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Category: Conteúdo

Marketing de conteúdo determina autoridade temática e desenvolvimento de negócios na área jurídica

Por Caio Morilha e Isadora Camargo, da LETS Marketing

Atualmente, a produção de conteúdo é base do relacionamento entre um escritório de advocacia e o ecossistema de stakeholders (clientes, pares, parceiros). Contudo, apenas produzir bons conteúdos não é garantia de sucesso, mas abre um leque de novas oportunidades. Quando um escritório investe em produção de conteúdo, torna-se evidente a valorização da marca, a autoridade e a legitimidade no tema. A consequência? Engajamento e impulso no desenvolvimento de inteligência e negócios.

O marketing de conteúdo, portanto, envolve estratégias de criação, produção, pluralidade de vozes e direcionamento a diferentes públicos. Por meio dele, se estrutura calendários editoriais, planos de ação para criação de textos e outros formatos atrativos para argumentar sobre um assunto e, sobretudo, indicar impactos práticos para o dia a dia do cliente que é, ao mesmo tempo, audiência fiel.

Perseguir a jornada do público é criar elos para gerar conteúdos que complementem esta jornada

Antes de produzir algum tipo de conteúdo, é fundamental que seja feita uma organização e que todas as ideias estejam atreladas em um planejamento. O primeiro passo é definir quais são os objetivos, metas e táticas. O fortalecimento da marca na internet pode ser um deles, mas é possível estabelecer outros propósitos como a geração de leads, aumento do tráfego de um site, interação em uma rede social e, principalmente, atração para fechar negócios.

Uma produção de conteúdo robusta e eficiente precisa, antes de tudo, de uma estratégia de marketing bem implantada para que se alcance resultados. Para isso, monitorar o público fidelizado e aquele que chega organicamente auxilia na seleção de pautas factuais ou frias, isto é, que não têm um prazo de validade, mas são igualmente importantes para o debate.

As redes sociais, atualmente, desempenham um papel fundamental, pois são elas que conectam o leitor ao escritório. Um conteúdo de qualidade e bem produzido, mais do que informar ou trazer credibilidade, incentiva seus seguidores a realizarem alguma ação, seja pelo contato “inbox” ou telefonema.

Produzir conteúdo diverso e causal, isto é, aquele que reflete a agenda pública, é uma forma de estar presente em diversas cadeias de interação. A influência informacional garante geração de interesse, afinal, as pessoas utilizam os buscadores para “perguntar” sobre temas diversos. Ter a estratégia de responder estas perguntas indiretamente é o primeiro passo para construir conteúdos fortes, replicáveis e rastreáveis. Otimização e uso de palavras-chave se tornam infalíveis para a construção de informações que têm duplo foco: informar e desenvolver inteligência de negócios.

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Como escritórios de advocacia podem combater a desinformação através da produção de conteúdo?

Fakes News e produção de conteúdo

Por Isadora Camargo, da LETS Marketing

Com a instantaneidade das redes sociais digitais e a intensa oportunidade de compartilhamentos em diferentes plataformas (ao mesmo tempo), assiste-se nos últimos anos ao fenômeno da desinformação e das Fakes News.

Por vezes associada à temática política, a desinformação é um conceito que abrange qualquer assunto e que classifica toda informação errada ou descontextualizada que pode ocasionar ruídos e prejuízos ao interesse público.

Muitas empresas de tecnologia têm criado recursos para combater as notícias falsas e a desinformação em uma tentativa de estimular a governança digital e auditoria de todo o tipo de conteúdo gerado na rede. Um exemplo é o Twitter, que criou um rótulo automático para cada publicação feita por personalidades políticas dos Estados Unidos, em 2020. A big tech de Elon Musk repetiu a estratégia nas recentes eleições de 2022, no Brasil, aderindo ao Programa de Enfrentamento à Desinformação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A mesma prática se deu nos picos da pandemia para fiscalizar inverdades sobre a Covid-19, praticando uma política de identificação, proteção e fiscalização de conteúdo.

Tais comportamentos são imprescindíveis no marketing, pois diferenciam perfis sociais de empresas, qualificam e fortalecem páginas identificadas pelo algoritmo como propagadoras de informação verídica de qualidade. Por isso, a responsabilidade do conteúdo atinge o mundo jurídico.

Uma das principais estratégias para escritórios de advocacia atuarem no combate à desinformação contempla a possibilidade de se colocar à disposição para o debate e para a checagem de fato. Escritórios, cada vez mais, exploram artigos completos e profundos sobre uma decisão importante ou sobre dúvidas que pessoas físicas e jurídicas possam ter a respeito de uma alteração legislativa, uma MP ou sobre uma atuação específica nas diversas áreas do Direito. O objetivo de uma produção de conteúdo factual e bem planejada, antes das divulgações, evita qualquer tipo de desentendimento que contribua com a desinformação.

Além disso, a utilização do banco de dados de cortes supremas e fontes oficiais respaldam a qualidade da informação a ser repassada. O Supremo Tribunal de Justiça, por exemplo, possui a Consulta Processual online, um ambiente de checagem de processos que pode ser consultado pelo cidadão comum, mas quando feito pelo advogado oferece mais detalhes do processo. Esta análise técnica ajudará na seleção do que é fato (verídico) e de impacto público.

Assim, a seleção, análise e construção de textos mais acessíveis por parte dos escritórios de advocacia colocam este mercado no hall de formadores técnicos de opinião, ajudando na construção de reputação e autoridade temática, além de contribuir para um ambiente digital com conteúdos de qualidade e que apresentem contextos, não importando se são negativos ou positivos, desde que sejam verificados.

O marketing de conteúdo, principalmente, é um forte aliado na construção de estratégias de produção, filtragem e checagem de pautas, enfoques e desdobramentos de uma tese a fim de facilitar o entendimento para uma maior parcela de usuários que estão, em rede, buscando informação. Escritórios, portanto, ao combater a desinformação criam um trabalho rotineiro de ‘tradução’ do que é ambíguo ou excessivamente técnico no ambiente jurídico, fazendo com que mais pessoas possam entrar em contato com argumentação qualificada e profunda.

 

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Sai Outubro Rosa e entra Novembro Azul: A importância dos meses coloridos

Os meses coloridos

Você já deve ter se deparado com ações de empresas voltadas para campanhas de saúde contra doenças que são simbolizadas por cores ao longo dos meses, como o Setembro Amarelo, Outubro Rosa e Novembro Azul. Mas, além de promover bem-estar da sociedade, qual é, de fato, o objetivo dessas campanhas?

Por Isadora Camargo e Rafael Gagliardi, da LETS Marketing

Associar cores a meses tem sido uma importante ferramenta para conscientizar a população sobre temas como transtornos mentais, câncer, prevenção de acidentes e doação de órgãos.

Esse calendário colorido tem sido uma boa ferramenta de marketing para relacionar as instituições que o utilizam com pautas importantes, além de comunicar os esforços internos e externos das organizações, manifestar apoio à população e disseminar conteúdos sobre questões de saúde essenciais.

Há meses representados por mais de uma cor, inclusive, dentro e fora do País, embora não exista nenhum calendário oficial estabelecido. Dessa forma, associações médicas e entidades ligadas à saúde se reúnem para determinar cores e divulgar campanhas que, cada vez mais, são aderidas no meio empresarial, não importa o nicho. O mercado, em geral, passa a protagonizar iniciativas, engajando a mídia, organizações governamentais, instituições públicas ou privadas.

Campanhas consolidadas

Outubro e novembro recebem um destaque maior pela aderência do público e pelo histórico de entidades dedicadas à prevenção e conscientização sobre tipos de câncer. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) é uma das entidades que monitora e divulga dados para chamar a atenção para o câncer de mama (Outubro Rosa) e de próstata (Novembro Azul). Mas, ao longo dos últimos anos, falar abertamente sobre saúde mental evidencia que o setembro amarelo, marcado pela conscientização da saúde mental e prevenção do suicídio, receba devido destaque em diversos canais de comunicação, especialmente salientado desde o início da pandemia da Covid-19.

Tudo isso serve, também, para a abertura de debates sobre enfermidades psicológicas ou físicas, educando o público e encorajando o diagnóstico precoce. A preocupação corporativa diante deste calendário, então, nunca foi tão fundamental como agora.

Em perspectiva, as iniciativas dos meses coloridos podem compor o ‘S’ da sigla ESG (Governança ambiental, social e corporativa), que vem recebendo cada vez mais atenção no mundo corporativo. Gestores, empreendedores, investidores e colaboradores das empresas se engajam em cada vez mais projetos para promovê-la e são cobrados por isso, exigindo que as organizações sejam socialmente responsáveis.

Essas são as cores mais conhecidas no Brasil:

Janeiro Branco: Promoção pela saúde mental

A campanha visa demonstrar a importância que cuidar da saúde não significa apenas cuidar do corpo físico. Entender as necessidades da mente é elementar para o total bem-estar e equilíbrio entre corpo e mente.

Fevereiro Roxo Laranja: Lúpus, fibromialgia, mal de Alzheimer e Leucemia

De acordo com o Ministério da Saúde, as cores disseminam a conscientização e tratamento de algumas doenças que acometem milhares de brasileiros, sendo a cor roxa representante da prevenção do Lúpus, Alzheimer e Fibromialgia e a laranja da Leucemia. O objetivo é chamar a atenção da população sobre sintomas e consequências, mas tratamentos e acompanhamento regular de saúde.

Março Azul: Câncer colorretal

A campanha vai ganhando espaço ano a ano, porque este é o terceiro tipo de câncer que mais mata no Brasil e o objetivo é conscientizar a população, profissionais de saúde, gestores para o diagnóstico e tratamento precoces do câncer colorretal (CCR), estimulando a prevenção.

Abril Verde:  segurança no trabalho

Simbolizado por um laço verde, a campanha é reforçada pelas datas de 7 de abril, Dia Mundial da Saúde, e 28 de abril, instituído pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) como o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho.

Abril Azul: Autismo

Dia 2 de abril é o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, que surgiu a partir da definição pela ONU, em 2008, com o objetivo de divulgar conteúdos que auxiliem na compreensão do transtorno para um melhor tratamento e inclusão social.

Maio Amarelo: prevenção de acidentes de trânsito

Assim como representa a cor amarelo no semáforo, a campanha faz um alerta para a melhor conduta no trânsito para evitar acidentes.

Maio Vermelho: Hepatite

Com mais de um milhão de pessoas com a doença, a campanha mensal alerta sobre as formas de infecção e tratamento para conscientizar a população.

Junho Vermelho: doação de sangue

Por ser o mês que já possui no calendário o dia 14.06 como o Dia Mundial do Doador de Sangue, Junho Vermelho é no mundo uma iniciativa para fortalecer a Campanha de Doação de Sangue.

Junho Laranja: anemia e leucemia

A cor e o mês simbolizam a relevância do diagnóstico, prevenção e tratamento da anemia e da leucemia, enfermidades que acometem adultos e crianças no Brasil.

Julho Amarelo: hepatites virais e câncer ósseo

No Brasil, a campanha foi instituída em 2019 pela Lei nº 13.802 com o objetivo de combater e reforçar as medidas de vigilância, prevenção e controle das hepatites virais.

Agosto Dourado:  aleitamento materno

A Organização Mundial de Saúde (OMS) determinou agosto como o mês da luta pelo incentivo à amamentação, se relacionando, inclusive, com a Semana Mundial da Amamentação, celebrada entre 1 e 7 de agosto.

Setembro Verde: doação de órgãos e prevenção ao câncer de intestino

Neste mês, a data 27 de setembro é o Dia Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos.

Setembro Amarelo: prevenção ao suicídio

Com lemas que se atualizam ano a ano, a campanha de setembro amarelo se ampliou e, além de falar sobre prevenção ao suicídio, trata da saúde mental como aspecto primordial para o bem-estar, estimulando a conversa e a reflexão sobre as temáticas.

Setembro Vermelho: prevenção das doenças cardiovasculares

Ainda que a campanha não seja tão disseminada, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), o Setembro Vermelho é uma ação para prevenir e tratar essas doenças, além de sublinhar a importância de cuidar do coração por meio de hábitos saudáveis e acompanhamento médico regular.

Outubro Rosa: Câncer de Mama

Criada nos Estados Unidos na década de 1990, a campanha é uma das maiores no mundo pela repercussão e aderência de entidades e empresas. No Brasil, o câncer de mama é o segundo tipo mais incidente em mulheres e a campanha auxiliam na conscientização pelo autoexame e, portanto, prevenção da doença.

Novembro Azul: Câncer de próstata e prevenção a diabetes

Criada na Austrália para eliminar o tabu do exame retal entre homens e prevenir contra o câncer de próstata, a campanha tem ganhado aderência no Brasil através do Instituto Lado a Lado pela Vida desde 2008. O mês e a cor azul também simbolizam o cuidado com as diabetes no intuito de prevenir e divulgar formas para evitar a doença, tratamento e práticas para qualidade de vida.

Novembro dourado: Câncer infanto-juvenil

Novembro Dourado é uma iniciativa para alertar o diagnóstico precoce do câncer em crianças e adolescentes, aproveitando a ocasião do Dia Nacional de Combate ao Câncer Infanto-juvenil, no dia 23 de novembro, data instituída pela Lei nº 11.650, de 2008.

Dezembro Vermelho: Prevenção contra a AIDS

Escolhido em razão do Dia Mundial de Combate à AIDS, lembrado em 1º de dezembro, a campanha objetiva-se em disseminar conteúdos sobre o tratamento precoce da síndrome da imunodeficiência adquirida e de outras infecções sexualmente transmissíveis.

Dezembro Laranja: Câncer de pele

O câncer que mais acomete brasileiros por sua alta incidência fica em evidência para que pessoas possam cuidar com a exposição ao sol, sabendo, principalmente, como tomar as medidas básicas para evitá-lo.

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Os 4 “Ps” do Marketing Jurídico

 4 “Ps” do Marketing Jurídico

Produto, Preço, Praça e Promoção: conheça cada um dos pilares do mix de marketing e como aplicá-los no mercado jurídico.

Por Rafael Gagliardi

Toda estratégia de marketing, querendo ou não, se baseia em pilares para obter resultados efetivos. Esses pilares, conhecidos como os 4 Ps do marketing ou Marketing Mix ou Composto de Marketing, vão definir como a sua marca será compreendida pelo público-alvo e se posicionar no mercado.

O conceito foi criado nos anos 60 pelo professor Jerome McCarthy, e muito difundido por Philip Kotler em inúmeras publicações, embasando decisões de empresas de todos os portes e setores econômicos ao redor do globo.

Os 4 Ps do marketing são:

  • Produto
  • Preço
  • Praça
  • Promoção

A importância dos 4 Ps do marketing no mercado jurídico

Em linhas gerais, a ideia dos 4 Ps se baseia em estudar cada um desses aspectos para planejar e executar ações que considerem as peculiaridades de cada organização, viabilizando a tomada de decisão nos esforços de divulgação, oferta de serviço e fortalecimento da marca.

A ideia é estar sempre à frente da concorrência, e isso também pode ser aplicado no Direito.

Se o seu escritório de advocacia trabalhar bem o Marketing Mix, conseguirá direcionar todas as suas ações de comunicação mercadológica de forma bem-sucedida e integrada com as estratégias de negócio e metas, fidelizando clientes e atraindo novos casos.

Em resumo, fica mais fácil alcançar os objetivos de divulgação e oferta de serviços, além de construir uma autoridade de marca e consolidar a reputação institucional.

Com a importância dessa estratégia compreendida, é hora de detalhar cada um desses pilares e ver como eles devem ser aplicados na rotina dos advogados:

Produto

Neste caso, estamos obviamente falando dos serviços jurídicos. É a proposta de valor que o seu escritório oferece.

Este primeiro conceito visa entender as particularidades da oferta, buscando diferenciais para se destacarem dos concorrentes e conquistar mais clientes. Mais do que isso, é necessário compreender como a expertise do escritório pode satisfazer necessidades e trazer benefícios para seu público. E, ao redor do “Produto”, são criados os demais Ps.

Assim como qualquer empresa, sociedades de advogados estão sujeitas à lei da oferta e demanda, e planejando bem a oferta, conseguimos nos destacar dos competidores. Algumas simples perguntas podem facilitar esse processo, como:

  • Quais são as necessidades jurídicas do seu público-alvo?
  • Como o seu serviço pode suprir essas necessidades?
  • De que forma o seu serviço pode ser um diferencial na vida do cliente?
  • Qual é a melhor forma de descrever o serviço para que ele seja compreendido?
  • Quais são os detalhes técnicos que tornam a contratação do advogado essencial?
  • Qual é o ciclo de vida do serviço?

Preço

Preço costuma ser uma questão delicada de ser tratada, mas é muito importante planejá-lo adequadamente para gerar lucro para o seu escritório e, ao mesmo tempo, fazer com que o cliente entenda o valor agregado do serviço oferecido.

No marketing, essa é uma estratégia básica, que indica o sucesso de venda de um produto e a reputação da marca sabendo oferecer o produto pelo preço certo.

Acertando o valor do que está sendo oferecido versus o esforço para realização dos trabalhos, o escritório de advocacia terá mais lucro com a prestação de serviço do que com o custo para prestá-lo, mantendo sua infraestrutura, pagando impostos, remunerando colaboradores, etc.

É preciso avaliar alguns pontos para se chegar a um bom preço, como:

  • Formas de pagamento disponibilizadas para o cliente;
  • Custos envolvidos no processo de prestação do serviço;
  • Margem de negociação dos advogados;
  • Valor médio oferecido no mercado por serviços similares;
  • Valor da hora da equipe envolvida e como alocá-la no projeto;
  • Qual é a imagem que o escritório passa para o mercado.

Além disso, o preço tem grande influência na percepção que o mercado tem em relação a sua marca, sabendo que as mais valiosas para os clientes são escolhidas, mesmo quando praticam preços mais elevados. Um bom exemplo disso é a Apple, que pratica preços relativamente mais altos que seus concorrentes e, mesmo assim, consegue manter seus fãs, vendendo atributos diferenciados e status.

Competir baseando-se em preço pode prejudicar o seu negócio.

Praça

Praça, neste contexto, nada mais é do que o local onde o serviço é ofertado, seja ele físico ou virtual. É por meio deste P que se define onde o escritório vai colocar seus esforços de prospecção e onde se encontra o ser mercado em potencial.

Acertando a “Praça”, conseguimos saber, por exemplo, onde direcionar esforços de comunicação, patrocínio de campanhas, investimento em eventos, tom de voz da comunicação, benefícios ao manter uma estrutura física, etc.

Promoção

Para o setor jurídico, o conceito de “Promoção” é destinado ao efeito de promover o serviço e não de aplicar descontos nos honorários advocatícios.

A ideia é que a promoção (do serviço, da marca, do advogado e da sociedade) seja mais uma ferramenta que ajudará o escritório a se destacar dos concorrentes, permitindo atingir seus objetivos e persuadindo o público-alvo a entrar em contato.

Isso pode ser feito por meio de diversos canais e das mais variadas formas, desde que siga as diretrizes do Provimento n. 205/2021, por meio de ações pagas ou não em redes sociais, busca de melhor desempenho no Google, nos conteúdos do site, nas comunicações via e-mail marketing, dentre outras inúmeras estratégias para atingir possíveis clientes com eficiência, ética e linguagem adequada.

É preciso, também, avaliar como a concorrência faz publicidade, periodicidade das divulgações e escolha dos meios de divulgação.

Vale apostar em estratégias como Inbound Marketing (forma de publicidade online feita por meio de blogs, podcasts, vídeos, e-Books, newsletters, SEO e outras formas de marketing de conteúdo) e outras técnicas de atração e fidelização.

Outro aspecto importante para considerar é o tom de voz do escritório, que precisa estar bem amarrado com as características do público e com os valores que pretendem transmitir ao mercado.


Veja também:

Com funciona o Marketing de Conteúdo para advogados

O setor jurídico pode e deve fazer Business Development

Estratégias de Marketing Jurídico

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Saiba como utilizar a newsletter do LinkedIn de forma estratégica

Newsletter do LinkedIn

A newsletter é um recurso que já estava disponível há algum tempo para criadores de conteúdo no LinkedIn, mas que só foi disponibilizado para páginas corporativas no início de 2022. Desde então, empresas e marcas podem criar uma newsletter vinculada a sua Company Page para que seus seguidores assinem o conteúdo e recebam notificações a cada nova publicação.

Por LETS Marketing

De forma simples, a newsletter funciona como um boletim informativo em que uma empresa ou profissional pode escrever sobre algum assunto do seu interesse, a fim de manter seus seguidores atualizados.

Começar uma newsletter no LinkedIn permitirá que você construa um relacionamento direto com seus seguidores desde o momento de sua criação.

Ao produzir este boletim, todos os seguidores da sua Company Page serão automaticamente convidados a se inscreverem para receber o seu conteúdo e, ao se tornarem assinantes, serão notificados no aplicativo e receberão o conteúdo integralmente também por e-mail. Além disso, todo conteúdo publicado poderá contar com interações e comentários em tempo real.

As newsletters mais bem-sucedidas costumam tratar de temas ou setores específicos regularmente, além de trazerem uma linguagem simples e textos mais curtos e diretos que informam o leitor de forma ágil e eficiente.

Com a “10 Things Before Opening Bell”, uma das primeiras newsletters do LinkedIn, a publicação americana Business Insider possui um dos maiores públicos na rede social com mais de 2 milhões de assinantes. Com publicações diárias, a newsletter aborda temas financeiros, com cobertura especial em informações para profissionais de trading e investimentos.

Como funciona?

Ao criar a sua newsletter, você deverá definir uma imagem ou logo de avatar, indicar um título, descrição e qual será a frequência de publicação, que poderá ser diária, semanal, quinzenal ou mensal. O último ponto merece atenção especial – a consistência nas publicações será o fator determinante para manter o público interessado.

Dentro de sua Company Page, a newsletter a terá a sua própria página, em que os usuários da rede poderão ver edições passadas, assinar ou compartilhar os conteúdos publicados.

O LinkedIn oferece, ainda, estatísticas de leitura e dados demográficos como Cargo, Localidade e Empresa dos leitores, possibilitando que o desempenho de cada conteúdo seja mensurado.

Por que implementar a newsletter do LinkedIn em sua estratégia de marketing?

Além de ser uma ótima ferramenta para fortalecer o relacionamento com stakeholders e se aproximar de clientes e pares já estabelecidos, a newsletter do LinkedIn possibilita que o escritório alcance pessoas fora da sua rede de contatos, uma vez que qualquer usuário da plataforma pode se tornar um assinante dos conteúdos publicados.

Escrever conteúdos que atendem a nichos ou setores específicos demonstra que a sua marca possui autoridade nos tópicos abordados, e fazer isso de forma consistente fortalece a sua presença no ambiente digital, além de manter a sua marca na memória do consumidor/público-alvo.

Para que ela NÃO serve?

Apesar de seguir uma lógica similar a das newsletters tradicionais, o recurso do LinkedIn não substitui a construção do bom e velho mailing. Ainda que seja possível visualizar a lista de assinantes e o conteúdo seja disparado automaticamente por e-mail para todos os inscritos no conteúdo, a plataforma não disponibiliza contatos de e-mail dessas pessoas. Por esse motivo, seu uso não é recomendado para comunicados para clientes, informações não públicas do escritório e conteúdos que não poderiam ser disponibilizados abertamente nas redes sociais.

 

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Vídeo-marketing, o formato tendência que é estimulado pelo algoritmo

Como a área jurídica pode criar vídeos para estimular a curiosidade por temas técnicos e favorecer a engenharia de busca

A cada dez postagens do feed do Instagram, ao menos seis são imagens em movimento. Pode não ser uma concepção formal de roteiro audiovisual com uma história contada com início, meio e fim, mas existe um movimento.

Recentemente, a mesma rede também ampliou o tempo de 15 segundos para um minuto no recurso de stories, fazendo com que o diário de posts tenha uma lógica 24 horas, e o Reels seja um formato mais estratégico para, enfim, encadear uma narrativa visual nesta plataforma.

Tais mudanças acompanham o chamado modelo algorítmico, isto é, são definidas a partir de um comportamento do usuário e a captura de dados que a engenharia de busca de plataformas digitais faz para determinar uma seleção daquilo que o algoritmo “pensa” ser útil e bom para você. As escolhas, então, são decisões tomadas pela lógica sistêmica e tecnológica desse mecanismo de inteligência artificial e não algo orgânico proveniente do gosto determinado somente pelo usuário.

As redes sociais são assim desde a segunda década dos anos 2000 e o impulsionamento do algoritmo está atrelado ao crescimento das grandes empresas de tecnologia e dados do mundo, entre elas Google, Meta e Apple. De acordo com pesquisadores como a norte-americana Cathy O’Neil e o brasileiro Sérgio Amadeu, a inteligência artificial também tem suas subjetividades por ser alimentada pelos cliques e preferências dos usuários.

Em tempos de influência digital, portanto, o vídeo tinha que ser o formato mais arrojado, dinâmico e rápido para a captura da audiência.

Em outras redes que ainda possuem sistemas de buscas baseados em inteligência artificial e seleção humana, como o caso do LinkedIn, o vídeo também é o protagonista da vez.

Entendido como uma peça de comunicação especial, postagens com vídeos e legendas repercutem melhor do que o famoso post simples – foto e texto.

Na busca por engajamento, vídeos curtos são as apostas também de escritórios de advocacia, seja para mostrar os bastidores e as estruturas operacionais da firma, seja para mostrar vozes diferentes e depoimentos sobre uma causa. O vídeo, portanto, é a “figurinha premiada” de um bom calendário de publicações que estimulem performance e vantagem competitiva.

O tempo do algoritmo e o vídeo

Um vídeo assertivo para a engenharia de busca e para o público-alvo precisa ter quatro passos e não passar de 3 minutos:

  • Início da sessão: seu espectador estará conectado com você nos primeiros 15 segundos. Por isso, este tempo precisa ser o mais atrativo para prender a audiência até o final, podendo ser com uma imagem de tirar o fôlego ou com uma pergunta na animação;
  • Determine a duração da sessão de seu vídeo e pense em partes, fragmentos que podem ser acelerados ou pulados. É preciso desenvolver uma ideia contando o que, por que e como o tema abordado afeta seu espectador. Utilize termos chaves no vídeo;
  • Final da sessão e consistência de postagem: seu vídeo precisa ter uma moral final e a postagem deve ser objetiva com um conteúdo instigante para ter consistência;
  • O título do vídeo precisa trazer palavras-chaves.

Como a área jurídica pode criar vídeos para estimular a curiosidade por temas técnicos?

De acordo com a consultoria Brightcove (2019), este formato tem uma conversão 1200% maior do que qualquer outro. Para facilitar o reconhecimento do algoritmo, vídeos precisam trazer alguma:

  • Clareza – da ideia que se quer transmitir;
  • Descoberta – propor algo novo, exclusivo;
  • Listagem – oferecer rankings temáticos (ex: Os três casos mais comentados);
  • Otimização – distribuir o conteúdo, pensando em frames estratégicos (triângulo de ouro da otimização é criar conteúdo com título, descrição e tags);
  • Boa edição;
  • Boa thumbnails – 60% da intenção de cliques está no contato visual direto das Thumbnails, que são artes que aguçam a curiosidade.
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Advogados querem impulsionar posts nas redes sociais

Impulsionamentos em alta

Julho de 2021 foi um marco para a advocacia brasileira, quando foi aprovado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil o Provimento 205/2021, que atualizou as regras de publicidade no setor e elucidou uma série de conceitos de marketing que poderiam ser praticados dentro dos preceitos éticos da profissão. Entre eles, o uso de publicidade paga em redes sociais – os famosos ‘impulsionamentos’.

De lá para cá, embora essa prática de investir em posts pagos já fosse bastante esclarecida em alguns escritórios, iniciou-se uma fase experimental onde advogados começaram a se aventurar nas redes sociais e no Google Ads, com o objetivo de atingir novos públicos e extrapolar o universo de possíveis clientes com o qual estavam habituados.

Quanto mais escritórios impulsionam conteúdo nas redes sociais, mais o conteúdo orgânico se torna irrelevante do ponto de vista de alcance e conversões. Portanto, mais que uma opção, o impulsionamento precisará ser encarado, muito em breve, como uma premissa para os escritórios que querem ter relevância nas redes sociais.

Por Rafael Faria Gagliardi

Marketing Digital (Foto: Reprodução)

Para que serve o impulsionamento?

O impulsionamento nas redes sociais é uma estratégia de marketing digital que tem como principal objetivo potencializar uma publicação para alcançar pessoas de forma mais ampla. Isso quer dizer que um post impulsionado será exibido para um número maior de usuários que, de forma orgânica (não paga), não seria possível.

A maioria das plataformas como Facebook, Instagram e LinkedIn disponibilizam diversos recursos para que os administradores de páginas corporativas possam patrocinar uma publicação.

Para iniciar o impulsionamento, basicamente, é necessário definir uma estratégia de divulgação, segmentar o público-alvo da ação, a meta de gastos com a campanha e entender com clareza os resultados para avaliar a efetividade da iniciativa, para saber se o que você está promovendo, de fato, gerou algum retorno.

Fora do mercado jurídico, há bastante competitividade na publicidade paga dentro das redes e não é novidade que o gerenciamento profissional dessas ações se tornou essencial para conectar empresas com pessoas e gerar mais negócios. Já está claro que é necessário marcar presença nos ambientes virtuais, pois é onde os clientes em potencial estão.

Quando devo impulsionar nas redes sociais?

Basicamente, o advogado ou escritório de advocacia pode optar por essa estratégia quando pretende obter maior exposição – de sua marca, publicação, pessoas, credenciais ou serviços – ou gerar interesse por uma de suas especialidades profissionais, sem a oferta direta para não mercantilizar a comunicação.

O impulsionamento visa tornar suas postagens mais impactantes, aumentando o alcance, a leitura, a visita do site, a visualização de um vídeo, etc.

É, atualmente, a estratégia mais empregada para quem está querendo, por exemplo, se posicionar dentro de um segmento do Direito ou melhorar a reputação.

Qual é a melhor rede social para os advogados?

Antes de planejar estar em todas as redes sociais disponíveis no mercado ou buscar referências em outros escritórios de advocacia, é importante entender o tipo de conteúdo que é produzido e o perfil das pessoas que, potencialmente, podem consumi-lo. Há grandes diferenças de objetivos e públicos entre escritórios que miram em Departamentos Jurídicos ou pessoas físicas, por exemplo.

Um estudo feito pela LETS Marketing identificou que os grandes escritórios nacionais concentram seus esforços, principalmente, no LinkedIn, onde cerca de 44% da postagens são feitas nessa plataforma. E aqui, estamos falando de sociedades que atuam, majoritariamente, no Direito Empresarial.

Faz todo sentido, já que o LinkedIn é visto como uma plataforma B2B, mais voltada para a troca e compartilhamento de conteúdo profissional/técnico e que favorece a leitura de textos, direcionando os usuários para links externos, como os sites desses escritórios.

Há um consenso e dados sobre o perfil das pessoas que utilizam o Facebook estarem envelhecendo, então, podemos chegar à conclusão de que é um público mais sênior que interage com esse canal. Por outro lado, há uma migração de jovens usuários que passam grande parte do tempo no Feed e assistindo vídeos do Reels do Instagram.

Para a advocacia voltada à pessoa física, seja no Direito Público ou no Direito Privada, o Meta, incluindo o Facebook Ads e o Instagram, tem performado muito bem. Fora das redes sociais, outro exemplo nesse sentido é o Google Ads.

Essas são apenas algumas informações que precisam ser levadas em conta ao investir em uma das redes, já que opções não faltam.

Quanto devo investir?

Isso depende bastante do budget e do objetivo do escritório. Cada canal possui estatísticas de gastos e alcances diferente, mas fazer pequenas experiências para conhecer o retorno do investimento pode esclarecer a questão.

Não estamos tratando de uma ciência exata aqui, já que dois posts diferentes, impulsionados com o mesmo valor, terão resultados completamente diferentes. O tipo do conteúdo, a imagem, o texto, a data de postagem, a concorrência para o leilão de palavras-chave e temas, e o público-alvo escolhido podem influenciar muito nisso.

Além disso, o serviço que você promove versus o perfil dos potenciais clientes possuem expectativas diferentes em cima dos resultados, principalmente quando o escritório mira em conversão.

Se, por um lado, uma pessoa física que lê um conteúdo acaba identificando uma necessidade e entrando em contato com o advogado quase que imediatamente, um Departamento Jurídico possui um processo muito mais moroso para definir um parceiro.

Dito isso, temos que refletir sobre os indicadores de sucesso dessas ações: Se, no varejo, é fácil calcular que um post gerou um número determinado de impressões ou cliques e esses dados podem ser traçados até o momento efetivo da venda, na advocacia, as coisas se tornam mais complexas, já que estamos falando de um serviço de alto valor agregado e que, geralmente, não é de consumo imediato.

Sendo assim, os KPIs (Indicador chave de desempenho) precisam ser discutidos, já que há, também, um ganho não mensurável de exposição da marca.

O impulsionamento é bem prático para quem deseja compartilhamentos, comentários e reações de um grupo específico de usuários e, ao longo do tempo, fica mais fácil mensurar o valor necessário para alcançar a exposição desejada.

Fortalecer a presença digital do escritório

Um dos principais objetivos do impulsionamento é, sem dúvidas impactar mais pessoas. Esse recurso tem se tornado cada vez mais atraente para os escritórios de advocacia que sentem necessidade de fortalecer sua presença digital.

É uma tendência, impulsionada pela pandemia da Covid-19, que tem atraído advogados que percebem o aumento exponencial da competitividade nas redes sociais, não querendo ficar atrás de seus principais concorrentes.

O mundo está, sim, cada vez mais conectado e esse é um caminho se volta. Todos estão buscando meios de se destacar nas redes, que é onde os usuários passam a maior parte do tempo. Segundo levantamento recente da NordVPN, especialista em cibersegurança, os internautas passam mais de 41 anos navegando na Internet, o que equivale a 54% do tempo de vida médio da população.

Na LETS Marketing, a busca por esse tipo de serviço cresceu mais de 300% em 2022.

Por isso, o impulsionamento está disponível para ajudar quem deseja auferir credibilidade para a marca, construir relevância, engajar e se destacar da concorrência.

 

Rafael Faria Gagliardi é sócio e CEO da consultoria LETS Marketing

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Divulgação assertiva de vagas no mercado jurídico

Recomendações e boas práticas para escritórios de advocacia

Quando não há uma estratégia de employer branding, a divulgação de uma vaga pode ser o primeiro contato do(a) potencial candidato(a) com a sua marca e servir para gerar uma percepção preliminar como empregador.

Por Caroline Sciarotta, da LETS Marketing

 

Na necessidade de contratação, antes de se preocupar em receber currículos, existe o desafio de como atingir o público-alvo, para que ele conheça o escritório e passe a considerá-lo como uma opção para trabalhar, transformando este desejo em aplicação à vaga.

É importante atentar-se ao que pode configurar discriminação no anúncio de emprego, de acordo com a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).

Confira os principais tópicos para uma divulgação assertiva de vagas:

Título da vaga: inclua o cargo e, idealmente, o nível da posição para dar clareza do nível de experiência.

Apresentação do escritório: conte sobre o escritório, sua história, seu posicionamento no mercado, propósito e valores inegociáveis

Apresentação da área: mencione o que a área faz, os principais desafios e o que representa para o escritório, indicando se é o core business, ou se está em expansão.

Desenvolvimento e Carreira: conte como é o investimento no desenvolvimento dos profissionais, se há subsídios para cursos, plano de carreira, ou ainda como são as oportunidades de desenvolvimento e crescimento.

Diversidade & Inclusão: se houver, mencione programas e compromissos assumidos de D&I.

Resumo da vaga: mesmo que pareça óbvio, mencione quais são as atribuições e desafios de forma mais transparente possível. É importante dar clareza e ajudará a atrair pelos desafios.

Requisitos: detalhe o conhecimento e a experiência que serão necessários, nível de inglês, soft skills, entre outros. É importante categorizar os requisitos em essenciais e desejáveis. Cuidado: exigir tempo de experiência pode ser configurado como discriminação pela CLT.

Benefícios e conveniências: para ajudar na atração, aproveite esse espaço para mencionar todo o pacote de benefícios, possíveis conveniências ou qualquer programa diferenciado voltado para o bem-estar das pessoas.

Jornada e local de trabalho: se for vaga de estágio, vale mencionar se é matutino ou vespertino. Não determine onde o(a) candidato(a) deve residir, mas mencione o local da vaga. Este dado pode ser configurado como discriminatório pela CLT. Importante informar se o formato é 100% home office ou híbrido.

Mais informações podem ser acessadas no artigo ‘Boas práticas para divulgação de vagas em escritórios de advocacia’: https://www.letsmarketing.com.br/boas-praticas-para-divulgacao-de-vagas-em-escritorios-de-advocacia/

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Grandes escritórios de advocacia podem impulsionar a publicidade no setor

Uma nova era já é realidade

O mercado jurídico, desde os seus primórdios, é encarado com certo conservadorismo quando o assunto é publicidade. Salvo poucos aventureiros conhecidos no meio, advogados costumam ser discretos ao divulgar seus serviços e buscar novos clientes. Mas esse cenário vem mudando, como vemos em ações das grandes bancas nacionais e na relativamente recente atualização Provimento n. 205/2021 da Ordem dos Advogados do Brasil.

Por Rafael Gagliardi

 Antes, o que diz a regra

Em linhas gerais, a prática do Direito exige certa contenção da hora de expor serviços e pessoas para o público. É necessário fugir de qualquer forma de mercantilização e exposição antiética para evitar notificações dos Comissões de Fiscalização das Seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil.

O Conselho Federal da OAB publicou em seu Diário Eletrônico, no dia 21 de julho de 2021, o Provimento 205/2021, que rege as regras da publicidade na advocacia, anteriormente atualizadas no ano 2000. E essa é uma grande mudança para esse mercado, pois flexibilizações importantes passaram a ser incorporadas no texto atual, deixando as ações de marketing jurídico mais permissivas, principalmente com relação aos novos canais de comunicação como redes sociais, podcasts e mecanismos de busca como o Google.

Atuar em linha com essas regras, basicamente, faz com que o setor jurídico busque exposições mais informativas, baseadas em conteúdo técnico para levar conhecimento aos clientes e possíveis clientes.

Os anúncios, propriamente ditos, acabam se diferenciando muito dos demais setores econômicos que, sem restrições, podem trazer palavras sedutoras, expor claramente diferenças entre concorrentes e ofertar de forma direta o serviço ou produto. No mercado jurídico, não pode. Controla-se, inclusive, o aporte financeiro em campanhas, mesmo que de forma subjetiva.

Banner localizado no centro de Nova Iorque, Estados Unidos (foto: Reprodução)

Há bastante especulação entre profissionais de marketing jurídico sobre as consequências do fim de tais limitações, podendo gerar concorrenciais desleais e um encolhimento do mercado, já que grandes bancas possuem um capital muito maior para investir em marketing (como já o fazem). Mas, na verdade, esse seria um cenário completamente novo e provavelmente similar ao que ocorre em outros países onde uma consultoria empresarial e um escritório de advocacia se expõem praticamente da mesma forma e em massa. Se isso acontecer, sem dúvidas, quem investir mais atingirá mais pessoas.

Investimentos dos grandes players

Naturalmente, grandes empresas tendem a possuir maior poder de investimento e o mesmo ocorre no mercado jurídico. Grandes sociedades de advogados já disputam espaços publicitários com marcas conhecidas em veículos de comunicação massificados e no Google Adds. Um exemplo a ser citado é do escritório Mattos Filho, que tem divulgado sua campanha em celebração aos seus 30 anos de operações em diversas mídias, envolvendo jornais de grande circulação e canais digitais.

Anúncio do escritório Mattos Filho em canal digital de notícias em junho de 2022 (foto: Reprodução)

Não é de hoje que a iniciativas dos grandes escritórios inspiram as ações dos demais. Unindo esse fato com as flexibilizações da OAB, podemos estar vislumbrando uma tendência de exploração de novas mídias e formas de impactar pessoas.

Era muito comum, há dez anos, gastar R$ 400 mil nas grandes corporações para emplacar um anúncio em revista. Hoje, por meio dos canais digitais, podemos, potencialmente, atingir a mesma quantidade de receptores com R$ 4 mil – até com nenhum investimento publicitário, se o conteúdo for extremamente interessante. No LinkedIn, uma das principais redes utilizadas por advogados, investimentos pagos de R$ 400 conseguem atingir cerca de 1.500 usuários no perfil buscado pelo escritório. Uma reviravolta na forma como se fazia publicidade no passado por meio de mídias tradicionais.

Hoje, há também meios orgânicos (não pagos) de se comunicar com bastante gente. Voltado ao LinkedIn, a ferramenta, quando bem explorada, pode se tornar um canal tão poderoso, chegando a ser uma interface com centenas de milhares de usuários. Dentre os escritórios com o selo ‘Latin Lawyer Elite Firm’, o escritório Machado Meyer possui cerca de 165 mil seguidores, seguido pelo Mattos Filho (155 mil), Pinheiro Neto (145 mil) e Demarest (135 mil) – dados coletados em 28 de junho de 2022.

A pandemia da Covid-19 certamente impulsionou bastante a digitalização das comunicações no setor jurídico e já é comum ver advogados abrindo novos pontos de contato com o mercado por meio de podcasts, canais no YouTube, atendimento via WhatsApp, etc. Sem deixar de lado as promessas de revolução do metaverso. Mas as formas de vender ou de apenas aparecer podem ser muito variadas nesse novo horizonte trazido pelo Provimento 205/2021.

No segundo semestre de 2021, houve, inclusive, um grande debate acerca da ostentação na advocacia na tentativa de conter alguns excessos, com solicitações de alteração do parágrafo do Provimento que menciona a publicidade ostensiva inadequada, justificado gerar dúvidas de interpretação no mercado.

Em uma pesquisa promovida pela consultoria de marketing jurídico LETS Marketing (clique aqui para acessar), realizada em meados do ano passado, ficou evidente a motivação dos advogados em ampliar seus investimentos em ações de comunicação e desbravar novos meios de captar clientela. O estudo, realizado com 62 escritórios nacionais, apontou que 53% dos respondentes destinaram a maior parte de seus recursos e divulgação. Ações em redes sociais e podcasts estavam na mira, representando, para alguns, uma necessidade de se fortalecer e acelerar a transformação digital.

Importante observar a movimentação dos grandes players e demais advogados do setor. Os grandes, principalmente, pois, de certo modo, estão mais na mira dos agentes do mercado, já que atingem mais pessoas e se tornam uma vitrine.

Uma nova era já é realidade, com advogados fazendo marketing com menos timidez, seja para criar uma imagem protagonista, construir reputação, ou até mesmo por perfis mais extravagantes ou pela simples necessidade de acompanhar o mercado.

 

Veja também:

  • Tendências para o mercado jurídico em 2022
  • Metaverso no mercado jurídico
  • Quem são os clientes dos advogados?
  • Credenciais para advogados
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A efetividade do Instagram na Comunicação Interna

Instagram como ferramenta de Comunicação Interna

Desde 2020, com o início da pandemia, o mundo precisou se transformar em múltiplos âmbitos, mas, principalmente, ao digital. O modo de trabalhar, estudar e se comunicar mudou: adotamos o home office como rotina e aderimos a muitas plataformas digitais até então pouco conhecidas – e outras tantas desconhecidas.

Por Isabelle Brandão e Gabriel Duarte

Nesse caminho, a Comunicação Interna (CI) também vivenciou um processo de mutação: repleto de desafios e incertezas. Como manter a comunicação com a equipe de forma assertiva? Como refazer as estratégias? Por onde começar? Como seguir?

Frente a este cenário muitas plataformas se tornaram canais bastante usuais para as empresas: como Meet, Microsoft Teams, Zoom, Slack, entre outros. E, nessa linha, o Instagram, como rede social informal, mas com alto poder de comunicação e interação, se popularizou como ferramenta de CI.

E quanto à efetividade da ferramenta?

Ao realizar este questionamento, surgem diversos pontos a serem avaliados:

  • O Instagram, hoje, é a rede social que mais cresce no Brasil, com 122 milhões de usuários segundo o DataReportal, mas é importante entender quem é seu público-alvo e se ele está presente nesta rede;
  • Não é possível segmentar conteúdos para suas equipes, como comunicados apenas à gestão ou à equipe operacional;
  • A rede permite interação imediata com curtidas, comentários e compartilhamentos – gerando maior alcance do conteúdo, o que pode resultar em uma oportunidade para as estratégias de Employer Branding (marca empregadora);
  • Não oferece uma organização de dashboards com indicadores segmentados e acompanhamento de histórico de adesão, leitura e engajamento. Para conseguir essa visão mais ampliada, você precisará adotar ferramentas que apoiarão nisso;
  • Para atividades de social media é comum encontrar dificuldades para otimizar alcance e atingir o público-alvo, devido aos algoritmos do Instagram. Ou seja, estas dificuldades também serão enfrentadas ao trazer a CI para este mundo. O conteúdo interno “disputará” com todas as demais contas seguidas pelo usuário, e corre o risco de ser entregue dias depois, ou sequer seja entregue, diminuindo exponencialmente a funcionalidade desta ferramenta.

Mas, afinal, é estratégico utilizar o Instagram como canal de Comunicação Interna?

Com a pandemia e os novos modelos de trabalho, a vida profissional invadiu o espaço do “lar”!  Estamos o tempo todo conectados, até em momentos que deveriam ser de lazer, pois carregamos os smartphones. Será que vale a pena entrar em mais este contexto da vida privada?

Dependendo da forma como os profissionais utilizam o Instagram, torná-lo uma ferramenta corporativa, poderá gerar uma percepção negativa, quando “invadimos” o espaço de distração e entretenimento das pessoas. É por essa razão que a ação pode não ser efetiva, pois ainda que o profissional te siga nas redes, ele pode silenciar o perfil da empresa e não receber os conteúdos.

De todo modo, para começarmos a traçar qualquer estratégia, é importante avaliar se a empresa tem outros canais de comunicação interna. Quais são e como são gerenciados e percebidos hoje? Eles podem apoiar nesta função, muitas vezes de maneiras mais efetivas em comparação com o Instagram.

Quando isso estiver claro, o próximo passo é mapear a vocação de cada canal para definir de que forma o Instagram irá agregar e se irá agregar de fato. A grande questão do momento é: Como a rede irá complementar a estratégia de CI e/ou substituir outros canais?

Dependendo do propósito e tipo de conteúdo que será publicado neste canal, o aplicativo, inclusive, poderá ser configurado como conta privada e aceitar somente os funcionários. Mas, também neste caso, os demais pontos listados também precisarão ser considerados.

Frente a esses diversos cenários, nota-se que não há uma regra sobre qual caminho seguir, é fundamental avaliar, em conjunto, os objetivos da empresa e sua Comunicação Interna, em linha com o perfil dos seus profissionais, pois só assim será possível desenvolver uma estratégia assertiva.

E aí, você utilizaria o Instagram como ferramenta de CI?

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Atuando no mercado desde 2018, a LETS Marketing é uma consultoria de Marketing Jurídico completa. Composta por profissionais experientes, o nosso foco é a transformação dos escritórios de advocacia, pois temos o objetivo de crescer junto com os nossos clientes. Nossos trabalhos são voltados para uma comunicação efetiva com o público-alvo dos milhares de advogados e advogadas que já atendemos dentro e fora do Brasil, otimizando processos e estabelecendo relacionamentos fortes e de longo prazo.

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