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Category: Marketing

Guia definitivo: a receita para lotar seu evento jurídico

Um evento de sucesso vai muito além de escolher um bom tema ou palestrantes renomados.

Este guia reúne as práticas mais eficazes utilizadas por profissionais de marketing jurídico, eventos corporativos e performance digital para transformar seus eventos em verdadeiras máquinas de geração de relacionamento, autoridade e oportunidades de negócio. 

Por Juliano Trevisan

A diferença entre um auditório vazio e um evento lotado, atualmente, está na estratégia digital, tempestividade da discussão e reputação percebida do escritório: estrutura de conversão, engajamento e qualidade da base de leads, comunicação contínua, tecnologia bem configurada e decisões baseadas em dados.  

Quando esses elementos trabalham juntos, e dentro das normas éticas da advocacia, o resultado deixa de ser imprevisível e passa a ser replicável. 

Este guia reúne as práticas mais eficazes utilizadas por profissionais de marketing jurídico, eventos corporativos e performance digital para transformar seus eventos em verdadeiras máquinas de geração de relacionamento, autoridade e oportunidades de negócio. 

Por que meu escritório de advocacia deve realizar um evento? 

Na LETS Marketing, recebemos quase que diariamente contatos de advogados que contrataram alguma agência de marketing digital e se frustraram na expectativa de fechar contratos com empresas a partir da estratégia de tráfego pago. 

Quando desejamos honorários advocatícios relevantes, normalmente envolvendo contratos B2B, precisamos presumir que as empresas desejadas já são juridicamente amparadas. E encontrar um espaço para ‘furar’ esse bloqueio pode não ser simples. 

Acreditamos e utilizamos as ferramentas de marketing digital para diversos objetivos estratégicos. Mas, sobretudo, acreditamos que um advogado é escolhido quando:  

  1. O cliente corporativo confia no escritório de advocacia 
  1. O cliente corporativo tem uma dor não solucionada ou não conhece uma oportunidade jurídica específica 

Os eventos jurídicos, portanto, são ferramentas para ativar a estratégia ‘fisital’ no escritório de advocacia. Ou seja, unindo os pontos fortes do marketing digital e da experiência física. 

Esse método presume o escritório pode converter leads por meio do tráfego pago. Mas para aumentar as chances de esse contato evoluir para fases mais avançadas do CRM (Customer Relationship Manager), até obter uma proposta de honorários aprovada, será fundamental atender aos dois bullets citados acima. 

Realize eventos com seu público, traga-o para perto do escritório, crie relacionamento e confiança percebida. Quando os contratos são vistos como consequência desses esforços, e não como meta principal dos investimentos de marketing jurídico, o resultado sustentável acontece, rumo ao crescimento do escritório. 

Por que uma página exclusiva de conversão é indispensável para eventos jurídicos? 

Um dos erros mais comuns na divulgação de eventos realizados por escritórios de advocacia e demais players do mercado jurídicos é direcionar o tráfego para páginas genéricas,como Google Forms, ou plataformas de inscrição cheias de distrações, como a plataforma Sympla.  

Para que a conversão seja eficaz e quase que inevitável, quando o visitante chega até o anúncio ou convite, ele precisa encontrar um único caminho possível, seguindo o método de Call to Action (CTA): realizar a inscrição ou abandonar a página. 

Uma página específica de conversão,  a landing page, tem exatamente esse papel. Diferentemente de um site institucional, formulário único ou plataformas abertas de eventos, ela é construída com foco exclusivo em conversão no seu evento, eliminando qualquer elemento que possa dispersar a atenção do usuário ou levá-lo para outro destino, como redes sociais do organizador. 

Na prática, isso significa: 

  • Ausência total de menus, rodapés ou links externos. 
  • Conteúdo direto, explicando claramente o valor do evento. 
  • Um formulário simples, objetivo e estrategicamente pensado. 

Além disso, essa página precisa ser totalmente responsiva. Hoje, a maior parte do tráfego de campanhas digitais ocorre via dispositivos móveis, especialmente em anúncios no Instagram, Facebook e até mesmo no Google.  

Se a página não for otimizada para celular, a perda de conversão é imediata. Não existe mais espaço para o design que não seja mobile first. Ou seja, ele primeiro deve ser pensado para smartphones para depois serem realizadas as devidas adaptações ao desktop. 

Outro ponto essencial é o formulário de inscrição. Ele não deve coletar dados excessivos, mas sim informações suficientes para: 

  • Entender o perfil do inscrito. 
  • Permitir segmentações futuras. 
  • Viabilizar abordagens comerciais ou institucionais após o evento. 

Esse equilíbrio entre simplicidade e estratégia é o que diferencia páginas que apenas geram inscrições daquelas que geram inscrições qualificadas. 

Como estruturar lembretes e follow-ups para garantir presença no evento? 

Conseguir a inscrição não significa garantir a presença. Na realidade, uma parcela significativa dos inscritos em eventos presenciais ou online simplesmente esquece a data, o horário ou perde o compromisso em meio à rotina. A tradição do marketing estima algo como 40%, embora isso possa variar a depender de diversos fatores, como localização dos inscritos, formato presencial ou on-line do evento, tema e experiência proporcionados pelo evento e, acima de tudo, o perfil do convidado – se ele já tem relacionamento com o escritório organizador ou se é lead recém-convertido. 

Por isso, a comunicação pós-inscrição é tão importante quanto a campanha de divulgação. 

Uma estratégia eficiente de follow-up deve ser automatizada e previsível. O fluxo mais utilizado por organizadores profissionais de eventos inclui, no mínimo: 

  • Um e-mail imediato de confirmação, reforçando a inscrição. 
  • Um lembrete enviado na véspera do evento. 
  • Um lembrete final no próprio dia do evento. 

Essas mensagens não servem apenas para “lembrar” o convidado, mas também para reforçar o valor do conteúdo, a exclusividade do encontro e a importância da presença. 

Outro recurso extremamente eficaz é permitir que o inscrito adicione o evento diretamente à agenda (Google Calendar, Apple Calendar ou Outlook). Esse simples detalhe de integração entre plataformas gera notificações automáticas no celular e reduz drasticamente as faltas. 

Eventos que não utilizam follow-up estruturado costumam ter taxas de comparecimento baixas. Já aqueles que trabalham bem nessa etapa conseguem melhorar significativamente o aproveitamento do público inscrito, como temos visto na LETS Marketing 

Por que a configuração técnica correta impacta diretamente os resultados? 

Mesmo com uma boa página e uma boa comunicação, nada funciona corretamente se a base técnica estiver mal configurada. Plataformas de anúncios como Google Ads e Meta Ads dependem de dados para aprender, otimizar e entregar resultados melhores ao longo do tempo. 

Isso significa que é indispensável: 

  • Instalar corretamente as tags e pixels de rastreamento. 
  • Configurar eventos de conversão (como inscrição confirmada). 
  • Garantir que essas informações estejam integradas à landing page. 

Sem isso, as plataformas não conseguem identificar quem realmente se inscreveu no evento. Na prática, o algoritmo passa a otimizar para cliques ou visualizações, e não para conversões reais (o que aumenta custos e reduz a qualidade dos inscritos). 

Uma estrutura técnica bem feita permite: 

  • Redução gradual do custo por inscrição. 
  • Melhor entrega dos anúncios para o público certo. 
  • Maior previsibilidade nos resultados. 

Como escolher a plataforma de anúncios e o público correto? 

Não existe uma resposta única sobre qual plataforma é melhor para divulgar eventos jurídicos. A escolha depende diretamente do tipo de evento, do público-alvo e do comportamento de busca desse público. 

Acima de tudo, vale lembrar o conceito de que público que pode comparecer ao evento está engajado na sua marca. Ou seja, o nível de engajamento do convidado impacta totalmente na possibilidade de presença. É fundamental, portanto, trabalhar constante a base de leads de forma a engajá-la não apenas quando o evento for anunciado, mas durante todo o ano.  

Afinal, quanto mais contatos qualificados sua lista de marketing tiver, incluindo clientes, parceiros e demais leads convertidos, maior o potencial de sucesso do seu evento.  Newsletters de conteúdo útil mensagens amigáveis são ferramentas de marketing direto que devem ser ativadas durante todo o ano, de forma inteligente e no volume certo, sem exageros, para manter o alto engajamento da base. 

Mas agora vamos presumir que seu escritório pretenda convidar pessoas que ainda não pertencem à sua base de contatos, com o devido consentimento da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). 

Nesse caso, o inbound marketing via tráfego pago é a ferramenta que permitirá alcançar novas pessoas para seu evento. 

O Google Ads tende a funcionar melhor quando o tema do evento atende a uma demanda já existente, ou seja, quando as pessoas estão ativamente buscando por aquele assunto. Nesses casos, o trabalho com palavras-chave bem definidas é fundamental. 

Já o Meta Ads costuma ser mais eficaz para criar demanda, fortalecer autoridade e alcançar públicos segmentados por interesse, cargo, comportamento e localização. É especialmente útil para eventos recorrentes ou quando o público ainda não está buscando ativamente pelo tema. 

Em muitos cenários, a estratégia mais eficiente é a combinação das duas plataformas, utilizando cada uma dentro do seu ponto forte. 

Quais métricas e projeções são essenciais para planejar um evento lotado? 

Um erro comum é planejar eventos com base apenas em expectativa. Eventos profissionais são planejados com base em números. 

De forma geral, é preciso entender três métricas principais: 

  • Custo médio por inscrição. 
  • Taxa média de comparecimento. 
  • Número desejado de participantes presentes. 

A partir desses dados, é possível fazer projeções realistas.  

Exemplificando: Se a taxa média de comparecimento gira em torno de 30% a 40%, por exemplo, isso significa que, para cada 100 inscritos, apenas 30 a 40 pessoas estarão presentes. 

Com base nisso, o organizador consegue calcular: 

  • Quantas inscrições são necessárias. 
  • Qual investimento aproximado em mídia será exigido. 
  • Se o orçamento está coerente com o objetivo do evento. 

Esse tipo de planejamento evita frustrações e permite ajustes estratégicos antes mesmo do início da campanha. 

Importante lembrar que um evento bem-sucedido não precisa ser grande e pode, inclusive, ter o perfil de ‘petit comitê’.  

Ou seja, um café da manhã em uma sala de reunião, no escritório de advocacia, cumpre um excelente papel de aproximar-se do convidado.  

No fundo, é tudo sobre relacionamento e experiência do cliente. 

Quais ações complementares aumentam o público com menor custo? 

Além do tráfego pago, existem ações extremamente eficazes e, muitas vezes, subutilizadas. 

Uma delas é o convite direto para pessoas que já participaram de eventos anteriores. Esse público já conhece o formato, confia na organização e costuma ter taxas de comparecimento mais altas. 

Outra ação estratégica é reimpactar inscritos de eventos passados que, por algum motivo, não compareceram. Em geral, são pessoas da mesma região e com interesse comprovado no tema. 

Essas iniciativas ajudam a reduzir o custo médio por participante e fortalecem a fidelização do público ao longo do tempo. 

Como devo definir o tema do meu evento? 

Essa é uma questão importante e, antes de respondê-la, é fundamental lembrar um conceito importante de marketing. 

O ativo mais importante do evento é o público, não o tema. 

Afinal, como exemplo, seu evento sobre a reforma tributária pode reunir contribuintes pessoas físicas, executivos jurídicos e demais dirigentes de empresas. Mas isso não significa que eles podem contratar apenas suas soluções em Direito Tributário. 

Em algum momento, talvez essas pessoas precisem futuramente de apoio em Direito Criminal ou Contencioso Societário, por exemplo, cujos temas poderiam esvaziar totalmente um evento. 

Ou seja, o evento não deve ser pensado para vender unicamente a solução sobre a qual tem sido discutida, ou solucionar uma dor específica do cliente. O principal ganho que o escritório tem ao realizar o evento com um público qualificado é aproximá-lo de seus advogados, para que ser percebidos com confiança e possam ser escolhidos quando o público precisar de assessoria jurídica. 

Capriche nas credenciais do seu escritório de advocacia 

Na hora de preparar o convite e a landing page, principalmente quando miramos contatos novos, que ainda não pertencem à base de leads do escritório, é fundamental convencer o convidado que ele confiar no escritório. 

Premiações, certificações, reconhecimentos de mercado, currículos qualificados e posições de destaque em rankings jurídicos cumprem o papel fortalecer a reputação percebida do escritório nas comunicações.  

Vale lembrar que a copywriting também deve ser atrativa e ir ao encontro com o interesse do convidado. Ela é o carro-chefe do convite. 

Mas as credenciais são a cereja do bolo que divide escritórios de alta performance e escritórios em desenvolvimento. Saiba mais sobre rankings jurídicos. 

Divulgação de eventos jurídicos e o Código de Ética da OAB 

Ainda, poucos escritórios têm explorado as ferramentas de tráfego pago para divulgar eventos próprios e o motivo, na maioria das vezes, está na tradição. Principalmente no caso de escritórios grandes. 

Há advogados que ainda vivem uma realidade de marketing jurídico anterior ao provimento 205/2021, que regulamentou as diferenças entre ‘publicidade ativa’ e ‘publicidade passiva’ na advocacia. O primeiro conceito impõe regras para os escritórios alcançarem novos públicos por meio do ambiente digital. Não há impedimentos, portanto, para o uso ético de plataformas como Google Ads, LinkedIN Ads e Meta Ads. 

Há ainda os advogados que têm receio sobre o perfil de público que se inscreveria em um evento divulgado amplamente. Mas uma boa equipe de marketing deve ser capaz de mitigar esses riscos por meio curadoria de leads, validações, Recaptcha e entre esforços visando uma experiência de sucesso, sem penetras. 

Por fim, é indispensável reforçar que toda a divulgação de eventos jurídicos deve respeitar rigorosamente o Código de Ética e Disciplina da OAB. 

Isso envolve: 

  • Comunicação com caráter informativo e educativo. 
  • Ausência de promessas de resultado. 
  • Linguagem sóbria e compatível com a advocacia. 
  • Segmentação adequada, sem apelos comerciais indevidos. 

Por esse motivo, a estruturação e divulgação de eventos jurídicos deve ser feita por profissionais que compreendam tanto marketing quanto as particularidades éticas da advocacia. Essa combinação é o que garante segurança jurídica, credibilidade e resultados consistentes. 

Saiba mais sobre o provimento 205/2021 da OAB. 

* Juliano Trevisan é especialista em Performance e Inovação da LETS Marketing, bacharel em Direito e profissional com 13 anos de experiência em marketing digital e tráfego pago. 

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A IA vai substituir advogados?

Mas calma que não será hoje

O uso de inteligência artificial no Direito cresce em ritmo acelerado, mas também traz tropeços que reforçam a importância da supervisão humana. De tribunais estaduais ao STF, decisões recentes mostram que confiar cegamente na tecnologia pode gerar multas, processos disciplinares e até acusações de má-fé. Se você atua na advocacia, vale refletir: até que ponto é seguro adotar ferramentas de IA no dia a dia sem critérios claros de revisão?

Por Rafael Gagliardi

Casos recentes mostram o risco

No Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), um recurso recheado de jurisprudências e doutrinas inexistentes custou caro. O advogado admitiu ter usado IA sem checar as referências. O tribunal aplicou multa de 10% sobre o valor atualizado da causa e comunicou o episódio à OAB/SC. O relator destacou que a prática ameaça induzir juízes ao erro e afronta o dever de veracidade. (Divulgado na TJSC – LINK)

Na Bahia, uma advogada foi punida em dez salários mínimos após petição com precedentes falsos. Ela afirmou que o texto havia sido elaborado por um estagiário do escritório que quis “mostrar serviço” ao usar IA sem autorização. O juiz entendeu que a defesa violou a dignidade da Justiça e expediu ofício à OAB/BA. (Divulgado em Migalhas – LINK)

Em Mogi das Cruzes (SP), a 3ª Vara do Trabalho rejeitou embargos de declaração apresentados por empresa de segurança. O juiz destacou que a peça era genérica, sem revisão e baseada em premissas equivocadas, típica de produção automática sem análise crítica. A multa incluiu 2% por caráter protelatório e 5% por litigância de má-fé. (Divulgado no TRT-2 – LINK)

No Supremo Tribunal Federal, o ministro Cristiano Zanin rejeitou reclamação constitucional com precedentes inexistentes e menções falsas a súmulas. Para ele, a peça foi feita com recurso de IA sem qualquer revisão posterior, configurando má-fé. O caso foi encaminhado ao CFOAB e à OAB/BA. (Divulgado em Migalhas – LINK)

Na arena internacional, reportagem da MIT Technology Review Brasil destacou episódios nos EUA e em Israel. Um juiz da Califórnia multou em US$ 31 mil um escritório por petição com artigos inexistentes, atribuídos a modelos de IA. Outro caso envolveu promotores israelenses que citaram leis que não existiam, admitindo depois o uso inadequado da tecnologia. Especialistas alertam: as chamadas “alucinações” de IA não diminuíram, estão se tornando mais comuns e até grandes escritórios já caíram nessa armadilha. (Divulgado na MIT Technology Review Brasil – LINK)

Esses exemplos deixam claro: IA pode ser útil, mas não substitui o crivo técnico do advogado. A pressa em usar ferramentas sem revisão crítica pode minar reputações, gerar prejuízos e até comprometer a confiança do Judiciário. Se a tecnologia deve ser parceira, cabe a você decidir se quer que ela trabalhe ao seu lado ou contra você.

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Marketing 6.0

Marketing 6.0: o que muda e como se preparar para essa nova era

Philip Kotler e seus coautores trouxeram um novo conceito ao debate: o Marketing 6.0. Mas o que exatamente ele representa?

Diferente das mudanças anteriores, que focavam na digitalização e personalização, o Marketing 6.0 propõe uma fusão entre os mundos físico e digital. As interações de consumo se tornam mais imersivas, e a linha entre experiência e publicidade desaparece. A ideia central é que marcas não apenas vendam produtos, mas se tornem parte da vida das pessoas.

Mãos

A evolução do marketing: do 1.0 ao 6.0

O marketing evoluiu conforme a tecnologia e as necessidades do consumidor se transformaram. Cada fase trouxe novas abordagens:

  • Marketing 1.0: Foco exclusivo no produto. As empresas priorizavam qualidade e distribuição para ganhar mercado. O consumidor tinha pouca influência na decisão das marcas.
  • Marketing 2.0: Pós-Segunda Guerra Mundial, a concorrência aumentou e as marcas passaram a segmentar o público. Estratégias começaram a se basear no comportamento do consumidor.
  • Marketing 3.0: Surgiu com a personalização. As marcas passaram a enxergar o consumidor como um indivíduo, investindo em mensagens e conteúdos específicos para diferentes perfis.
  • Marketing 4.0: Digitalização e conectividade. O marketing migrou para o ambiente digital e ferramentas como redes sociais, e-commerce e inbound marketing se consolidaram.
  • Marketing 5.0: Personalização avançada com base em dados e inteligência artificial. As marcas começaram a criar estratégias hiperpersonalizadas, focadas em experiências individuais.
  • Marketing 6.0: A integração total entre o mundo físico e digital, criando experiências imersivas e sem barreiras entre os canais.

Os pilares do Marketing 6.0

  • Metamarketing: a integração total entre vida real e marketing. Marcas deixam de ser apenas fornecedoras de produtos e passam a criar ecossistemas completos. Exemplo: a Salesforce não só vende software, mas também treina e certifica profissionais, criando um mercado para sua própria solução.
  • Geração phygital: a Geração Z cresceu sem separação entre o mundo físico e digital. Isso muda a forma como compram, consomem conteúdo e interagem com marcas.
  • Marketing imersivo: influenciado por cinco fatores principais: vídeos curtos, redes sociais baseadas em comunidades, e-commerce interativo, IA aplicada à comunicação e tecnologias vestíveis.

O que pode ser uma experiência imersiva no marketing jurídico?

O mercado jurídico sempre foi altamente personalizado. Advogados constroem confiança por meio de relações sólidas, comunicação clara e atendimento exclusivo. O Marketing 6.0 pode potencializar esse modelo, ampliando as possibilidades de interação sem perder a essência da proximidade com o cliente.

Advogados podem criar experiências imersivas utilizando ferramentas como:

  • Conteúdo interativo: webinars, podcasts e vídeos explicativos que simulam uma conversa direta com o público.
  • Assistentes virtuais e chatbots inteligentes: IA para tirar dúvidas iniciais de clientes e agilizar respostas sem perder o toque humano.
  • Consultorias personalizadas via plataformas digitais: reuniões online bem estruturadas, com relatórios visuais e dashboards personalizados para cada cliente.
  • Experiências híbridas: eventos presenciais combinados com transmissões ao vivo, permitindo maior alcance sem perder o contato direto.
  • Gamificação e simuladores: testes interativos que ajudam clientes a entenderem melhor suas necessidades jurídicas antes da contratação.

Como advogados podem oferecer experiências personalizadas?

O marketing jurídico precisa equilibrar inovação e ética. A experiência imersiva pode ser aplicada de forma eficaz sem ferir as normas do setor:

  1. Atendimento proativo: antecipe-se às dúvidas dos clientes com conteúdos personalizados e um fluxo de comunicação eficiente.
  2. Redes sociais estratégicas: produza conteúdo educativo para demonstrar conhecimento e autoridade sem ultrapassar os limites éticos.
  3. Uso de tecnologia com equilíbrio: IA e automação são aliadas, mas o atendimento humano ainda é o diferencial.
  4. Segmentação inteligente: direcione conteúdos e informações conforme o perfil de cada cliente para tornar a comunicação mais eficaz.
  5. Eventos exclusivos: crie experiências presenciais e digitais para gerar proximidade e networking qualificado.

O Marketing 6.0 já está acontecendo e representa um novo modelo de relacionamento com o público. Para Rafael Gagliardi, sócio da LETS Marketing, “o Marketing 6.0 combina muito com o mercado jurídico, que tradicionalmente é conhecido por ser extremamente pessoal e personalizado. Basta acoplar em sua rotina as possibilidades digitais e de inovação para potencializar resultados e fortalecer a conexão com os clientes”.

 

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Acesse a pesquisa: Inteligência Artificial no Setor Jurídico

Quer saber mais sobre advocacia e inteligência artificial? Por exemplo, você acha que a IA pode substituir o papel do advogado no futuro?

A resposta é ‘sim, parcialmente’ para 77% dos respondentes da pesquisa realizada pela LETS Marketing e divulgada em junho de 2024.

Imagem do estudo Inteligência Artificial no Setor Jurídico

Ouvimos advogados atuantes em escritórios full-service, abrangentes e especializados em diferentes localidades do Brasil, representando diferentes perfis de players no setor jurídico.

A coluna Radar, da Revista Veja, publicou uma nota sobre nossa pesquisa. Confira aqui.

Clique aqui e acesse o relatório de pesquisa.

Abaixo, confira a introdução da nossa pesquisa, assinada por nosso sócio-fundador, Rafael Gagliardi.

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 Introdução ao estudo

Nos últimos anos, a integração da inteligência artificial (IA) no setor jurídico tem se mostrado uma revolução paradigmática, redefinindo as práticas e perspectivas dos profissionais do Direito. O advento da IA trouxe consigo uma gama de ferramentas e tecnologias que têm o potencial não apenas de otimizar os processos tradicionais, mas também de proporcionar insights profundos e análises preditivas
que antes eram inconcebíveis.

Neste contexto, sobretudo, advogados e escritórios de advocacia estão reconhecendo, cada vez mais, os benefícios tangíveis que a inteligência artificial pode oferecer. Desde a automação de tarefas rotineiras até a análise avançada de dados jurídicos, a IA está transformando a maneira como os operadores do Direito abordam problemas complexos e prestam serviços aos seus clientes.

A capacidade de processar grandes volumes de informações de forma rápida e eficiente é, portanto, um dos aspectos mais significativos da utilização da IA no setor jurídico, portanto.

Por meio de algoritmos sofisticados, novas ferramentas podem analisar contratos, jurisprudência, documentos legais e outros dados relevantes com uma precisão e velocidade incomparáveis. Isso permite que os advogados dediquem mais tempo a tarefas de maior valor agregado, como estratégia jurídica e atendimento ao cliente, enquanto as tarefas
repetitivas são delegadas à tecnologia.

No entanto, é importante reconhecer que a integração da IA no setor jurídico também apresenta desafios e considerações éticas. Ademais, questões relacionadas à privacidade, segurança de dados, viés algorítmico e responsabilidade profissional precisam ser cuidadosamente ponderadas para garantir que a IA seja utilizada de maneira responsável e transparente, principalmente.

Spoiler alert

Aproximadamente 83% dos participantes do estudo estão certos de que é necessário, entretanto, a regulamentação para lidar com os desafios éticos associados ao uso da IA no campo jurídico, o que ressalta uma preocupação significativa com as implicações da tecnologia. Isso indica um forte consenso sobre a importância de estruturar um quadro regulatório que possa orientar o desenvolvimento e o uso da IA no Direito.

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A Impressionante evolução da inteligência artificial

Nova Tecnologia Sora da OpenAI

A evolução da inteligência artificial (IA) continua a surpreender e a desafiar nossa compreensão do que é possível alcançar. Um exemplo notável dessa progressão é o Sora, um modelo desenvolvido pela OpenAI, que compreende e simula o mundo físico em movimento. Ao ler sobre as capacidades e limitações do Sora, é inevitável refletir sobre o papel transformador que a IA vem desempenhando em diversas esferas. 

Por Douglas Teixeira Costa

A evolução da inteligência artificial (IA) continua a surpreender e a desafiar nossa compreensão do que é possível alcançar. Um exemplo notável dessa progressão é o Sora, um modelo desenvolvido pela OpenAI, que compreende e simula o mundo físico em movimento. Ao ler sobre as capacidades e limitações do Sora, é inevitável refletir sobre o papel transformador que a IA vem desempenhando em diversas esferas. 

O potencial do Sora em gerar vídeos de alta qualidade, com base em instruções de texto, é verdadeiramente surpreendente. O modelo não só interpreta o que é solicitado, mas também compreende como esses elementos existem e interagem no mundo real. Isso abre possibilidades infinitas em termos de criação de conteúdo visual, oferecendo aos profissionais criativos uma nova ferramenta para expressar sua arte e visão de maneiras inovadoras.  

Como o Sora pode ser aplicado no mundo jurídico?  

Com o aumento da presença digital de escritórios de advocacia, ferramentas que auxiliem na produção de conteúdo são mais do que bem-vindas.  

O marketing jurídico se torna muito mais dinâmico quando apoiado por tecnologias facilitadoras, e o Sora pode auxiliar na criação de um formato que está dominando o universo virtual: vídeos.  

Além disso, a utilização da IA pode proporcionar uma boa vantagem na competição pela audiência digital, afinal, frente a usuários saturados de informação, conteúdos personalizados e inovadores ganham destaque.  

Contudo, é importante reconhecer que, assim como qualquer avanço tecnológico, Sora também apresenta suas limitações. A dificuldade em simular com precisão física cenas complexas e a compreensão limitada de instâncias específicas de causa e efeito são desafios que precisam ser enfrentados. Por exemplo, a incapacidade de Sora em reproduzir detalhes espaciais precisos pode levar a inconsistências em suas representações visuais. 

Além disso, questões éticas e de segurança emergem com o desenvolvimento de tecnologias como essa. A necessidade de garantir que o modelo seja utilizado de maneira responsável e ética é crucial. As medidas de segurança implementadas pela OpenAI, como trabalhar com especialistas em red teamers e desenvolver ferramentas de detecção de conteúdo enganoso, são passos importantes na direção certa. No entanto, é fundamental continuar a monitorar e avaliar o impacto da IA na sociedade e estar preparado para lidar com possíveis consequências não intencionais. 

Olhando para o futuro, é evidente que a pesquisa e o desenvolvimento contínuos em IA, exemplificados por modelos como Sora, têm o potencial de revolucionar ainda mais a maneira como interagimos com o mundo digital. No entanto, essa revolução vem com a responsabilidade de garantir que os avanços tecnológicos sejam utilizados para promover o bem-estar humano e aprimorar nossas práticas profissionais, incluindo a advocacia. 

Sora ainda está em processo de testes e em breve poderá ser disponibilizada para o público em geral. 

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Modelos de ação e linguagem: um cenário promissor para a Inteligência Artificial

LLMs, LAMs e a Revolução da Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial (IA) é, sem dúvida, hoje, uma força revolucionária quando o assunto é inovação e tecnologia. Entre as mais variadas discussões sobre a temática, destacamos a necessidade de sua regulação e importância do seu uso ético e responsável. Além disso, citamos também duas de suas aplicações, conhecidas como Modelos de Ação (LAMs) e Modelos de Linguagem (LLMs). 

Por Yasmin Brandão da LETS Marketing

Large Language Model (LLM) 

Os LLMs, ou Modelos de Linguagem de Grande Escala, são sistemas de Inteligência Artificial que dominam a arte da linguagem, a partir do treinamento massivo. Entre suas atuações estão tradução, resumo de texto, criação de conteúdo etc. Esses modelos operam como redes neurais complexas, aprendendo padrões e relações entre palavras e frases. Ao analisar milhões de exemplos, eles desenvolvem a capacidade de prever a próxima palavra em uma sequência, construir frases gramaticais e produzir textos coesos e coerentes. 

Ainda em desenvolvimento no Brasil, os LLMs já demonstram grande potencial para transformar diversas áreas. Entre os softwares que representam seu uso, podemos citar o ChatGPT, Gemini e LaMDA. Na medida em que a tecnologia se aprimora e os desafios são superados, o que se pode esperar é um cenário onde esses modelos serão ferramentas essenciais para o desenvolvimento social, econômico e cultural do país e do mundo. 

Large Action Models (LAMs) 

Após o domínio da linguagem com os LLMs, a Inteligência Artificial avança para um novo território: os Modelos de Ação de Grande Escala (LAMs). Treinados em conjuntos de dados massivos de código e demonstrações visuais, os LAMs aprendem a realizar tarefas complexas no mundo real, abrindo caminho para uma nova era de automação e interação com as máquinas. Eles nada mais são do que modelos capazes de compreender qualquer tipo de interface de usuário e navegar por ela como um ser humano.  

Para esse tipo de modelo temos exemplos que antes pareciam muito distantes, como carros autônomos, robótica e aplicação em videogames. Eles representam, então, um salto significativo na Inteligência Artificial, com potencial para revolucionar diversos setores da sociedade. 

Diferentes modelos, mesmo cenário 

Os LLMs e LAMs, apesar de suas diferenças, não operam em universos separados. A convergência dessas tecnologias abre um leque de possibilidades ainda mais amplo. Imagine chatbots com a fluência de um LLM interagindo com o mundo físico através de um LAM, ou robôs controlados por LAMs se comunicando com humanos de forma natural e intuitiva através de um LLM. As aplicações para essa convergência de inteligências são ilimitadas, abrangendo desde a educação e saúde até a indústria e o comércio. 

 

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LinkedIn libera nova ferramenta para negócios

LinkedIn oferece caixa de mensagens diretas para negócios

Recentemente, o LinkedIn liberou uma nova ferramenta, que é a caixa de mensagens direta para perfis institucionais. Isso significa que, agora, o seu escritório pode receber mensagens de usuários interessados em prospecções, vagas de emprego, trocas das mais variadas, comentários privados, ofertas de serviços e afins.

Por Paula Balduino da LETS Marketing

Tal qual um perfil com foco em pessoa física, o perfil institucional agora demanda um gerenciamento específico para retornos dessa natureza. Para tal, sugerimos algumas ações:

Monitoramento em dia

A nossa primeira recomendação é que sejam feitas rondas constantes nessa caixa, a fim de monitorar tudo o que chega e manter ativa a comunicação com o público-alvo, prezando pela reputação do seu negócio.

Respostas pré-formatadas:

Uma forma prática de gerenciar o novo setup é ter a mão mensagens pré-formatadas, prevendo diversas situações corriqueiras, como indicar o banco de talentos, no caso de compartilhamento de currículos, respostas para encaminhamento de prospecções etc. Assim, será possível otimizar as ações de forma organizada e ágil para um primeiro contato. A ideia aqui não é mecanizar o contato, e sim, atender mais rapidamente.

Tom de voz

Defina o tom para cada caso. Um prospect demanda mais formalidade do que um comentário pontual feito de modo privado sobre algum conteúdo? Acertar o tom de voz nesses retornos pré-formatados pode aproximar seu público de você e sua empresa.

Responda sempre!

Não demore a fornecer esses retornos. Dar importância a esses contatos reafirma o respeito que você tem ao público geral.

Estimule a sua comunidade

Aproveite essa nova oportunidade para estimular a comunicação entre seus variados públicos.

No mais, convidamos você a acompanhar a nossa newsletter, “Inovação e Tendências”, para seguir por dentro das novidades do mercado jurídico.

LETS Marketing

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Livros como Estratégia de Marketing Jurídico

Publicação de livros como ferramenta de marketing jurídico

O avanço da agenda ESG no meio jurídico tem gerado o interesse em cada vez mais advogados a estudarem a prática e buscarem se posicionar como referência na área.

A publicação de livros, neste sentido, é uma ferramenta eficaz para gerar valor percebido para advogados e escritórios que querem ser percebidos como especialistas não só na temática ESG, mas em qualquer esfera jurídica.

Sobre o assunto, falamos com a Sócia-Fundadora e Coordenadora Acadêmica da editora ESG Law, Rafaela Aiex Parra, que publica livros técnicos e acadêmicos de advogados e juristas.

Por Willian Fernandes, da LETS Marketing

Por que é importante, para o advogado, publicar livros técnicos?

“A atividade do advogado guarda íntima relação com o estudo, com a escrita e o modo de se expressar, tanto com o cliente, quanto com colegas de profissão e membros do poder judiciário. A constante atualização sobre os temas jurídicos de sua área de atuação também é corriqueira à função do advogado. Publicar livros, além de ser essencial para o estudo técnico e a manutenção de oportunidades, também denota ao profissional autoridade sobre o tema perante a classe toda e o mercado, o que é excelente”, diz Rafaela Parra.

E qual é a importância para o escritório de advocacia?

“À medida que um membro do escritório de advocacia publica livros e se torna referência em determinada área de estudo, este ativo passa a ser incorporado também à banca, que pode dar publicidade ao tema, gerando autoridade e credibilidade à sua marca no mercado, com clientes, colegas de profissão e membros do Poder Judiciário”.

Quais primeiros passos o advogado precisa seguir se desejar publicar um livro?

“O advogado que tenha o desejo de publicar deve escolher um tema que domine, que já pesquise ou trabalhe. De preferência temas atuais e relevantes ao mercado. A partir daí fazer contato com a editora para conhecer as regras de publicação, normas e formatos”, explica a coordenadora editorial.

Quais erros possíveis podem ‘ruir’ ou prejudicar um lançamento editorial no mercado jurídico?

“A escolha do tema deve ser assertiva, o estilo de linguagem e, também, a divulgação. Uma divulgação falha ou mesmo sem atrativos de venda pode fazer um bom projeto técnico ruir e não sair das prateleiras. É preciso investir também no corpo a corpo, com palestras e eventos sobre o livro, em Universidades, no Poder Judiciário e no mercado jurídico como um todo”.

Por que você decidiu abrir uma editora?

“Sempre gostei muito de escrever. Meu primeiro livro foi lançado em 2017 e, a partir de então muitos outros projetos tomaram forma. Exerço a advocacia há 15 anos e sempre estou envolta a projetos acadêmicos. A globalização, o acesso a novos mercados e a complexidade das transações que envolvem temas negociais, impõe uma constante profissionalização. Atenta às questões geopolíticas e a novos temas com repercussão econômica como Sustentabilidade e ESG, nasce a “ESG Law”, uma empresa de ensino voltada a aproximar o Direito aos negócios. Para nós, a educação conecta e abre fronteiras. Por isso, nasceu a startup ESG Law, uma plataforma de ensino, que congrega cursos online e in Company, serviço editorial e realização de projetos ESG para empresas e indústrias, agroindústrias e cooperativas agrícolas e de crédito. Em relação ao nosso braço editorial, gosto de acompanhar de perto as publicações, a qualidade e principalmente o atendimento à expectativa do autor em sua publicação. Trabalho em cada publicação como seu fosse um livro meu!”, diz a coordenadora acadêmica, Rafaela Parra.

Qual são os diferenciais, para o autor, da ESG Law?

“A ESG Law é feita por e para pessoas. Nosso único propósito é disseminar conhecimento e realizar uma rede de conexões virtuosas. É nossa feliz missão debater e propagar temas legais, normativos, jurisprudenciais e de alterações legislativas, com o intuito de fortalecer a segurança jurídica das atividades que elevam a economia do país. Assim, nasce nosso forte manifesto. Os colaboradores, os alunos nos cursos, os parceiros de publicação e os clientes em projetos ESG sabem que para nós: “Conhecimento não tem atalho”. Contamos com uma equipe altamente capacitada, com respostas rápidas e que ajudam o autor a tirar seu projeto do papel, de forma muito simples e direta. A ESG Law tem um atendimento próximo ao autor, onde pessoalmente eu mesma faço conferência das artes de capa e prezo muito pela qualidade do produto. Nossos livros têm uma qualidade de diagramação e de impressão realmente acima da média. Além disso estamos em busca de constante evolução para expansão do e-commerce e divulgação das obras, parceria com autores para promoção de eventos e condições financeiras atrativas”.

O compartilhamento de conhecimento acadêmico pode contribuir para a prática ESG no Brasil? Se sim, como?

“Na ESG Law procuramos publicar livros de temáticas do Direito em todos os nichos, tais quais, Contratual, Civil, Penal, Regulatório, Trabalhista e etc… e, também de temas empresariais e do agronegócio. As discussões acadêmicas oriundas das publicações certamente contribuem para a evolução da sociedade. Por isso, à medida que temas ESG e de Sustentabilidade forem propagados, por mais e mais autores capacitados, certamente esse conhecimento servirá para fortalecer a temática no mercado, inclusive jurídico, servindo de espelho para a aplicação às empresas por todo o país”, conclui a editora Rafaela Parra.

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Marketing Jurídico: Estratégias e Canais Essenciais para Advogados

Como fazer Marketing Jurídico na prática

O marketing jurídico, quando realizado de forma ética, oferece uma série de benefícios aos advogados, incluindo a atração de novos clientes, o fortalecimento de relacionamentos e o posicionamento de marca no mercado competitivo da advocacia. Utilizar canais como websites, blogs, redes sociais, materiais ricos e Google Ads, combinados com uma estratégia de marketing de conteúdo, pode garantir que o escritório seja visto de forma profissional e confiável.

Ao seguir as regras da OAB, advogados podem utilizar o marketing jurídico de forma eficaz, mantendo a ética e a integridade da profissão, enquanto ampliam sua presença e impacto no mercado.

O que é o Marketing Jurídico?

O marketing jurídico é uma vertente do marketing tradicional adaptada às necessidades do setor jurídico. A diferença fundamental está no fato de que, enquanto o marketing geral se concentra em gerar demanda e valor para produtos e serviços em diversos setores, o marketing jurídico tem o foco em atrair, informar e fidelizar clientes no setor da advocacia, respeitando as regulamentações específicas impostas pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

O principal objetivo do marketing jurídico é gerar valor e confiança para os clientes, além de expandir a base de potenciais clientes, utilizando estratégias tanto online quanto offline. Essas ações são essenciais para fortalecer a imagem do escritório e criar uma presença digital significativa.

Desafios do Marketing Jurídico

O marketing jurídico é mais desafiador do que o marketing tradicional devido às restrições impostas pelo Código de Ética e Disciplina da OAB. O Código proíbe práticas que envolvem a mercantilização da advocacia e a captação direta de clientes. Isso exige que advogados e escritórios de advocacia adotem abordagens que estejam de acordo com as normas éticas, evitando ações promocionais agressivas ou que transmitam a ideia de venda de serviços jurídicos.

Portanto, advogados que desejam implementar estratégias de marketing precisam ser cuidadosos e assegurar que as normas éticas sejam respeitadas. O acompanhamento de uma agência especializada em marketing jurídico pode ser uma maneira eficaz de garantir que as campanhas estejam em conformidade com a OAB.

A Importância do Marketing Jurídico Hoje

Em um mercado competitivo e saturado como o da advocacia, o marketing jurídico é essencial para posicionar adequadamente um escritório no mercado. Atualmente, há quase 1,5 milhão de advogados no Brasil registrados na OAB, o que demonstra o alto nível de competição.

O marketing jurídico ajuda não apenas na criação de uma identidade visual forte, mas também no posicionamento estratégico tanto em plataformas online quanto offline. Isso inclui o desenvolvimento de cartões de visita, logomarcas, websites e estratégias de comunicação integradas, todas voltadas para fortalecer a imagem do escritório de advocacia e aumentar sua visibilidade.

Benefícios do Marketing Jurídico

Implementar estratégias de marketing jurídico oferece diversos benefícios para advogados e escritórios. Abaixo estão alguns dos principais:

1. Atração de Novos Clientes

O marketing jurídico conecta escritórios de advocacia com potenciais clientes no momento certo. Estratégias bem elaboradas ajudam a tornar os advogados mais visíveis e acessíveis a seu público-alvo, especialmente em plataformas digitais.

Embora o boca a boca ainda funcione, a presença digital expande significativamente o alcance, permitindo que advogados sejam encontrados por pessoas que nunca tiveram contato anterior com o escritório.

2. Fortalecimento do Relacionamento com Clientes

Um marketing jurídico eficaz também ajuda a estreitar os laços com os clientes existentes, contribuindo para um atendimento mais personalizado e eficaz. Isso inclui desde a experiência do usuário em websites até o conteúdo relevante nas redes sociais, que pode aumentar a confiança e a lealdade dos clientes.

3. Atingir Metas do Escritório

Com o aumento da base de clientes, o marketing jurídico facilita o cumprimento das metas de crescimento do escritório. Estratégias de geração de leads qualificadas ajudam a entregar novos clientes para o setor comercial, permitindo que os advogados se concentrem em seus casos.

4. Competitividade no Mercado

Dada a competitividade do mercado de advocacia, o marketing jurídico é essencial para diferenciar um escritório de seus concorrentes. Ao adotar táticas inovadoras e ao mesmo tempo éticas, advogados podem se posicionar como líderes em seu campo de atuação.

5. Construção de Autoridade de Marca

O marketing jurídico também desempenha um papel crucial na construção da autoridade de marca. Isso se refere à confiança que os clientes depositam no escritório, e não pode ser comprada – deve ser conquistada através de conhecimento, experiência e serviço de alta qualidade.

6. Custo-Benefício

O marketing jurídico, especialmente por meio de plataformas digitais, pode ser altamente econômico. Campanhas orgânicas de engajamento, como a produção de conteúdo relevante e a interação com o público em redes sociais, geram visibilidade a baixo custo.

Canais de Marketing Jurídico

Existem várias plataformas e ferramentas que podem ser utilizadas por advogados para executar estratégias de marketing jurídico, cada uma com suas características e particularidades. É importante escolher os canais que melhor se alinhem aos objetivos e ao público-alvo do escritório. Abaixo estão alguns dos principais canais digitais e suas aplicações no marketing jurídico:

1. Website

Ter um website é fundamental para qualquer escritório de advocacia. Um bom site deve ser intuitivo, responsivo e fácil de navegar. Informações essenciais, como contatos e áreas de atuação, precisam estar claramente visíveis. Além disso, o design do site deve transmitir profissionalismo e confiabilidade.

Um website é um dos primeiros pontos de contato para muitos clientes em potencial e serve como uma “vitrine digital” do escritório.

2. Blog

Muitos acreditam que os blogs perderam relevância, mas eles continuam sendo uma excelente ferramenta para advogados. Postagens em blogs que abordam questões jurídicas relevantes não só ajudam a melhorar o posicionamento nos mecanismos de busca (SEO), mas também são uma excelente forma de fornecer informações valiosas aos clientes.

Publicar conteúdo de qualidade e otimizado pode ajudar o escritório a ser encontrado por pessoas que estão ativamente buscando respostas para problemas jurídicos.

3. Iscas Digitais (eBooks, Planilhas, Infográficos)

As iscas digitais são ferramentas poderosas para atrair leads. Eles podem ser oferecidos gratuitamente em troca de informações de contato, como nome e e-mail, e podem variar de eBooks a planilhas jurídicas e infográficos.

Esses materiais ajudam a demonstrar o conhecimento do advogado em sua área de atuação e a construir confiança com potenciais clientes.

4. Redes Sociais

As redes sociais são plataformas essenciais para qualquer estratégia de marketing jurídico. Cada rede tem suas particularidades, e é importante ajustar o conteúdo para se adequar a cada uma:

  • Instagram: Permite postagens de imagens, vídeos curtos e carrosséis explicativos. É uma ótima plataforma para compartilhar dicas rápidas e interagir diretamente com os seguidores.
  • LinkedIn: Focado no ambiente corporativo, é ideal para compartilhar artigos mais técnicos, conquistas profissionais e conectar-se com outros advogados.
  • Facebook: Embora tenha perdido popularidade, ainda é uma plataforma relevante, especialmente para campanhas de anúncios pagos e interações mais longas com clientes.
  • YouTube: Vídeos explicativos e didáticos ajudam a engajar o público. Advogados podem explicar questões jurídicas complexas de forma clara e acessível através dessa plataforma.

5. WhatsApp

O WhatsApp Business é uma ferramenta poderosa para manter a comunicação com clientes. Sua popularidade e facilidade de uso o tornam um canal eficiente para atendimentos rápidos e envio de informações importantes.

6. Google Ads

Para advogados que desejam atingir clientes localmente, o Google Ads pode ser uma ferramenta eficaz. Campanhas pagas permitem que o escritório apareça nos resultados de pesquisa para termos-chave específicos, garantindo maior visibilidade no momento em que os clientes estão ativamente buscando serviços jurídicos.

Marketing de Conteúdo no Direito

Uma das estratégias mais poderosas no marketing digital para advogados é o marketing de conteúdo. Essa abordagem se baseia na criação de conteúdo relevante e útil para atrair e engajar potenciais clientes. O foco está em educar o público, em vez de vender diretamente, o que é perfeitamente alinhado com as normas éticas da OAB.

Os tipos de conteúdo que podem ser produzidos incluem:

  • Postagens de blog
  • Vídeos no YouTube
  • Infográficos explicativos
  • E-books e materiais educativos
  • Webinars e lives para interagir diretamente com o público

O marketing de conteúdo ajuda a construir credibilidade e autoridade ao mesmo tempo que oferece valor real aos potenciais clientes, ajudando a fortalecer a confiança na marca.

Marco regulatório para o marketing jurídico no Brasil

O Provimento 205/2021 é um marco regulatório importante para o marketing jurídico no Brasil, trazendo orientações detalhadas sobre como advogados e escritórios de advocacia podem realizar suas ações de publicidade e marketing dentro dos limites éticos e legais. A seguir, faremos uma análise dos principais conceitos desse provimento, oferecendo insights práticos de marketing para advogados, além de explorar as oportunidades que ele proporciona para a construção de uma marca sólida no setor jurídico.

O Que Determina o Provimento 205/2021

O Provimento 205/2021, emitido pelo Conselho Federal da OAB, regula a publicidade e a informação da advocacia, atualizando as diretrizes que foram estabelecidas anteriormente pelo Provimento 94/2000. O objetivo principal deste novo documento é assegurar que o marketing jurídico seja praticado de maneira ética, preservando a dignidade da profissão e impedindo a mercantilização dos serviços jurídicos.

O provimento estabelece que a publicidade deve ser:

  • Discreta e Informativa: Toda comunicação feita por advogados deve ter caráter informativo, evitando práticas comerciais agressivas e promessas de resultados.
  • Compatível com o Código de Ética e Disciplina: Qualquer forma de publicidade deve estar em conformidade com o Código de Ética e Disciplina da OAB, que prioriza a sobriedade na divulgação dos serviços.
  • Livre de Mercantilização: O marketing jurídico não pode se assemelhar ao marketing de outros setores, especialmente em relação à promoção de serviços. Não é permitida a divulgação de preços ou ofertas, nem a utilização de estratégias que possam ser interpretadas como captação indevida de clientes.

De acordo com o Provimento 205/2021, a publicidade profissional deve ser:

  • Objetiva e Verdadeira: As informações veiculadas devem ser precisas e não enganosas.
  • Sobriedade e Discrição: A publicidade não deve incitar ao litígio ou se basear em autopromoção excessiva.
  • Vedação à Mercantilização: Evitar a comercialização exacerbada dos serviços jurídicos.

Entre os pontos que merecem destaque, está a proibição de divulgação de valores de honorários e a oferta de serviços por meio de estratégias persuasivas, como o uso de comparações ou autopromoções. Por outro lado, a publicidade informativa, como a divulgação de áreas de atuação e qualificações profissionais, é permitida e incentivada.

Com a evolução das ferramentas digitais, o Provimento 205/2021 traz flexibilidade para advogados utilizarem canais modernos de comunicação, desde que respeitem as limitações impostas. Alguns exemplos de canais permitidos incluem:

  • Sites e Blogs: São permitidos desde que o conteúdo seja informativo, sem autopromoções ou promessas de resultados.
  • Redes Sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram são permitidos para advogados, contanto que o uso seja ético, voltado para a divulgação de conteúdos informativos.
  • Lives e Webinars: Advogados podem realizar palestras, debates e vídeos ao vivo em redes sociais, desde que observem as regras de publicidade ética.
  • E-mail Marketing: Permitido para contatos que já têm relação com o escritório, mas proibido para a captação de clientes por meio de envios massivos.
  • SEO e Publicidade Digital: Ferramentas como o Google Ads são permitidas, desde que sejam responsivas a buscas específicas iniciadas por potenciais clientes, respeitando as diretrizes éticas do provimento.

Mesmo com as limitações impostas pelo Provimento 205/2021, há várias formas de advogados utilizarem o marketing jurídico de maneira ética e eficaz. Algumas estratégias recomendadas incluem:

  1. Produção de Conteúdo: Escrever artigos, blog posts e whitepapers sobre temas jurídicos relevantes é uma excelente maneira de construir autoridade e aumentar a visibilidade no mercado. O marketing de conteúdo é uma das principais ferramentas permitidas para advogados.
  2. SEO (Search Engine Optimization): A otimização do site do escritório para aparecer nos motores de busca como o Google é uma estratégia valiosa. Isso inclui o uso de palavras-chave relacionadas ao direito, títulos otimizados e conteúdos que respondem às perguntas frequentes dos clientes.
  3. LinkedIn e Redes Sociais: O LinkedIn é uma plataforma muito poderosa para advogados, onde podem compartilhar artigos e atualizações sobre suas áreas de atuação, mantendo um perfil profissional e respeitando as normas da OAB.
  4. Participação em Rankings Jurídicos: A presença em rankings como o Chambers & Partners e o The Legal 500 é uma excelente forma de aumentar a reputação do escritório. No entanto, o Provimento 205/2021 proíbe o pagamento para aparecer em rankings e prêmios.
  5. Webinars e Palestras Online: Participar ou organizar webinars e eventos online é uma maneira eficaz de se posicionar como especialista, além de respeitar as regras do Código de Ética.

Sobre a LETS Marketing

A LETS Marketing é uma consultoria de marketing jurídico full-service, líder no mercado brasileiro, especializada no atendimento de escritórios de advocacia de todos os portes. Fundada em janeiro de 2018, a LETS surgiu com a missão de crescer junto com seus clientes, oferecendo soluções completas de comunicação e marketing, tanto no Brasil quanto no exterior.

Nossa equipe é composta por consultores altamente qualificados e experientes, que se dedicam a entender os desafios específicos de cada cliente. Com uma abordagem personalizada e inovadora, a LETS tem se destacado como uma referência no segmento, sendo reconhecida em importantes rankings jurídicos, como o “Negócios em Expansão” da Exame e “Gestão de Riscos e Crises” da Leaders League.

Atendemos mais de 300 escritórios, representando cerca de 13.000 advogados, sempre focados em resultados mensuráveis e estratégias eficientes. Nosso compromisso com a confidencialidade é um diferencial, e não utilizamos os nomes dos escritórios atendidos como portfólio, garantindo um relacionamento de confiança e discrição.

Os serviços oferecidos pela LETS Marketing incluem desde branding e design gráfico até planejamento estratégico, eventos corporativos, marketing digital, gestão de podcasts e produção de vídeos. Estamos prontos para atuar em todas as frentes necessárias para que nossos clientes alcancem destaque no mercado jurídico, sempre alinhados com as melhores práticas e tendências.

Com uma visão estratégica e integrada, a LETS Marketing se consolidou como parceira indispensável para escritórios de advocacia que buscam se posicionar de maneira competitiva e ética, assegurando sua reputação e expandindo sua atuação.

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Escritório com novo site? ‘Redirect 301’ pode salvar o SEO

Criação de novos sites foi um serviço de grande demanda para a LETS Marketing em 2023. Nesse ano, efetivamente inauguramos uma área dedicada totalmente ao assunto, incluindo todas as etapas de desenvolvimento, design, branding e produção de conteúdo.

É uma experiência bastante satisfatória ver um site novinho, responsivo, com alta tecnologia, bom conteúdo e visual de bom gosto.

Um desafio pouco comentado, no momento de ‘virada do site’, é a capacidade do novo site ser encontrado nas ferramentas de busca, como no Google, por meio da prática que chamamos de Search Engine Optimization (SEO).

Se seu escritório de advocacia deletar o site institucional junto com o blog, que provavelmente reunia notícias publicadas durante anos, pode perder performance de tráfego orgânico. Alguns dos conteúdos publicados no site antigo podem estar desempenhando um papel muito importante na atração de visitantes qualificados no seu site. Um profissional de marketing pode descobrir e otimizar os melhores conteúdos do seu site, neste contexto, com o apoio de Google Analytics e outras plataformas.

Mas, afinal, como reduzir esse risco de perda de performance na mudança do site?

Uma prática que nossos consultores aderiram é a de mapear as URL’s de melhor performance no site antigo. Na sequência, quando o novo site estiver pronto, utilizam um plugin chamado ‘Redirect 301’ e configuram que uma ‘página A’ agora precisa redirecionar o usuário para uma ‘página B’. Dessa forma, todos que entrarem na página de alta performance via tráfego direto (quando escrevem a URL no browser ou quando recebem um link de WhatsApp, por exemplo) ou via busca orgânica no Google ou no Bing, agora chegarão ao novo site.

É assim que você acha o site do Santander quando pesquisa pelo Banespa, por exemplo.

Na LETS Marketing, tivemos um case bacana recentemente na área de energia, no qual conseguimos manter o novo site de um escritório de advocacia no topo das buscas do Google, quando se busca por determinados termos relevantes em sua área de atuação.

Lembre-se: um site é como um filho. Não adianta gerá-lo e não cuidar dele com carinho e atenção.

Só assim se constrói um site de alta performance.

Autor: Thais Rago e  Willian Fernandes

Caso queira esclarecer dúvidas ou falar sobre novos projetos, procure seu consultor LETS Marketing ou fale com contato@letsmarketing.com.br

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Sobre a LETS

Atuando no mercado desde 2018, a LETS Marketing é uma consultoria de Marketing Jurídico completa. Composta por profissionais experientes, o nosso foco é a transformação dos escritórios de advocacia, pois temos o objetivo de crescer junto com os nossos clientes. Nossos trabalhos são voltados para uma comunicação efetiva com o público-alvo dos milhares de advogados e advogadas que já atendemos dentro e fora do Brasil, otimizando processos e estabelecendo relacionamentos fortes e de longo prazo.

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