser coletados com uma visão mais macro e pode ajudar o escritório a entender outros perfis que estariam interessados em entrar para a lista de clientes atendidos.

Além de analisar a possibilidade de novos serviços, o escritório pode fazer uso desta poderosa ferramenta para entender como os seus clientes enxergam cada área. Por exemplo, a partir das perguntas certas é possível analisar de forma estratégica se a área ‘X’ é, de fato, vista como carro forte do escritório e, se não for, o que falta para que isso seja atingido. Esses dados podem identificar novas estratégias de comunicação, refinar serviços ou, até mesmo, a necessidade de remodelar a marca com o foco de estabelecer uma conexão mais completa com os clientes ou com o mercado.

Uma pesquisa de mercado pode auxiliar o escritório a se tornar mais eficiente aproximando-o das necessidades reais dos seus clientes e do mercado, além de torná-lo mais competitivo por meio da posse de insights poderosos para tomadas de decisões mais seguras.

Tipos de pesquisas

As pesquisas de mercado podem ser desenvolvidas de diversas formas. O método mais comum de coletar dados é por meio da circulação de formulários online com perguntas que podem trazer dados quantitativos e gerar soluções relevantes. Além de dados quantitativos, uma pesquisa de mercado pode ser conduzida de forma qualitativa, por meio de entrevistas ou até bate-papos com clientes que, além de criar mais aproximação, podem trazer uma visão mais assertiva que ultrapassa os limites das perguntas setadas e cria um ambiente de maior empatia com as necessidades do público do escritório.

Apesar de ser um caminho com maior investimento e risco, uma pesquisa Focus Group pode trazer uma amostragem detalhada e qualitativa sobre o impacto da marca do escritório no mercado. Os riscos desse método vão desde obter um viés de dominância (quando um participante distinto influencia o grupo) e o viés de estilo do moderador (quando diferentes personalidades do moderativo trazem resultados diferentes no próprio estudo).

O último método mais comum se dá por meio observações. Este caminho pode parecer mais complexo, mas pode ser desempenhado com base na análise do comportamento de determinados clientes com base no ciclo de relacionamento com o escritório e, analisando os dados corretos, é possível traçar smart metas factíveis.

É claro que é necessário entender as necessidades finais dos dados para definir o método ideal, além de definir as perguntas das quais queremos respostas e, por último, mas não menos importante, o que fazer com essas respostas. Este é o ponto principal para entender e aproximar um pouco mais o mercado jurídico do seu público-alvo antecipando soluções para questões que podem ser evitados.

 

Catarine Ranéa é graduanda em marketing e especialista em SEO. Possui experiência em comunicação institucional, comunicação interna e externa, gerenciamento de mídias sociais, pesquisa e análise de mercado e rankings jurídicos. Antes de ingressar na LETS Marketing, trabalhou no Stocche Forbes Advogados e no Souza, Mello e Torres, atuando em todas as frentes da comunicação jurídica com ênfase em desenvolvimento de negócios.

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D&I do mundo jurídico

Ações que impulsionam decisões

O mês do Orgulho LGBTQIA+ está acabando e, como saldo, foi possível identificar algumas movimentações do mercado jurídico em aproveitar a data para comunicar sobre iniciativas. Produzimos uma série de artigos especiais que segue considerando este cenário e apresenta dados disponíveis alarmantes sobre a Diversidade & Inclusão (D&I) no contexto da diversidade de gênero e orientação sexual, como pauta no mercado jurídico e como esta realidade pode impactar na sociedade e, consequentemente, na condução dos negócios.

O advogado, no geral, é a própria marca do seu serviço, isso inclusive reflete em ordenações estabelecidas pelo Estatuto da Advocacia e da OAB no qual a denominação da sociedade de advocacia deve ser “obrigatoriamente formada pelo nome do seu titular, completo ou parcial, com a expressão ‘Sociedade Individual de Advocacia’”. (Incluído pela Lei 13.247/2016). Desenvolver negócios neste cenário de tempos arcaicos, ou há pouco mais de 20 anos, de uma forma geral envolvia uma parceria de longo prazo e um networking rico para indicações.

Nada importava ao cliente qual a cultura organizacional e qual o impacto que o seu prestador de serviços causava na sociedade. A reputação do profissional, e consequentemente de sua firma, era sustentada pelo volume de vitórias conquistadas. Já a exposição da marca era perpetuada, basicamente, por meio de materiais de papelaria e participações de congressos, seminários e associações relevantes para as práticas de atuação, e com a limitação publicitária imposta pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, o que restava era os escritórios comprarem grandes quantidades de agendas e materiais gráficos para entregar brindes em eventos.

Tudo mudou com o advento da utilização das mídias digitais para exposição da marca. Há ainda um arsenal de proibições acerca da abordagem mercadológica dos escritórios em seus relacionamentos digitais, mas as evoluções tecnológicas possibilitaram às marcas uma ‘visibilidade sem fronteiras’ que não havia precedentes. Estabelecer conexões entre o serviço prestado e o público-alvo, neste ambiente tão facilitado, aumentou as oportunidades de negócios, claro, mas não é algo tão fácil como parece. Há um caminho árduo, e rico em riscos, que deve ser percorrido.

Antes de tudo, o escritório precisa mostrar ao seu cliente que o tempo passou internamente também e as mudanças que aconteceram na sociedade foram (e são) bem aceitas e implementadas. Assim, após o Dia do Orgulho LGBTQIA+, a LETS Marketing vai publicar uma série de artigos com dados que refletem o cenário da diversidade e inclusão no mercado jurídico e porquê os escritórios devem se preocupar com o impacto social causado pela sua marca.

Para saber mais, assine a nossa newsletter do Linkedin ‘Tendências do Mercado Jurídico’ e acompanhe os próximos artigos sobre Diversidade & Inclusão em escritórios de advocacia.

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A efetividade do Instagram na Comunicação Interna

Instagram como ferramenta de Comunicação Interna

Desde 2020, com o início da pandemia, o mundo precisou se transformar em múltiplos âmbitos, mas, principalmente, ao digital. O modo de trabalhar, estudar e se comunicar mudou: adotamos o home office como rotina e aderimos a muitas plataformas digitais até então pouco conhecidas – e outras tantas desconhecidas.

Por Isabelle Brandão e Gabriel Duarte

Nesse caminho, a Comunicação Interna (CI) também vivenciou um processo de mutação: repleto de desafios e incertezas. Como manter a comunicação com a equipe de forma assertiva? Como refazer as estratégias? Por onde começar? Como seguir?

Frente a este cenário muitas plataformas se tornaram canais bastante usuais para as empresas: como Meet, Microsoft Teams, Zoom, Slack, entre outros. E, nessa linha, o Instagram, como rede social informal, mas com alto poder de comunicação e interação, se popularizou como ferramenta de CI.

E quanto à efetividade da ferramenta?

Ao realizar este questionamento, surgem diversos pontos a serem avaliados:

  • O Instagram, hoje, é a rede social que mais cresce no Brasil, com 122 milhões de usuários segundo o DataReportal, mas é importante entender quem é seu público-alvo e se ele está presente nesta rede;
  • Não é possível segmentar conteúdos para suas equipes, como comunicados apenas à gestão ou à equipe operacional;
  • A rede permite interação imediata com curtidas, comentários e compartilhamentos – gerando maior alcance do conteúdo, o que pode resultar em uma oportunidade para as estratégias de Employer Branding (marca empregadora);
  • Não oferece uma organização de dashboards com indicadores segmentados e acompanhamento de histórico de adesão, leitura e engajamento. Para conseguir essa visão mais ampliada, você precisará adotar ferramentas que apoiarão nisso;
  • Para atividades de social media é comum encontrar dificuldades para otimizar alcance e atingir o público-alvo, devido aos algoritmos do Instagram. Ou seja, estas dificuldades também serão enfrentadas ao trazer a CI para este mundo. O conteúdo interno “disputará” com todas as demais contas seguidas pelo usuário, e corre o risco de ser entregue dias depois, ou sequer seja entregue, diminuindo exponencialmente a funcionalidade desta ferramenta.

Mas, afinal, é estratégico utilizar o Instagram como canal de Comunicação Interna?

Com a pandemia e os novos modelos de trabalho, a vida profissional invadiu o espaço do “lar”!  Estamos o tempo todo conectados, até em momentos que deveriam ser de lazer, pois carregamos os smartphones. Será que vale a pena entrar em mais este contexto da vida privada?

Dependendo da forma como os profissionais utilizam o Instagram, torná-lo uma ferramenta corporativa, poderá gerar uma percepção negativa, quando “invadimos” o espaço de distração e entretenimento das pessoas. É por essa razão que a ação pode não ser efetiva, pois ainda que o profissional te siga nas redes, ele pode silenciar o perfil da empresa e não receber os conteúdos.

De todo modo, para começarmos a traçar qualquer estratégia, é importante avaliar se a empresa tem outros canais de comunicação interna. Quais são e como são gerenciados e percebidos hoje? Eles podem apoiar nesta função, muitas vezes de maneiras mais efetivas em comparação com o Instagram.

Quando isso estiver claro, o próximo passo é mapear a vocação de cada canal para definir de que forma o Instagram irá agregar e se irá agregar de fato. A grande questão do momento é: Como a rede irá complementar a estratégia de CI e/ou substituir outros canais?

Dependendo do propósito e tipo de conteúdo que será publicado neste canal, o aplicativo, inclusive, poderá ser configurado como conta privada e aceitar somente os funcionários. Mas, também neste caso, os demais pontos listados também precisarão ser considerados.

Frente a esses diversos cenários, nota-se que não há uma regra sobre qual caminho seguir, é fundamental avaliar, em conjunto, os objetivos da empresa e sua Comunicação Interna, em linha com o perfil dos seus profissionais, pois só assim será possível desenvolver uma estratégia assertiva.

E aí, você utilizaria o Instagram como ferramenta de CI?

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Quem são os clientes dos advogados?

Perfis de clientes e estratégias de relacionamento

Muitos discutem sobre qual é o fator-chave para a longevidade de um escritório de advocacia, sem chegar em um consenso se é o cliente, o advogado, o sócio administrador, os parceiros, etc. Mas, que a verdade seja dita: Há, sim, dependência de todos os públicos do escritório, mas sem o cliente, não há razão de ser, nem fluxo de caixa, nem bônus, nem estratégias de crescimento, e por aí vai.

Por LETS Marketing

 

É como disse Sam Walton, fundador da rede Wall-Mart:

“Clientes podem demitir todos de uma empresa, do alto executivo para baixo, simplesmente gastando seu dinheiro em algum outro lugar.”

Nessa linha de raciocínio, entender seu cliente e saber se relacionar com ele se torna algo essencial para a sobrevivência dos negócios e para geração de valor de seus serviços jurídicos.

Parece óbvio, mas muita gente não se aprofunda da identidade ou nas necessidades de seu público-alvo. E viver dessa forma, com uma percepção bem superficial de quem consome o serviço, não é um caminho muito sustentável, muito menos recomendável se seus planos são crescer, ensinar novos advogados e criar sucessões.

O ideal é fomentar um relacionamento com seus clientes, entender seus perfis, motivos que os levam a buscar um parceiro jurídico, quais são as estratégias da concorrência e o que você deve fazer para conquistar mais e reter quem já gosta da sua marca e confia na sua equipe.

De qualquer forma, lembramos que é muito importante que todo escritório de advocacia, e não apenas o profissional de marketing jurídico, conhecer o perfil de seu público. Para começar, você pode fazer um breve exercício, visualizando respostas para as questões abaixo:

  • Quem eles são (homens jovens, mulheres de meia idade, donos de empresas, CEOs, diretores jurídicos, etc)?
  • O que cada um dos perfis acima contrata ou contratou do seu escritório?
  • Como os concorrentes que oferecem serviços similares aos seus abordam esses perfis?
  • Como eu me comunico com esses clientes (site, redes sociais, e-mail, eventos, etc)?

Seu escritório pode ter, inclusive, mais de um perfil de cliente, dependo das áreas do Direito em que atua. Na verdade, é muito comum e recomendável segmentar sua audiência para ações mais certeiras e efetivas.

A seguir, vamos listar três tipos de clientes e nossa recomendação de estratégia para que você possa conquistá-los. Vamos classificar os públicos pelo nível de interação que eles podem ter com o seu escritório de advocacia e o método de se relacionar com cada um.

CLIENTE TIPO 1 – O INTERESSADO

Esse é o tipo de cliente mais fácil de ser abordado e com maior probabilidade de contratar os seus serviços. São os clientes que você consegue facilmente traçar um perfil e que, de fato, necessitam daquilo que você oferece.

Para esse tipo de público, o marketing direto funciona, pois, como mencionado, ele precisa do que você oferece.

O problema aqui é, justamente, a concorrência. Todos os seus competidores direcionam muito de seus esforços para essas pessoas, o que faz com que o mercado (e você) tenha que trabalhar com menores margens e em comodidades para se diferenciar.

Nem sempre isso é ruim. Seu mercado pode não estar supersaturado como alguns estão (depende muito da área do Direito), então pode haver bastante espaço para todos, mas, se o caso for o contrário, recomendamos dar atenção para os outros tipos de clientes que vamos apresentar.

CLIENTE TIPO 2 – O INDECISO

Esse é o cliente que precisa do que você oferece, mas ele ainda não sabe. Ele pode estar gripado, mas, no lugar de ir até a farmácia comprar seu remédio, ele está acostumado a fazer um chá e esperar tudo passar – Sabe aquele empresário que resolve tudo com o contador? É disso que estamos falando.

Há muito mais mercado no perfil de indecisos do que no perfil de interessados, mas pouca gente explora esse público ou por não saber como, ou por ser muito difícil – o que, de fato, é, mas não impossível.

Como convencer uma pessoa de que você tem o que ela precisa? Há uma série de recursos por aí, mas o que recomendamos é uma boa estratégia de marketing. E, juntamente com isso, investir no relacionamento, mostrando quais os benefícios que você oferece, seus diferenciais, qual é sua promessa de valor e como sua marca pode agregar para a vida ou para a empresa dessa pessoa.

A grande sacada aqui é entender que esse cliente indeciso não vai fazer, neste caso, uma “compra de impulso”. Ele precisa ser convencido, motivado e muito bem cuidado.

Segundo o exemplo acima, ele precisaria, em primeiro lugar, saber que há alternativas ao chá para curar uma gripe.

Você possui um remédio que ele precisa, pois, tomando o remédio, ele ficará bem mais rápido, poderá retornar ao trabalho (sabemos que, para alguns, essa questão não é bem classificada com um benefício) e a sua rotina. E mais, seu produto é feito à base de plantas, traz outros benefícios para seu sistema imunológico e, olhe só, é melhor e pode até ser mais barato que um chá.

Ainda sobre esse tipo de cliente, seu escritório deve se estruturar para comunicar-se constantemente com ele, para atendê-lo bem e para superar suas expectativas.

CLIENTE TIPO 3 – O NÃO INTERESSADO

Uma pessoa não interessada não vai ser seu cliente, certo? Nem sempre. Esse é o tipo de público que não precisa do que você oferece, mas, mesmo assim, não quer dizer que ele não pode ser cativado de forma muito semelhante ao público indeciso.

O grande benefício de falar com essas pessoas é que, justamente, há muito mais gente não interessada do que gente interessada naquilo que você oferece. Isso quer dizer que, potencialmente, você pode achar pessoas dentro do perfil que você definiu como sendo seu público-alvo aqui.

Em primeiro lugar, é preciso estudar o motivo deles não demonstrarem interesse e atacar esses pontos. Outro benefício é que, neste nível, a concorrência é extremamente baixa, já que os advogados vão brigar pelo público que já demonstra interesse em seus serviços.

O relacionamento aqui deve ser mais assertivo, até porque, ele precisa ser construído do zero. Você não pode ofertar algo para esse tipo de cliente de cara, pois a resposta, definitivamente vai ser negativa.

Ações em que ele possa testar de forma gratuita aquilo que você oferece podem surtir efeito, por exemplo (sim, as tais consultas de graça ou o velho e bom evento). Ele precisa testar, se adequar, entender o valor e, só após essa construção de imagem, ele vai passar a consumir regularmente.

O relacionamento com os clientes

Complementando os conceitos apresentados até aqui, precisamos lembrar que o perfil do cliente e a forma de estabelecer relacionamento variam muito de acordo com o ramo do Direito.

Advogados especializados em Direito Empresarial, que lidam, geralmente, com CEOs ou Departamentos Jurídicos, têm um processo de conquista muito mais longo do que advogados que lidam com pessoas físicas diretamente. Isso acontece, pois a troca do parceiro jurídico é mais morosa, passando por todos aqueles trâmites empresariais e de concorrência que conhecemos.

É importante distinguir, também, a busca por clientes onde o advogado já possui algum tipo de relacionamento (mesmo aqueles de 3º grau) daqueles que nunca ouviram falar do profissional ou do escritório de advocacia.

A pesquisa ‘Mapa Jurídico Nacional’, promovida pela LETS Marketing, revelou que mais de 80% dos advogados conquistam novos casos com base em indicações de relacionamentos pessoais. Tendo essa informação como premissa, a sondagem dos seus contatos talvez deva ter mais prioridade nas ações de prospecção do que a busca por empresários fora dessa rede.

Por fim, a maioria das empresas bem-sucedidas são aquelas que estabelecem relações com seus clientes em um formato ganha-ganha. Investir nesse tipo de relação, pode render muito para seu negócio e pode ser um fator-chave para que você se destaque no mercado.

Ouvir o cliente fidelizado é um ótimo ponto de partida para saber o que ele deseja e qual a melhor estratégia para atender suas necessidades, replicando o que foi aprendido para os demais.

 

Quer saber mais sobre o relacionamento com clientes no mercado jurídico? Acesse a pesquisa ‘Mapa Jurídico Nacional’ ou os estudos promovidos pela nossa consultoria de marketing jurídico clicando aqui.

 

Este conteúdo foi baseado no artigo ‘Quem são seus clientes?’, de Rafael Gagliardi, sócio da LETS Marketing.

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Atuando no mercado desde 2018, a LETS Marketing é uma consultoria de Marketing Jurídico completa. Composta por profissionais experientes, o nosso foco é a transformação dos escritórios de advocacia, pois temos o objetivo de crescer junto com os nossos clientes. Nossos trabalhos são voltados para uma comunicação efetiva com o público-alvo dos milhares de advogados e advogadas que já atendemos dentro e fora do Brasil, otimizando processos e estabelecendo relacionamentos fortes e de longo prazo.

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