Por que os escritórios devem olhar para o Growth Marketing em 2023? Por que os escritórios devem olhar para o Growth Marketing em 2023?
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Category: Marketing

Por que os escritórios devem olhar para o Growth Marketing em 2023?

Growth Marketing

Os escritórios de advocacia no Brasil enfrentam, historicamente, uma série de desafios quando se trata de crescimento e conquista de novos clientes. Com o aumento constante da concorrência, pode ser difícil para os escritórios se destacarem e se diferenciarem.  

Por Douglas Costa e Willian Fernandes 

Esse cenário competitivo tornou-se ainda mais acirrado, e ao mesmo tempo frutífero em oportunidades, nos últimos dois anos. Em 2021, o novo normativo para publicidade e informação na advocacia, o Provimento 205/2021, admitiu o uso de anúncios pagos em plataformas digitais, na esfera de marketing de conteúdo. 

Cultivou-se um terreno fértil para Growth Marketing, a partir daí, que tem mudado tudo o que se entendia por marketing no mercado jurídico até pouco tempo atrás.  

Nem todos os escritórios entenderam essa mudança.  

Quem entendeu, tem saído à frente sobretudo na geração de oportunidades no ambiente digital. Por isso, recomendamos fortemente que gestores das sociedades de advogados, sejam full-service, abrangentes ou especializados, dedicados ao B2B ou às pessoas físicas, olhem para esse assunto com muita atenção. 

O que é o growth marketing? 

Growth marketing, conhecido também como Growth Hacking, é uma abordagem de marketing baseada em dados. Concentra-se na identificação e exploração de oportunidades de crescimento. Envolve testes e repetições de várias táticas de marketing para encontrar o que funciona melhor para um determinado negócio. Os profissionais de Growth Marketing estão constantemente buscando novas maneiras de adquirir e reter clientes e usam uma variedade de táticas para fazer isso, incluindo marketing de conteúdo, marketing de mídia social, marketing por e-mail, otimização de mecanismo de busca (SEO) tráfego pago e entre outros. 

Existem várias razões pelas quais os escritórios de advocacia no Brasil devem considerar a incorporação do Growth marketing em suas estratégias de marketing. 

Growth marketing é a melhor tática para ampliação de alcance de marca 

Em primeiro lugar, o marketing de crescimento pode ajudar os escritórios de advocacia a alcançar um público mais amplo. Ao usar táticas como SEO, Google Ads e impulsionamento em redes sociais e até mesmo plataformas de streaming, os escritórios de advocacia podem aumentar sua visibilidade online e atrair clientes em potencial que talvez nunca tenham ouvido falar deles. O marketing de crescimento também pode ajudar os escritórios de advocacia a entender melhor seu público-alvo, permitindo-lhes adaptar seus esforços de marketing às necessidades e interesses específicos de seus clientes em potencial. 

Reflita: do que adianta postar um volume grandes de posts no LinkedIn ou no Meta (facebook e Instagram), se eles vão ser vistos quase sempre pelas mesmas pessoas? A evolução dessa estratégia passa necessariamente pela evolução do marketing digital, a partir de uma mentalidade de growth. 

Marketing tangível no escritório de advocacia 

Outro benefício do Growth marketing é que ele permite que os escritórios de advocacia rastreiem e meçam a eficácia de seus esforços de marketing. Com o uso de ferramentas como o Google Analytics, os escritórios podem ver exatamente o desempenho de suas campanhas de marketing e fazer os ajustes necessários, identificando oportunidades. Essa abordagem baseada em dados garante que os escritórios de advocacia obtenham o máximo retorno sobre seus investimentos em marketing e gerem relatórios analíticos ideais para avaliar a performance de práticas jurídicas específicas, de forma transparente para todo o conselho de administração do escritório. 

O Growth marketing também pode ajudar os escritórios de advocacia a criar confiança com seus clientes em potencial. Ao fornecer conteúdo e recursos valiosos, os escritórios podem demonstrar sua experiência e se estabelecer como líderes de pensamento em seu setor. Isso pode ajudar a construir credibilidade e confiança com clientes em potencial, tornando-os mais propensos a escolher esse escritório em vez da concorrência. 

Investimentos eficientes 

Por fim, o Growth marketing pode ajudar os escritórios de advocacia a se manterem à frente em um mercado jurídico cada vez mais competitivo. Ao testar e repetir continuamente seus esforços de marketing, como os testes A/B, as sociedades podem identificar o que funciona e o que não funciona, permitindo que fiquem à frente da concorrência e fomentem um orçamento de marketing cada vez mais eficiente. 

Desenhe a jornada do cliente e receba contatos 

Com uma estratégia de growth marketing, o escritório de advocacia pode evoluir sua estratégia de conteúdo a ponto de otimizar, de forma ética e sustentável, seu ‘funil de desenvolvimento de clientes’, chamado de ‘funil de vendas’ em outras indústrias, criando campanhas voltadas não apenas ao aumento de influência, engajamento, alcance e tráfego, mas também à geração de leads – contatos qualitativos que têm interesse no serviço que seu escritório de advocacia presta, conectados a você com o apoio de plataformas como WhatsApp Business, Messenger e site. 

Considere o growth marketing em seu escritório 

Os escritórios de advocacia no Brasil devem considerar a incorporação do Growth marketing em suas estratégias de marketing para atingir um público mais amplo, acompanhar e medir a eficácia de seus esforços de marketing, gerar e mensurar leads, construir a confiança de clientes em potencial e ficar à frente da concorrência. Ao adotar essa abordagem de marketing baseada em dados, os escritórios de advocacia podem se posicionar para o sucesso em um mercado jurídico cada vez mais inovador e competitivo. 

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Como usar Google Ads no escritório de advocacia

Google Ads e Advogados

Escritórios de advocacia têm entrado de cabeça no Google Ads, cada vez mais, desde que o Provimento 205/2021 da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) entrou em vigor. 

Por Douglas Costa e Willian Fernandes

Entre as maiores powerhouses de M&A, as bancas especializadas em litígios trabalhistas ou as sociedades de Direito Empresarial, estão saindo à frente os escritórios que conseguiram evoluir suas estratégias de marketing ao utilizar o tráfego pago de forma ética e sustentável, aliando-o ao marketing de conteúdo relevante. 

Ilustrando, se o seu escritório lança um novo site com alta tecnologia ou um podcast super produzido no Youtube, mas não prevê um orçamento específico para campanhas de Google Ads, isso pode ser comparado a uma Ferrari com pouco combustível e sem destino de viagem. 

Vamos acelerar essa máquina? 

Leia também sobre growth marketing

Não há um perfil específico de escritório de advocacia que possa se beneficiar mais do uso do Google Ads. Contudo, nem todos os tipos de campanha de ads atenderão aos objetivos dos escritórios de forma igual.  

Para um advogado que atua com inventários, uma campanha de geração de leads pode ser ultra eficaz. Para quem assessora grandes investidores em leilões de infraestrutura, por outro lado, faria muito mais sentido uma campanha de ampliação de alcance e influência. 

Encorajamos os escritórios de advocacia a conhecerem mais sobre as possibilidades de entender o Google como plataforma prioritária de marketing, na maioria das vezes de forma até mais importante que as redes sociais.  

Aplicando essa mentalidade ao escritório, o Google Ads passa a ser um protagonista na estratégia de aproximar o escritório de novas oportunidades. 

O que é Google Ads? 

O Google Ads é uma plataforma de publicidade que pode ajudar organizações, como escritórios de advocacia, a alcançar novos clientes e expandir seus negócios. Ao criar anúncios relevantes e direcionados e escolher as palavras-chave e as geolocalizações certas, os escritórios de advocacia podem alcançar clientes em potencial que procuram serviços jurídicos on-line com eficiência. 

Vantagens do Google Ads 

Existem várias vantagens em usar o Google Ads para escritórios de advocacia no Brasil. Um dos principais benefícios é que permite que as empresas alcancem um grande público-alvo. O Google, cuja missão é organizar toda a informação do planeta, é o mecanismo de pesquisa mais popular que há e, com o Google Ads, os escritórios de advocacia podem alcançar pessoas que pesquisam ativamente por soluções para seus desafios jurídicos on-line.  

Isso significa que as empresas podem direcionar seus anúncios para pessoas que já estão interessadas nos tipos de serviços que oferecem, aumentando as chances de atrair novos clientes. 

Aqui estão algumas razões pelas quais os escritórios de advocacia devem considerar o uso do Google Ads: 

  •  Alcance direcionado: o Google Ads permite segmentar seus anúncios para palavras-chave e dados demográficos específicos, para que você alcance as pessoas com maior probabilidade de se interessar por seus serviços. 
  • Resultados mensuráveis: o Google Ads fornece dados de desempenho detalhados para que você possa acompanhar a eficácia de suas campanhas e tomar decisões baseadas em dados sobre como alocar seu orçamento de marketing. 
  • Flexibilidade: o Google Ads permite ajustar facilmente suas campanhas e orçamento em tempo real, para que você possa otimizar seus anúncios para máxima eficácia. 
  • Custo-benefício: o Google Ads pode ser mais econômico do que outras formas de publicidade, incluindo as redes sociais, pois você só paga quando alguém clica em seu anúncio.  

Concorrência 

Os escritórios de advocacia enfrentam intensa concorrência, especialmente quando se trata de atrair novos clientes.  Uma maneira de os escritórios de advocacia se destacarem da concorrência é usando o Google Ads. 

Dessa forma, é possível posicionar um conteúdo na primeira página do Google ou do Youtube, ‘furando a fila’ dos resultados orgânicos de busca. Essa prática tem se tornado cada vez mais comum nos escritórios. 

Como criar suas campanhas no Google Ads 

Existem vários fatores importantes a serem considerados ao criar uma campanha do Google Ads para um escritório de advocacia. Primeiro, é importante determinar seu público-alvo. Quem são os clientes em potencial que você está tentando alcançar? Sua prática jurídica presta serviço para pessoas ou empresas? Que tipos de serviços jurídicos você está oferecendo? Em quais situações seu cliente precisa do advogado? Ao entender seu público-alvo, você pode criar anúncios que serão mais eficazes para alcançar e converter clientes em potencial. 

Em seguida, você precisará escolher as palavras-chave certas para sua campanha. Palavras-chave são os termos e frases que as pessoas usam quando procuram serviços jurídicos. Exemplo: “advogado trabalhista” “advogado previdenciário” “advogado familiar” Esses são alguns exemplos de como as pessoas buscam por serviços jurídicos no Brasil. 

Para uma estratégia ainda mais sofisticada, é importante considerar também que o contato em potencial pode descobrir a marca do seu escritório a partir de palavras-chave que não estão necessariamente ligadas a um serviço. Em muitas vezes, quem procura um termo no Google quer apenas aprender mais sobre um assunto. E esses casos também resguardam diversas oportunidades. Exemplo: ‘Como realizar um inventário’; ‘Cuidados ao investir em uma startup’; ‘Como aumentar a eficiência tributária da minha empresa’; etc.  

Ao escolher as palavras-chave certas, você pode garantir que seus anúncios sejam exibidos para pessoas que pesquisam ativamente os tipos de conteúdo e serviço que você oferece. Você pode usar ferramentas como o Planejador de palavras-chave do Google para ajudá-lo a identificar palavras-chave relevantes para sua campanha. 

Também é importante criar títulos de anúncio atrativos que chamem a atenção do público. Os títulos do anúncio devem descrever claramente as palavras-chave que seu potencial cliente pode utilizar. É importante também considerar o uso de extensões de anúncio, que são informações adicionais que podem ser adicionadas aos seus anúncios, como o número de telefone ou o endereço de sua empresa. As extensões de anúncio podem ajudar a aumentar a visibilidade e a credibilidade de seus anúncios.  

Além de criar um título de anúncio eficaz, é importante otimizar suas landing pages (são páginas web que o usuário é direcionado através do anúncio) para gerar mais conversões. Suas landing pages devem fornecer mais informações sobre seu escritório e os serviços jurídicos que você oferece, e devem incluir uma chamada para ação clara que incentive os clientes em potencial a entrar em contato. 

Também é uma boa ideia acompanhar e analisar o desempenho de sua campanha do Google Ads usando ferramentas como o Google Analytics, você pode ver quantas pessoas estão clicando em seus anúncios, visitando seu site e convertendo em clientes. Esses dados podem ajudar você a entender o que está funcionando e o que não está, além de permitir que você faça ajustes em sua campanha para melhorar seu desempenho. 

Em 2023, será mais importante do que nunca que os escritórios de advocacia no Brasil usem o Google Ads. Isso ocorre porque a internet continuará a desempenhar um papel significativo na forma como as pessoas encontram e escolhem serviços jurídicos, com cada vez mais pessoas recorrendo à web para pesquisar e comparar escritórios de advocacia.  

Ter uma forte presença online por meio do Google Ads será essencial para atrair novos clientes. 

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Tendências de Marketing para 2023

O que podemos esperar para o próximo ano?

Por Caio Morilha e Isadora Camargo, da LETS Marketing

2022 foi um ano de lançamentos tecnológico que envolveu Inteligência Artificial e novas modalidades de uso de dados. Em nossa newsletter, trouxemos algumas destas novidades presentes no ambiente jurídico, como visual law, vídeo-marketing, aplicativos e novos recursos das redes sociais, além de mudanças de comportamento do usuário que usa as redes e a internet para buscar inovação, novidades ou formas diferentes de se aproveitar um lançamento para que se torna tendência.

Não à toa, interagimos com conteúdos mais audiovisuais, ouvimos muitos podcasts e nos respaldamos no marketing de conteúdo para engajar. Pensando nisso, preparamos um spoiler de cinco tendências no marketing que poderão ser aproveitadas pelo mundo jurídico. Confira!

MARKETING SOCIAL E INCLUSIVO

Criação/produção de conteúdos e anúncios para todos os públicos, independentemente das características de segmentação de mercado. Os benefícios de investir no segmento podem ser vistos no dia a dia. Isso porque a iniciativa possui impactos dentro e fora da organização. Alguns especialistas já citam como exemplo do marketing inclusivo a etnicidade, por exemplo, como um conceito que estará ainda mais presente nas ações internas e externas de 2023, aproveitando a simbologia da “raiz étnica” para criar comunicação inclusiva, um jeito de estimular o pertencimento e valorização das identidades.  O objetivo é dar ênfase à responsabilidade social. Ações de ESG aumentam em 2023.

DATA DRIVEN – GESTÃO BASEADA EM DADOS

Refere-se ao estado do negócio em que os dados são usados ​​para impulsionar a tomada de decisões e outras atividades relacionadas com eficiência, em tempo real. Empresas orientadas por dados chegam ao seu destino com mais rapidez e eficiência. Ser ou tornar-se data-driven é uma resposta a grande transformação cultural e econômica em andamento: a indústria 4.0. Estamos assistindo a esta transformação a pelo menos alguns anos, mas em 2023 o fenômeno do Big Data deve impulsionar ações de marketing, sempre associadas à segurança e proteção de dados. Por isso, data driven e LGPD serão desafiadores em 2023.

Ênfase na privacidade do consumidor com atualização de software de privacidade: Empresas estão desenvolvendo sistemas para garantir que os clientes se sintam seguros ao fornecer suas informações pessoais e não passem pelo fenômeno de violação de dados e fraudes digitais. Ainda que não seja exatamente uma ferramenta de marketing, vislumbrar atualizações de sistemas de segurança digital permite que os clientes se cadastrem, por exemplo, sem se preocupar.

METAVERSO

O investimento em marketing digital cresce cada vez mais. O universo possibilita a interação entre o mundo físico e mundo virtual. Alguns escritórios e organizações já estão investindo na estratégia, que deverá se expandir ainda mais em 2023, trazendo oportunidades para as marcas. Entre as novidades de 2023 para o segmento estão os debates sobre legislação no metaverso e acesso ao espaço virtual sem gadgets, como óculos de realidade aumentada.

CONVERSAÇÃO E SAC DIGITAL

De acordo com CEO da RD Station, Eric Santos, prospects atualmente demandam formas imediatas de contato e querem um canal em tempo real para atendimento. Por isso, pode-se esperar para o próximo ano mais ferramentas de SAC para clientes a fim de que conversem não apenas com chat bots, mas que aperfeiçoem o redirecionamento de contato para os responsáveis. Atendimento em whatsapp deve ficar para traz e plataformas de chamado online podem tomar conta do ambiente corporativo, um jeito de utilizar a tecnologia para otimização.

USER EXPERIENCE

A experiência do usuário, independente do segmento de mercado, continua como uma das tendências mais desafiadoras. Como técnica do marketing, a UX pode ser adaptada à linguagem, cada vez mais dinâmica e objetiva, ou mesmo aos layouts e construções de identidade de marca. Sites cada vez mais minimalistas e livres de pop-ups. Outras ferramentas para explorar são as interfaces ativadas por voz, animação de posts e “Scrollytelling”, isto é, narrativas que são contadas enquanto o usuário rola a tela.

 

Gostou? E você, tem uma aposta de tendência para 2023?

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Marketing de conteúdo determina autoridade temática e desenvolvimento de negócios na área jurídica

Por Caio Morilha e Isadora Camargo, da LETS Marketing

Atualmente, a produção de conteúdo é base do relacionamento entre um escritório de advocacia e o ecossistema de stakeholders (clientes, pares, parceiros). Contudo, apenas produzir bons conteúdos não é garantia de sucesso, mas abre um leque de novas oportunidades. Quando um escritório investe em produção de conteúdo, torna-se evidente a valorização da marca, a autoridade e a legitimidade no tema. A consequência? Engajamento e impulso no desenvolvimento de inteligência e negócios.

O marketing de conteúdo, portanto, envolve estratégias de criação, produção, pluralidade de vozes e direcionamento a diferentes públicos. Por meio dele, se estrutura calendários editoriais, planos de ação para criação de textos e outros formatos atrativos para argumentar sobre um assunto e, sobretudo, indicar impactos práticos para o dia a dia do cliente que é, ao mesmo tempo, audiência fiel.

Perseguir a jornada do público é criar elos para gerar conteúdos que complementem esta jornada

Antes de produzir algum tipo de conteúdo, é fundamental que seja feita uma organização e que todas as ideias estejam atreladas em um planejamento. O primeiro passo é definir quais são os objetivos, metas e táticas. O fortalecimento da marca na internet pode ser um deles, mas é possível estabelecer outros propósitos como a geração de leads, aumento do tráfego de um site, interação em uma rede social e, principalmente, atração para fechar negócios.

Uma produção de conteúdo robusta e eficiente precisa, antes de tudo, de uma estratégia de marketing bem implantada para que se alcance resultados. Para isso, monitorar o público fidelizado e aquele que chega organicamente auxilia na seleção de pautas factuais ou frias, isto é, que não têm um prazo de validade, mas são igualmente importantes para o debate.

As redes sociais, atualmente, desempenham um papel fundamental, pois são elas que conectam o leitor ao escritório. Um conteúdo de qualidade e bem produzido, mais do que informar ou trazer credibilidade, incentiva seus seguidores a realizarem alguma ação, seja pelo contato “inbox” ou telefonema.

Produzir conteúdo diverso e causal, isto é, aquele que reflete a agenda pública, é uma forma de estar presente em diversas cadeias de interação. A influência informacional garante geração de interesse, afinal, as pessoas utilizam os buscadores para “perguntar” sobre temas diversos. Ter a estratégia de responder estas perguntas indiretamente é o primeiro passo para construir conteúdos fortes, replicáveis e rastreáveis. Otimização e uso de palavras-chave se tornam infalíveis para a construção de informações que têm duplo foco: informar e desenvolver inteligência de negócios.

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Mudanças no Instagram: plataforma passa a ter ferramenta para programar posts

Por Caio Morilha, da LETS Marketing

O Instagram é considerado uma das mais importantes aquisições  da Meta e uma das redes sociais mais usadas no mundo – no Brasil são cerca de 29 milhões de usuários. Recentemente, a plataforma lançou um novo recurso que promete revolucionar a experiência dos usuários na rede: a possibilidade do agendamento de Reels, fotos e carrosséis com até 75 dias de antecedência pela plataforma.

A nova funcionalidade, muito pedida pelo público, elimina a necessidade da utilização de serviços e programas de terceiros como a Meta Business Suíte e a Creator Studio, originalmente do Facebook. No entanto, a ferramenta ainda não está disponível em todas as contas da rede, pois contempla primeiro os perfis profissionais/corporativos e, posteriormente, os perfis sociais.

Por se tratar de um novo mecanismo, há limitações. Alguns posts específicos, como os conteúdos monetizados: campanhas pagas e postagens com tags de produtos ou marcas ainda não podem ser agendados, mas que devem ser corrigidos no futuro.

O novo recurso oferece ao público profissional mais interação com seus clientes. No mundo jurídico, por exemplo, não será diferente. Investir em um perfil no Instagram e publicar conteúdos frequentemente é uma boa estratégia de manter um escritório de advocacia em alta.

Confira abaixo o passo a passo para agendar posts no Instagram.

– Crie uma nova publicação;

– Clique em ‘configurações avançadas’;

– Clique em ‘agendar essa publicação’;

– Escolha a data e a hora em que deseja publicar;

– Volte a área de edição de publicação;

– Finalize clicando em ‘agendar’;

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Algoritmos sonoros e podcasts: como entrar na “onda” deste novo formato no Brasil

Por Isadora Camargo, da LETS Marketing

Cada vez mais, os buscadores digitais têm mostrado podcasts como resultados de pesquisas temáticas. Se um usuário pergunta ao Google: o que é a Reforma Tributária no país, um podcast será indicado como referência informacional no tema. Evidência deste aumento é também o dado de que as buscas pelo termo podcast cresceram 43% no país em 2022, segundo a Associação Brasileira de Podcasters (Abpod).

Outro estudo, desta vez da Mídia Market, mostra o Brasil no terceiro lugar do pódio dos países que mais ouvem o formato no mundo, atrás apenas da Suécia e da Irlanda. São mais de 30 milhões de usuários ouvindo podcasts nas plataformas digitais. Seria a era dos dados e do áudio?

Isso acontece porque este formato tem se mostrado promissor, especialmente porque consumir conteúdo em áudio também é possibilitar que o ouvinte possa fazer duas tarefas ao mesmo tempo, alimentando a chamada “economia da atenção”. A vantagem é o cardápio de opções. O momento é para explorar esta oportunidade de interação sonora.

A ABPod, ainda, evidencia que os principais momentos de consumo são os “tempos mortos” de produtividade, como deslocamentos no trânsito ou durante a realização das atividades domésticas. Outra oportunidade é que 62% dos ouvintes brasileiros preferem conteúdos nacionais, o que facilita a disseminação de temas mais profundos e técnicos de um lado, enquanto do outro, assuntos mais leves e de entretenimento.

A “listener experience” (experiência do ouvinte) é o primeiro passo para desenvolver técnicas de aprimoramento do formato, estruturando roteiros, tempo de duração e mapeamento de quem são os públicos-alvo.

Entrevistas, narrativas e resumos do dia também aparecem como preferidos nas pesquisas do Spotify no Brasil. Em 2022, o gênero justiça e legislativo teve aumento entre os 20.000 podcasts produzidos no país.

Para isso, além dos podcasts documentais, de mesa-redonda ou entrevista, nota-se um crescimento dos “microcasts”, episódios de até 10 minutos que são individuais e não necessariamente estão organizados em uma série temática. Pela dinamicidade, é o formato que têm mais agradado aos amantes de conteúdo em áudio.

Que tal investir na produção de podcasts em 2023?

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Aplicativo cria avatares com Inteligência Artificial

Mais potente que filtros? A tendência mostra relações entre tecnologia e produções visuais

Lançado em 2016, o aplicativo Lensa, editor de fotos para celular, se tornou uma febre na internet nos últimos dias e alcançou a marca de maior número de downloads nesta terça-feira (29). O app chamou a atenção do público por transformar fotos reais em avatares novos por meio do recurso de inteligência artificial.

O usuário precisa fazer o upload de algumas selfies e esperar cerca de 20 minutos para que o aplicativo retorne com o resultado. O software é capaz de gerar 50 novos avatares com a imagem da pessoa que enviou seus retratos.

De um lado, uma tendência em formatos visuais e do design no modo “tech”, de outro a proposta de avatares hiper-realistas para habitar espaços virtuais como o Metaverso.

Oportuno destacar que, como qualquer tecnologia de IA, a captura de dados para armazenamento é uma das condições de uso. Catalogar informações visuais para que o app se aproxime cada vez mais dos fenótipos reais, no entanto, é uma das principais limitações do Lensa, justamente porque ter o mapa de etnias e raças para “entregar” um resultado próximo da realidade é bastante complexo.

Pode-se chamar o fenômeno de dismorfia digital, termo usado por especialistas desde 2018 devido aos filtros lançados na rede Snapchat. Filtros que são outras tecnologias de mudança da face utilizada no Instagram. Com as novas possibilidades do mercado digital, como é o Metaverso, prevê-se um futuro de muitos avatares e conexões imersivas, mas para isso a tecnologia terá de aprimorar a diversidade fenotípica para que as pessoas, também, se sintam representadas por estes avatares e possam ter experiências de profundidade em redes virtuais mais assertivas.

Além disso, o Lensa só consegue gerar avatares com estilos previamente definidos, no entanto, um designer pode utilizar recursos similares para criar referências de primeiros caminhos visuais, por exemplo.

O app, ainda, cobra pela utilização. Disponível para os sistemas iOS e Android, os recursos disponíveis da tecnologia de IA custam 22,90.

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Visual Law, o termo queridinho do momento.

Como ele pode te ajudar?

O mundo jurídico tem se preocupado cada vez mais em ter um diálogo mais claro, moderno e objetivo. Entre tantas outras ações que ganharam força com a pandemia, o Visual Law se fez mais presente no cotidiano desse segmento, diante da necessidade de uma vida mais digital do que física, em vista do distanciamento social. Assim, escrever uma peça jurídica, sem as limitações do papel e de toda a cadeia de processos, ficou muito mais interessante!

Esse novo cenário digital abriu portas para sermos mais criativos, interativos e, acima de tudo, podermos facilitar a vida das pessoas – conceito básico do design, em sua melhor definição. O design vai muito além disso, mas aqui trazemos essa visão simplificada de que ele é um “facilitador”, uma ponte que conecta a informação ao usuário. Desta forma, o Visual Law se mostra uma ótima opção para o mercado jurídico, e desmistifica velhas ideias de que documentos jurídicos não são legais, com o perdão do trocadilho.

Hoje, é difícil encontrar uma pessoa que nunca assinou um contrato digital de forma eletrônica. Também é possível, por exemplo, protocolar uma petição inicial digitalmente e aplicar diversos recursos de design como:

Menu interativo – que levam o leitor direto ao ponto que ele mais necessita ler, de um determinado documento;

Quadro resumo – que mostra em uma página, os principais tópicos, com uma breve introdução, aplicação de ícones e linguagem direta, de tudo que o leitor vai ver no documento;

Linha do tempo – que dá a ideia de andamento dos fatos, dentro de um período, e que pode, também, ser rica em imagens e ícones;

Infográfico – que pode representar um modus operandi, processo ou até mesmo um acidente, geralmente ligado à uma ilustração ou imagem diretamente relacionada ao ocorrido e que ilustra de forma bem clara um acontecimento;

QRcode – recurso usado especificamente em smartphones, que destina o leitor para um link externo. Ex.: Um vídeo no Youtube, uma matéria na imprensa etc.;

Cores e formas – que podem ser usadas para destacar um determinado quadro, um título importante ou dividir seções de um documento.

Documentos que destacamos para o uso do Visual Law:

  • Petição
  • Procuração
  • Contrato social
  • Contrato de trabalho
  • Termos de Uso e Política de Privacidade
  • Acordo de acionistas ou quotistas
  • Acordo de confidencialidade ou NDA
  • Apresentação institucional
  • Proposta de honorários

Importante destacar que um(a) designer, sozinho(a), não vai conseguir entregar um documento jurídico com qualidade impecável, pelo simples fato de não ser advogado(a). É indispensável que a parte técnica, ou seja, o(a) advogado(a) ou operador jurídico, mude o seu mindset e vocabulário, seja conciso, objetivo e trabalhe em parceria com o(a) designer, para que o resultado seja, então, o melhor possível, dentro desse conceito de Visual Law.

Visual Law é tudo isso… e muito mais. Afinal, esta técnica está conectada diretamente ao Legal Design, enquanto este é a forma de aplicação do Design Thinking, que é um tema muito mais abrangente e que trataremos em outra oportunidade

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Sai Outubro Rosa e entra Novembro Azul: A importância dos meses coloridos

Os meses coloridos

Você já deve ter se deparado com ações de empresas voltadas para campanhas de saúde contra doenças que são simbolizadas por cores ao longo dos meses, como o Setembro Amarelo, Outubro Rosa e Novembro Azul. Mas, além de promover bem-estar da sociedade, qual é, de fato, o objetivo dessas campanhas?

Por Isadora Camargo e Rafael Gagliardi, da LETS Marketing

Associar cores a meses tem sido uma importante ferramenta para conscientizar a população sobre temas como transtornos mentais, câncer, prevenção de acidentes e doação de órgãos.

Esse calendário colorido tem sido uma boa ferramenta de marketing para relacionar as instituições que o utilizam com pautas importantes, além de comunicar os esforços internos e externos das organizações, manifestar apoio à população e disseminar conteúdos sobre questões de saúde essenciais.

Há meses representados por mais de uma cor, inclusive, dentro e fora do País, embora não exista nenhum calendário oficial estabelecido. Dessa forma, associações médicas e entidades ligadas à saúde se reúnem para determinar cores e divulgar campanhas que, cada vez mais, são aderidas no meio empresarial, não importa o nicho. O mercado, em geral, passa a protagonizar iniciativas, engajando a mídia, organizações governamentais, instituições públicas ou privadas.

Campanhas consolidadas

Outubro e novembro recebem um destaque maior pela aderência do público e pelo histórico de entidades dedicadas à prevenção e conscientização sobre tipos de câncer. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) é uma das entidades que monitora e divulga dados para chamar a atenção para o câncer de mama (Outubro Rosa) e de próstata (Novembro Azul). Mas, ao longo dos últimos anos, falar abertamente sobre saúde mental evidencia que o setembro amarelo, marcado pela conscientização da saúde mental e prevenção do suicídio, receba devido destaque em diversos canais de comunicação, especialmente salientado desde o início da pandemia da Covid-19.

Tudo isso serve, também, para a abertura de debates sobre enfermidades psicológicas ou físicas, educando o público e encorajando o diagnóstico precoce. A preocupação corporativa diante deste calendário, então, nunca foi tão fundamental como agora.

Em perspectiva, as iniciativas dos meses coloridos podem compor o ‘S’ da sigla ESG (Governança ambiental, social e corporativa), que vem recebendo cada vez mais atenção no mundo corporativo. Gestores, empreendedores, investidores e colaboradores das empresas se engajam em cada vez mais projetos para promovê-la e são cobrados por isso, exigindo que as organizações sejam socialmente responsáveis.

Essas são as cores mais conhecidas no Brasil:

Janeiro Branco: Promoção pela saúde mental

A campanha visa demonstrar a importância que cuidar da saúde não significa apenas cuidar do corpo físico. Entender as necessidades da mente é elementar para o total bem-estar e equilíbrio entre corpo e mente.

Fevereiro Roxo Laranja: Lúpus, fibromialgia, mal de Alzheimer e Leucemia

De acordo com o Ministério da Saúde, as cores disseminam a conscientização e tratamento de algumas doenças que acometem milhares de brasileiros, sendo a cor roxa representante da prevenção do Lúpus, Alzheimer e Fibromialgia e a laranja da Leucemia. O objetivo é chamar a atenção da população sobre sintomas e consequências, mas tratamentos e acompanhamento regular de saúde.

Março Azul: Câncer colorretal

A campanha vai ganhando espaço ano a ano, porque este é o terceiro tipo de câncer que mais mata no Brasil e o objetivo é conscientizar a população, profissionais de saúde, gestores para o diagnóstico e tratamento precoces do câncer colorretal (CCR), estimulando a prevenção.

Abril Verde:  segurança no trabalho

Simbolizado por um laço verde, a campanha é reforçada pelas datas de 7 de abril, Dia Mundial da Saúde, e 28 de abril, instituído pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) como o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho.

Abril Azul: Autismo

Dia 2 de abril é o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, que surgiu a partir da definição pela ONU, em 2008, com o objetivo de divulgar conteúdos que auxiliem na compreensão do transtorno para um melhor tratamento e inclusão social.

Maio Amarelo: prevenção de acidentes de trânsito

Assim como representa a cor amarelo no semáforo, a campanha faz um alerta para a melhor conduta no trânsito para evitar acidentes.

Maio Vermelho: Hepatite

Com mais de um milhão de pessoas com a doença, a campanha mensal alerta sobre as formas de infecção e tratamento para conscientizar a população.

Junho Vermelho: doação de sangue

Por ser o mês que já possui no calendário o dia 14.06 como o Dia Mundial do Doador de Sangue, Junho Vermelho é no mundo uma iniciativa para fortalecer a Campanha de Doação de Sangue.

Junho Laranja: anemia e leucemia

A cor e o mês simbolizam a relevância do diagnóstico, prevenção e tratamento da anemia e da leucemia, enfermidades que acometem adultos e crianças no Brasil.

Julho Amarelo: hepatites virais e câncer ósseo

No Brasil, a campanha foi instituída em 2019 pela Lei nº 13.802 com o objetivo de combater e reforçar as medidas de vigilância, prevenção e controle das hepatites virais.

Agosto Dourado:  aleitamento materno

A Organização Mundial de Saúde (OMS) determinou agosto como o mês da luta pelo incentivo à amamentação, se relacionando, inclusive, com a Semana Mundial da Amamentação, celebrada entre 1 e 7 de agosto.

Setembro Verde: doação de órgãos e prevenção ao câncer de intestino

Neste mês, a data 27 de setembro é o Dia Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos.

Setembro Amarelo: prevenção ao suicídio

Com lemas que se atualizam ano a ano, a campanha de setembro amarelo se ampliou e, além de falar sobre prevenção ao suicídio, trata da saúde mental como aspecto primordial para o bem-estar, estimulando a conversa e a reflexão sobre as temáticas.

Setembro Vermelho: prevenção das doenças cardiovasculares

Ainda que a campanha não seja tão disseminada, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), o Setembro Vermelho é uma ação para prevenir e tratar essas doenças, além de sublinhar a importância de cuidar do coração por meio de hábitos saudáveis e acompanhamento médico regular.

Outubro Rosa: Câncer de Mama

Criada nos Estados Unidos na década de 1990, a campanha é uma das maiores no mundo pela repercussão e aderência de entidades e empresas. No Brasil, o câncer de mama é o segundo tipo mais incidente em mulheres e a campanha auxiliam na conscientização pelo autoexame e, portanto, prevenção da doença.

Novembro Azul: Câncer de próstata e prevenção a diabetes

Criada na Austrália para eliminar o tabu do exame retal entre homens e prevenir contra o câncer de próstata, a campanha tem ganhado aderência no Brasil através do Instituto Lado a Lado pela Vida desde 2008. O mês e a cor azul também simbolizam o cuidado com as diabetes no intuito de prevenir e divulgar formas para evitar a doença, tratamento e práticas para qualidade de vida.

Novembro dourado: Câncer infanto-juvenil

Novembro Dourado é uma iniciativa para alertar o diagnóstico precoce do câncer em crianças e adolescentes, aproveitando a ocasião do Dia Nacional de Combate ao Câncer Infanto-juvenil, no dia 23 de novembro, data instituída pela Lei nº 11.650, de 2008.

Dezembro Vermelho: Prevenção contra a AIDS

Escolhido em razão do Dia Mundial de Combate à AIDS, lembrado em 1º de dezembro, a campanha objetiva-se em disseminar conteúdos sobre o tratamento precoce da síndrome da imunodeficiência adquirida e de outras infecções sexualmente transmissíveis.

Dezembro Laranja: Câncer de pele

O câncer que mais acomete brasileiros por sua alta incidência fica em evidência para que pessoas possam cuidar com a exposição ao sol, sabendo, principalmente, como tomar as medidas básicas para evitá-lo.

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Os 4 “Ps” do Marketing Jurídico

 4 “Ps” do Marketing Jurídico

Produto, Preço, Praça e Promoção: conheça cada um dos pilares do mix de marketing e como aplicá-los no mercado jurídico.

Por Rafael Gagliardi

Toda estratégia de marketing, querendo ou não, se baseia em pilares para obter resultados efetivos. Esses pilares, conhecidos como os 4 Ps do marketing ou Marketing Mix ou Composto de Marketing, vão definir como a sua marca será compreendida pelo público-alvo e se posicionar no mercado.

O conceito foi criado nos anos 60 pelo professor Jerome McCarthy, e muito difundido por Philip Kotler em inúmeras publicações, embasando decisões de empresas de todos os portes e setores econômicos ao redor do globo.

Os 4 Ps do marketing são:

  • Produto
  • Preço
  • Praça
  • Promoção

A importância dos 4 Ps do marketing no mercado jurídico

Em linhas gerais, a ideia dos 4 Ps se baseia em estudar cada um desses aspectos para planejar e executar ações que considerem as peculiaridades de cada organização, viabilizando a tomada de decisão nos esforços de divulgação, oferta de serviço e fortalecimento da marca.

A ideia é estar sempre à frente da concorrência, e isso também pode ser aplicado no Direito.

Se o seu escritório de advocacia trabalhar bem o Marketing Mix, conseguirá direcionar todas as suas ações de comunicação mercadológica de forma bem-sucedida e integrada com as estratégias de negócio e metas, fidelizando clientes e atraindo novos casos.

Em resumo, fica mais fácil alcançar os objetivos de divulgação e oferta de serviços, além de construir uma autoridade de marca e consolidar a reputação institucional.

Com a importância dessa estratégia compreendida, é hora de detalhar cada um desses pilares e ver como eles devem ser aplicados na rotina dos advogados:

Produto

Neste caso, estamos obviamente falando dos serviços jurídicos. É a proposta de valor que o seu escritório oferece.

Este primeiro conceito visa entender as particularidades da oferta, buscando diferenciais para se destacarem dos concorrentes e conquistar mais clientes. Mais do que isso, é necessário compreender como a expertise do escritório pode satisfazer necessidades e trazer benefícios para seu público. E, ao redor do “Produto”, são criados os demais Ps.

Assim como qualquer empresa, sociedades de advogados estão sujeitas à lei da oferta e demanda, e planejando bem a oferta, conseguimos nos destacar dos competidores. Algumas simples perguntas podem facilitar esse processo, como:

  • Quais são as necessidades jurídicas do seu público-alvo?
  • Como o seu serviço pode suprir essas necessidades?
  • De que forma o seu serviço pode ser um diferencial na vida do cliente?
  • Qual é a melhor forma de descrever o serviço para que ele seja compreendido?
  • Quais são os detalhes técnicos que tornam a contratação do advogado essencial?
  • Qual é o ciclo de vida do serviço?

Preço

Preço costuma ser uma questão delicada de ser tratada, mas é muito importante planejá-lo adequadamente para gerar lucro para o seu escritório e, ao mesmo tempo, fazer com que o cliente entenda o valor agregado do serviço oferecido.

No marketing, essa é uma estratégia básica, que indica o sucesso de venda de um produto e a reputação da marca sabendo oferecer o produto pelo preço certo.

Acertando o valor do que está sendo oferecido versus o esforço para realização dos trabalhos, o escritório de advocacia terá mais lucro com a prestação de serviço do que com o custo para prestá-lo, mantendo sua infraestrutura, pagando impostos, remunerando colaboradores, etc.

É preciso avaliar alguns pontos para se chegar a um bom preço, como:

  • Formas de pagamento disponibilizadas para o cliente;
  • Custos envolvidos no processo de prestação do serviço;
  • Margem de negociação dos advogados;
  • Valor médio oferecido no mercado por serviços similares;
  • Valor da hora da equipe envolvida e como alocá-la no projeto;
  • Qual é a imagem que o escritório passa para o mercado.

Além disso, o preço tem grande influência na percepção que o mercado tem em relação a sua marca, sabendo que as mais valiosas para os clientes são escolhidas, mesmo quando praticam preços mais elevados. Um bom exemplo disso é a Apple, que pratica preços relativamente mais altos que seus concorrentes e, mesmo assim, consegue manter seus fãs, vendendo atributos diferenciados e status.

Competir baseando-se em preço pode prejudicar o seu negócio.

Praça

Praça, neste contexto, nada mais é do que o local onde o serviço é ofertado, seja ele físico ou virtual. É por meio deste P que se define onde o escritório vai colocar seus esforços de prospecção e onde se encontra o ser mercado em potencial.

Acertando a “Praça”, conseguimos saber, por exemplo, onde direcionar esforços de comunicação, patrocínio de campanhas, investimento em eventos, tom de voz da comunicação, benefícios ao manter uma estrutura física, etc.

Promoção

Para o setor jurídico, o conceito de “Promoção” é destinado ao efeito de promover o serviço e não de aplicar descontos nos honorários advocatícios.

A ideia é que a promoção (do serviço, da marca, do advogado e da sociedade) seja mais uma ferramenta que ajudará o escritório a se destacar dos concorrentes, permitindo atingir seus objetivos e persuadindo o público-alvo a entrar em contato.

Isso pode ser feito por meio de diversos canais e das mais variadas formas, desde que siga as diretrizes do Provimento n. 205/2021, por meio de ações pagas ou não em redes sociais, busca de melhor desempenho no Google, nos conteúdos do site, nas comunicações via e-mail marketing, dentre outras inúmeras estratégias para atingir possíveis clientes com eficiência, ética e linguagem adequada.

É preciso, também, avaliar como a concorrência faz publicidade, periodicidade das divulgações e escolha dos meios de divulgação.

Vale apostar em estratégias como Inbound Marketing (forma de publicidade online feita por meio de blogs, podcasts, vídeos, e-Books, newsletters, SEO e outras formas de marketing de conteúdo) e outras técnicas de atração e fidelização.

Outro aspecto importante para considerar é o tom de voz do escritório, que precisa estar bem amarrado com as características do público e com os valores que pretendem transmitir ao mercado.


Veja também:

Com funciona o Marketing de Conteúdo para advogados

O setor jurídico pode e deve fazer Business Development

Estratégias de Marketing Jurídico

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