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Clientes

Category: Clientes

Segredos para conseguir seguidores no LinkedIn

E como identificar quem não está jogando limpo

Muitos clientes nos perguntam como alavancar os seguidores de suas páginas no LinkedIn fora dos meios convencionais descritos nos manuais da plataforma. Sem nenhuma intenção de frustrar alguém, não existem “jeitos secretos” garantidos para conseguir muitos novos seguidores em uma página corporativa no LinkedIn ou em qualquer outra plataforma de mídia social.

Por Rafael Gagliardi

Você já viu seguidores de concorrentes crescendo substancialmente sem nenhum motivo aparente?

O que ninguém fala é que há, sim, práticas “ilícitas” que podem ser usadas para tentar conseguir novos seguidores no LinkedIn e nas outras redes. No entanto, é importante destacar que essas práticas são consideradas antiéticas e violam os termos de serviço da plataforma. Utilizar essas práticas pode resultar em consequências negativas para a empresa ou para o profissional envolvido, incluindo o banimento da conta ou a perda de credibilidade junto à comunidade. O desempenho cai bastante também, já que o algoritmo da rede é inteligente o suficiente para detectar movimentos de compra de seguidores.

Algumas das práticas “ilícitas” no LinkedIn

  • Compra de seguidores: Algumas empresas oferecem serviços para comprar seguidores, mas isso é considerado uma prática desonesta e não trará seguidores reais e engajados, além de ficar evidente que você fez isso.
  • Uso de bots e automação: O uso de bots e ferramentas de automação para seguir pessoas em massa ou enviar mensagens de forma não autêntica é considerado uma violação dos termos do LinkedIn.
  • Uso de perfis falsos: Criar perfis falsos ou usar perfis falsos para interagir com outros usuários é uma prática desonesta e pode prejudicar a reputação do escritório..
  • Envio de spam: Enviar mensagens em massa e não solicitadas para tentar angariar seguidores é uma prática indesejada e pode levar à denúncia por spam.
  • Participação em grupos apenas para autopromoção: Participar de grupos apenas com o objetivo de fazer autopromoção sem contribuir com discussões significativas é malvisto e pode prejudicar a imagem do escritório.

É importante lembrar que o LinkedIn valoriza a autenticidade, a transparência e o engajamento genuíno. Portanto, é melhor focar em construir uma presença autêntica na plataforma, compartilhando conteúdo relevante e interagindo de forma honesta com outros usuários. O crescimento de seguidores acontece de forma orgânica quando o conteúdo e a abordagem são autênticos e relevantes para o público-alvo.

Identificar se uma pessoa ou uma página está comprando seguidores no LinkedIn pode ser desafiador, mas algumas pistas podem indicar essa prática.

Aqui estão algumas dicas para identificar possíveis compras de seguidores:

  • Crescimento repentino e não natural: Se uma pessoa ou página tiver um crescimento repentino e significativo no número de seguidores em um curto período, pode ser um indício de compra de seguidores. O crescimento orgânico geralmente é mais gradual.
  • Seguidores pouco engajados: Se uma página tem muitos seguidores, mas poucos comentários, curtidas ou compartilhamentos em suas postagens, isso pode indicar que os seguidores não são genuínos ou não estão interessados no conteúdo.
  • Perfis suspeitos: Verifique os perfis dos seguidores para ver se eles parecem autênticos. Perfis vazios ou com informações incompletas podem ser um sinal de seguidores comprados. Veja, também, se as interações dessa página são feitas por pessoas que, potencialmente, teriam o perfil ou estão baseados em locais que gerariam interesse genuíno pela publicação.
  • Seguidores de países não relevantes: Se a página ou perfil possui muitos seguidores de países que não estão relacionados ao negócio ou setor em questão, isso pode ser um indício de seguidores comprados.
  • Desproporção entre seguidores e atividade: Se uma pessoa ou página tem um número significativamente maior de seguidores do que a quantidade de atividade ou postagens que eles têm, isso pode ser suspeito.
  • Avalie o histórico de crescimento: Verifique o histórico de crescimento dos seguidores ao longo do tempo. Se houver picos repentinos e irregulares no número de seguidores, isso pode indicar a compra de pacotes de seguidores.

Práticas “lícitas” para captar seguidores na plataforma

Existem algumas estratégias e práticas que podem aumentar a visibilidade da página e atrair mais seguidores sem ferir o Termo de Uso do LinkedIn. Aqui estão algumas dicas:

  • Conteúdo relevante e de qualidade: Publique conteúdo que seja relevante para o seu público-alvo e que agregue valor. Isso pode incluir artigos, posts informativos, dicas, estudos de caso, vídeos e infográficos.
  • Frequência e consistência: Mantenha uma frequência regular de postagens para manter o interesse do seu público e lembrá-los da sua página.
  • Engajamento: Responda aos comentários, mensagens e interações com o seu público. Isso mostra que você valoriza a participação deles e incentiva mais engajamento.
  • Use hashtags relevantes: Utilize hashtags relevantes nas suas postagens para aumentar a visibilidade e alcance do conteúdo.
  • Parcerias e colaborações: Faça parcerias com outras empresas ou influenciadores para aumentar a exposição da sua página.
  • Incentive os colaboradores: Peça aos colaboradores do escritório para que sigam a página corporativa e compartilhem o conteúdo em suas redes para aumentar o alcance orgânico.
  • Anúncios patrocinados: Considere investir em anúncios pagos no LinkedIn para promover a página e alcançar um público mais amplo.
  • Envio de convites para seguir a página: A plataforma disponibiliza créditos mensais para convidar pessoas, suas conexões, para seguir a página (de 100 a 250 créditos, dependendo do tamanho atual da página corporativa). Não deixe de utilizá-los.
  • Abertura de vagas: Criar vagas dentro da plataforma acabam, como efeito secundário, chamando novos seguidores.
  • Divulgação da página: Inclua o link da sua página em locais de fácil acesso como sites, assinaturas de e-mail, apresentações, cartões de visita, etc.
  • Participação em grupos: Participe de grupos relevantes no LinkedIn e contribua com discussões significativas. Isso pode levar mais pessoas a visitarem sua página.
  • Acompanhe as métricas: Analise as métricas de desempenho para entender o que funciona melhor e ajustar sua estratégia conforme necessário.
  • Seja autêntico e humano: Mostre a personalidade da sua empresa e demonstre autenticidade em suas postagens. As pessoas são mais propensas a seguir e engajar-se com páginas que sejam genuínas e humanas.

Lembre-se de que o crescimento de seguidores é um processo gradual e depende da qualidade do conteúdo e do engajamento com o público. Não existem atalhos mágicos para obter uma quantidade enorme de seguidores de forma rápida, mas com consistência e estratégia, você pode construir uma comunidade engajada e fiel ao longo do tempo.

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Desenvolvimento de clientes no setor jurídico

Desenvolvimento de clientes no setor jurídico

Muito se fala que o marketing para advogados é restrito em função das balizas estabelecidas pelo Código de Ética e Disciplina, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Tais limites garantem, sim, a ética e a captação devida de clientes, mas não impedem a busca sistemática de ampliação da carteira.

Por Rafael Gagliardi, da LETS marketing.

Business Development (BD) ou Desenvolvimento de Clientes é um conceito empresarial para construção de novos negócios de forma inteligente e processual. O Código estabelece regras para o mercado jurídico, assim como acontece no também regulado setor de saúde, mas não impede que estratégias sejam desenvolvidas dentro dos escritórios de advocacia. Basta saber como funciona o jogo para poder jogar.

É possível captar novos casos de forma legal e condizente com o que é esperado de um advogado, simplesmente transformando em metodologia aquilo que já é praticado ou identificando de onde os clientes atuais foram originados.

Uma análise crítica e aprofundada de como um escritório se aproximou de seus clientes atuais é um bom começo, uma vez que, de forma natural, advogados iniciam sua rede de relacionamentos desde a vida acadêmica. E essa é a chave do negócio: construir relacionamentos.

Além disso, o serviço jurídico não é, de forma alguma, consumido como um produto de e-commerce, por exemplo. O contratante deste mercado não toma decisões por impulso, não encontra o que é ofertado em uma prateleira e, muitas vezes, não tem budget alocado para tal finalidade, apesar do provisionamento dos departamentos jurídicos das empresas. Por isso, também é importante que o advogado tenha em mente o ciclo de oferta e aquisição do seu serviço, que, algumas vezes, pode levar anos, principalmente no Direito Empresarial.

Conheça cinco etapas para entender o mercado, seus clientes e estabelecer relacionamentos:

Gere valor de longo prazo

Trabalhe sua reputação e marca expondo suas especialidades e profissionais. Existem, hoje, diversas plataformas digitais que viabilizam essas atividades e o posicionamento do escritório por meio da criação e divulgação de conteúdo, assinado por especialistas que se tornam formadores de opinião e referências em suas áreas do Direito.

Analise sua base de clientes

Entenda as características de quem contrata seus serviços: porte, setores de atuação, localização, rentabilidade, serviços contratados e uma série de outros insights que essa base de dados pode fornecer.

Acompanhe o mercado

Não só o setor jurídico, mas os mercados de seus clientes também devem estar no radar. A concorrência está cada vez mais acirrada, uma vez que já ultrapassamos a marca de 1,3 milhão de advogados no Brasil, segundo dados da OAB. Entender essas movimentações e cruzá-las com a sua base de clientes pode ajudar os escritórios a se prepararem para tendências, como houve na oferta de serviços relacionados a Compliance e LGPD, e a entender o tamanho do mercado a ser ocupado.

Crie processos de relacionamento

Mantenha contato frequente com os seus clientes para fidelizá-los, gerando confiança e apreciação, informando-os sobre desenvolvimentos, estratégias e possibilidades de suas causas. Mais do que isso, mapeie como eles chegaram até você para que este seja um processo de criação de novos relacionamentos. E, claro, faça pesquisas de satisfação recorrentes para checar suas fraquezas e, desta forma, melhorar a entregas dos serviços.

Junte tudo isso e faça o BD

Parece óbvio, mas não é. Cada uma dessas etapas descritas anteriormente são importantes individualmente. Mas, juntas, se tornam uma estratégia.

Quando nos fazemos conhecidos, estamos aptos a sermos cotados, com possibilidade de este ser um critério de seleção em um processo de concorrência. Sabendo quem são nossos potenciais clientes, conseguimos traçar uma rota e direcionar esforços. Compreendendo melhor o mercado, induzimos a fórmula do crescimento e enxergamos o nosso potencial. Ao estabelecer relações, criamos estabilidade operacional e financeira, juntamente com um método mais sustentável de fazer negócios.

Sabendo, quem, quando, onde, como e o porquê abordar um possível cliente, estamos fazendo Desenvolvimento de Clientes.

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Evolua seu marketing jurídico com landing pages e acelere a jornada do cliente

Landing pages e jornada do cliente

Por Willian Fernandes

Por que tenho que ter uma landing page, se tenho um site completo para meu escritório de advocacia?

Essa é uma pergunta que escutamos com bastante frequência, na LETS Marketing, em contato com advogados que buscam evoluir o marketing jurídico e potencializar resultados.

Já ouvi dúvidas de grandes escritórios do Brasil, alguns com selo ‘Latin Lawyer Elite Firm’, sobre como ‘fazer acontecer’ uma área de desenvolvimento de negócios (Business Development, ou ‘BD’) que realmente funcione.

Para essas big houses e também para os escritórios pequenos, a landing page deveria ser uma solução jamais subestimada.

Afinal, esclarecer essa questão é um fator-chave de sucesso na estratégia de qualquer escritório de advocacia que quer efetivamente desenvolver novos clientes por meio do marketing.

Isso porque o uso de landing pages é o caminho mais eficaz para escritórios de advocacia gerarem novos leads e pavimentar a jornada de novos clientes – da descoberta do serviço e contato com o escritório à contratação.

Confira 05 questões sobre o uso de landing pages em escritórios de advocacia.

1. O que é a landing page?

É basicamente uma página web com um formulário de cadastro, com foco em um serviço bastante específico, com o objetivo de converter visitantes em leads ou clientes.

Quando os usuários interessados preenchem o formulário, as informações são capturadas pelo escritório, que pode realizar um contato proativo com os leads. Com uma curadoria dessas dados, pode-se direcionar esforços para leads mais propensos a se tornarem clientes.

Um escritório de advocacia pode ter quantas landing pages quiser, a depender do número de serviços que gostaria de posicionar como destaque de portfólio. Essa estratégia permite que o escritório tenha uma presença digital mais efetiva e aumente a probabilidade de conversão.

A criação de uma landing page é muito mais rápida e barata do que a criação de um site convencional, que tem um objetivo institucional e é mais complexo em termos de design e desenvolvimento.

Portanto, a criação de uma landing page é uma opção atrativa e acessível para os escritórios que desejam ter uma estratégia de marketing digital mais sofisticada.

2. Por que a estratégia de landing page funciona para a geração de oportunidades?

Simples! Porque seu possível prospect pode efetivamente ‘aterrissar’ na sua página, principalmente por meio de impulsionamento efetivo, percorrendo uma jornada do cliente mais certeira e célere, de forma a poupar o escritório de esforços de prospecção junto a contatos sem interesse imediato no seu serviço.

Vamos a exemplos para você entender melhor:

Se você, advogado de Direito Societário, quer assessorar compradores europeus de olho em targets no Brasil, pode criar uma landing page especificamente sobre como realizar transações de M&A no Brasil. Na sequência, pode impulsionar essa landing page para os mercados-alvo, com estratégia de geolocalização, por meio de Google Ads e das redes sociais. Quem se interessar pelo assunto na jurisdição brasileira, encontrará a landing page e pode preencher o formulário, de forma a conceder-lhe os dados para contato.

Ou se você é um advogado para Direito de Família e quer assessorar clientes na sua cidade, pode também realizar uma landing page sobre os serviços que presta, de forma ‘aparecer primeiro’ no Google quando seu cliente pesquisar por termos como ‘testamento’, ‘divórcio’, entre outros.

Nesse último caso, já pensou como seria bom saber exatamente quem está pensando em se casar ou divorciar na sua cidade?

Com uma boa estratégia de landing page e jornada do cliente, você pode descobrir.

3. Como incentivar meus leads a preencherem o formulário?

Um conteúdo atrativo, informativo e relevante, que respeite o provimento de publicidade da OAB, é uma premissa neste sentido.

Você também pode oferecer contrapartidas para seu lead. Se ele preencher o formulário, pode baixar um e-book com mais detalhes sobre o assunto, por exemplo, ou receber outras vantagens que discutimos no caso a caso com cada cliente da LETS Marketing.

4. Como fazer uma landing page e quanto ela custa?

Você precisa de uma boa equipe de growth marketing, conteúdo e design para fazer uma landing page de forma que ela integre uma estratégia de jornada do cliente, aproximando novos usuários da internet ao escritório.

Plataformas de marketing como RD Station, MailChimp e Dinamize, além do WordPress Elementor, possibilitam a criação de landing pages de forma bastante rápida, a depender dos pacotes contratados pelo escritório de advocacia. Além disso, as plataformas registrarão dados de performance da landing page, como número de acessos e de leads gerados, bem como as portas de entrada com melhor desempenho, como Google Ads, busca orgânica (SEO), LinkedIN, Meta Business Suite, E-mail marketing e mais.

Para clientes LETS Marketing, a depender do número de horas mensais de consultoria contratadas, a produção de uma landing page pode sair seus custos adicionais.

5. Quais são os limites éticos para uso das landing pages na advocacia?

São os mesmos limites inerentes a qualquer outra atividade de marketing digital voltada a advogados e escritórios. Ou seja, uma equipe especializada em marketing jurídico está devidamente habilitada para explorar landing pages de forma a mitigar riscos de sanções e danos reputacionais a escritórios de advocacia.

Saiba mais sobre o Provimento 205/2021, da Ordem dos Advogados do Brasil.

Na LETS Marketing, conduzimos as estratégias de landing page e jornada do cliente com o apoio das nossas áreas de Growth Marketing, Branding e Produção de Conteúdo, com equipe própria e multidisciplinar.

Tem dúvidas? Escreva para contato@letsmarketing.com.br. 🙂

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Por que os escritórios devem olhar para o Growth Marketing em 2023?

Growth Marketing

Os escritórios de advocacia no Brasil enfrentam, historicamente, uma série de desafios quando se trata de crescimento e conquista de novos clientes. Com o aumento constante da concorrência, pode ser difícil para os escritórios se destacarem e se diferenciarem.  

Por Douglas Costa e Willian Fernandes 

Esse cenário competitivo tornou-se ainda mais acirrado, e ao mesmo tempo frutífero em oportunidades, nos últimos dois anos. Em 2021, o novo normativo para publicidade e informação na advocacia, o Provimento 205/2021, admitiu o uso de anúncios pagos em plataformas digitais, na esfera de marketing de conteúdo. 

Cultivou-se um terreno fértil para Growth Marketing, a partir daí, que tem mudado tudo o que se entendia por marketing no mercado jurídico até pouco tempo atrás.  

Nem todos os escritórios entenderam essa mudança.  

Quem entendeu, tem saído à frente sobretudo na geração de oportunidades no ambiente digital. Por isso, recomendamos fortemente que gestores das sociedades de advogados, sejam full-service, abrangentes ou especializados, dedicados ao B2B ou às pessoas físicas, olhem para esse assunto com muita atenção. 

O que é o growth marketing? 

Growth marketing, conhecido também como Growth Hacking, é uma abordagem de marketing baseada em dados. Concentra-se na identificação e exploração de oportunidades de crescimento. Envolve testes e repetições de várias táticas de marketing para encontrar o que funciona melhor para um determinado negócio. Os profissionais de Growth Marketing estão constantemente buscando novas maneiras de adquirir e reter clientes e usam uma variedade de táticas para fazer isso, incluindo marketing de conteúdo, marketing de mídia social, marketing por e-mail, otimização de mecanismo de busca (SEO) tráfego pago e entre outros. 

Existem várias razões pelas quais os escritórios de advocacia no Brasil devem considerar a incorporação do Growth marketing em suas estratégias de marketing. 

Growth marketing é a melhor tática para ampliação de alcance de marca 

Em primeiro lugar, o marketing de crescimento pode ajudar os escritórios de advocacia a alcançar um público mais amplo. Ao usar táticas como SEO, Google Ads e impulsionamento em redes sociais e até mesmo plataformas de streaming, os escritórios de advocacia podem aumentar sua visibilidade online e atrair clientes em potencial que talvez nunca tenham ouvido falar deles. O marketing de crescimento também pode ajudar os escritórios de advocacia a entender melhor seu público-alvo, permitindo-lhes adaptar seus esforços de marketing às necessidades e interesses específicos de seus clientes em potencial. 

Reflita: do que adianta postar um volume grandes de posts no LinkedIn ou no Meta (facebook e Instagram), se eles vão ser vistos quase sempre pelas mesmas pessoas? A evolução dessa estratégia passa necessariamente pela evolução do marketing digital, a partir de uma mentalidade de growth. 

Marketing tangível no escritório de advocacia 

Outro benefício do Growth marketing é que ele permite que os escritórios de advocacia rastreiem e meçam a eficácia de seus esforços de marketing. Com o uso de ferramentas como o Google Analytics, os escritórios podem ver exatamente o desempenho de suas campanhas de marketing e fazer os ajustes necessários, identificando oportunidades. Essa abordagem baseada em dados garante que os escritórios de advocacia obtenham o máximo retorno sobre seus investimentos em marketing e gerem relatórios analíticos ideais para avaliar a performance de práticas jurídicas específicas, de forma transparente para todo o conselho de administração do escritório. 

O Growth marketing também pode ajudar os escritórios de advocacia a criar confiança com seus clientes em potencial. Ao fornecer conteúdo e recursos valiosos, os escritórios podem demonstrar sua experiência e se estabelecer como líderes de pensamento em seu setor. Isso pode ajudar a construir credibilidade e confiança com clientes em potencial, tornando-os mais propensos a escolher esse escritório em vez da concorrência. 

Investimentos eficientes 

Por fim, o Growth marketing pode ajudar os escritórios de advocacia a se manterem à frente em um mercado jurídico cada vez mais competitivo. Ao testar e repetir continuamente seus esforços de marketing, como os testes A/B, as sociedades podem identificar o que funciona e o que não funciona, permitindo que fiquem à frente da concorrência e fomentem um orçamento de marketing cada vez mais eficiente. 

Desenhe a jornada do cliente e receba contatos 

Com uma estratégia de growth marketing, o escritório de advocacia pode evoluir sua estratégia de conteúdo a ponto de otimizar, de forma ética e sustentável, seu ‘funil de desenvolvimento de clientes’, chamado de ‘funil de vendas’ em outras indústrias, criando campanhas voltadas não apenas ao aumento de influência, engajamento, alcance e tráfego, mas também à geração de leads – contatos qualitativos que têm interesse no serviço que seu escritório de advocacia presta, conectados a você com o apoio de plataformas como WhatsApp Business, Messenger e site. 

Considere o growth marketing em seu escritório 

Os escritórios de advocacia no Brasil devem considerar a incorporação do Growth marketing em suas estratégias de marketing para atingir um público mais amplo, acompanhar e medir a eficácia de seus esforços de marketing, gerar e mensurar leads, construir a confiança de clientes em potencial e ficar à frente da concorrência. Ao adotar essa abordagem de marketing baseada em dados, os escritórios de advocacia podem se posicionar para o sucesso em um mercado jurídico cada vez mais inovador e competitivo. 

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2022 na LETS Marketing

Mensagem de fim de ano

Nos despedimos de 2022 agradecendo aos clientes, parceiros e equipe pelo ano de conquistas e desafios. Ao longo dos últimos 12 meses, alcançamos a marca de 27 profissionais qualificados e dedicados a oferecer as melhores práticas de marketing jurídico. Atendemos mais de 200 escritórios ongoing e projetos dentro e fora do Brasil.

Nossos especialistas em rankings assessoram nossos clientes em cerca de 900 pesquisas. 95% destes escritórios foram reconhecidos pelos diretórios jurídicos nacionais e internacionais mais relevantes do mercado, sendo que 45% destes clientes, obtiveram pelo menos um novo reconhecimento em 2022.

Nos especializamos em duas novas áreas de atuação referentes à pesquisa e conteúdo. Construímos valor de marca para mais de 40 escritórios, em projetos que vão desde visual law até a entrada no metaverso. Auxiliamos pelo menos 15 clientes com publicidade paga nas redes sociais e Google.

Nosso crescimento não para por aí, em 2023 implementaremos uma área especializada em growth marketing para darmos um salto ainda maior nesta prática que se torna cada dia mais importante para escritórios e empresas, além de implementarmos outras inovações que já estão em nosso radar. Nos tornamos a empresa mais madura do ramo com relação a processos de compliance e proteção de dados.

Apesar das novidades, nosso propósito segue o mesmo: ser o braço de marketing jurídico e crescer junto com o seu escritório.

Desejamos Boas Festas e um novo ano repleto de prosperidade, saúde e motivos para, juntos, celebrarmos!

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Mudanças no Instagram: plataforma passa a ter ferramenta para programar posts

Por Caio Morilha, da LETS Marketing

O Instagram é considerado uma das mais importantes aquisições  da Meta e uma das redes sociais mais usadas no mundo – no Brasil são cerca de 29 milhões de usuários. Recentemente, a plataforma lançou um novo recurso que promete revolucionar a experiência dos usuários na rede: a possibilidade do agendamento de Reels, fotos e carrosséis com até 75 dias de antecedência pela plataforma.

A nova funcionalidade, muito pedida pelo público, elimina a necessidade da utilização de serviços e programas de terceiros como a Meta Business Suíte e a Creator Studio, originalmente do Facebook. No entanto, a ferramenta ainda não está disponível em todas as contas da rede, pois contempla primeiro os perfis profissionais/corporativos e, posteriormente, os perfis sociais.

Por se tratar de um novo mecanismo, há limitações. Alguns posts específicos, como os conteúdos monetizados: campanhas pagas e postagens com tags de produtos ou marcas ainda não podem ser agendados, mas que devem ser corrigidos no futuro.

O novo recurso oferece ao público profissional mais interação com seus clientes. No mundo jurídico, por exemplo, não será diferente. Investir em um perfil no Instagram e publicar conteúdos frequentemente é uma boa estratégia de manter um escritório de advocacia em alta.

Confira abaixo o passo a passo para agendar posts no Instagram.

– Crie uma nova publicação;

– Clique em ‘configurações avançadas’;

– Clique em ‘agendar essa publicação’;

– Escolha a data e a hora em que deseja publicar;

– Volte a área de edição de publicação;

– Finalize clicando em ‘agendar’;

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Como escritórios de advocacia podem combater a desinformação através da produção de conteúdo?

Fakes News e produção de conteúdo

Por Isadora Camargo, da LETS Marketing

Com a instantaneidade das redes sociais digitais e a intensa oportunidade de compartilhamentos em diferentes plataformas (ao mesmo tempo), assiste-se nos últimos anos ao fenômeno da desinformação e das Fakes News.

Por vezes associada à temática política, a desinformação é um conceito que abrange qualquer assunto e que classifica toda informação errada ou descontextualizada que pode ocasionar ruídos e prejuízos ao interesse público.

Muitas empresas de tecnologia têm criado recursos para combater as notícias falsas e a desinformação em uma tentativa de estimular a governança digital e auditoria de todo o tipo de conteúdo gerado na rede. Um exemplo é o Twitter, que criou um rótulo automático para cada publicação feita por personalidades políticas dos Estados Unidos, em 2020. A big tech de Elon Musk repetiu a estratégia nas recentes eleições de 2022, no Brasil, aderindo ao Programa de Enfrentamento à Desinformação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A mesma prática se deu nos picos da pandemia para fiscalizar inverdades sobre a Covid-19, praticando uma política de identificação, proteção e fiscalização de conteúdo.

Tais comportamentos são imprescindíveis no marketing, pois diferenciam perfis sociais de empresas, qualificam e fortalecem páginas identificadas pelo algoritmo como propagadoras de informação verídica de qualidade. Por isso, a responsabilidade do conteúdo atinge o mundo jurídico.

Uma das principais estratégias para escritórios de advocacia atuarem no combate à desinformação contempla a possibilidade de se colocar à disposição para o debate e para a checagem de fato. Escritórios, cada vez mais, exploram artigos completos e profundos sobre uma decisão importante ou sobre dúvidas que pessoas físicas e jurídicas possam ter a respeito de uma alteração legislativa, uma MP ou sobre uma atuação específica nas diversas áreas do Direito. O objetivo de uma produção de conteúdo factual e bem planejada, antes das divulgações, evita qualquer tipo de desentendimento que contribua com a desinformação.

Além disso, a utilização do banco de dados de cortes supremas e fontes oficiais respaldam a qualidade da informação a ser repassada. O Supremo Tribunal de Justiça, por exemplo, possui a Consulta Processual online, um ambiente de checagem de processos que pode ser consultado pelo cidadão comum, mas quando feito pelo advogado oferece mais detalhes do processo. Esta análise técnica ajudará na seleção do que é fato (verídico) e de impacto público.

Assim, a seleção, análise e construção de textos mais acessíveis por parte dos escritórios de advocacia colocam este mercado no hall de formadores técnicos de opinião, ajudando na construção de reputação e autoridade temática, além de contribuir para um ambiente digital com conteúdos de qualidade e que apresentem contextos, não importando se são negativos ou positivos, desde que sejam verificados.

O marketing de conteúdo, principalmente, é um forte aliado na construção de estratégias de produção, filtragem e checagem de pautas, enfoques e desdobramentos de uma tese a fim de facilitar o entendimento para uma maior parcela de usuários que estão, em rede, buscando informação. Escritórios, portanto, ao combater a desinformação criam um trabalho rotineiro de ‘tradução’ do que é ambíguo ou excessivamente técnico no ambiente jurídico, fazendo com que mais pessoas possam entrar em contato com argumentação qualificada e profunda.

 

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Advogados querem impulsionar posts nas redes sociais

Impulsionamentos em alta

Julho de 2021 foi um marco para a advocacia brasileira, quando foi aprovado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil o Provimento 205/2021, que atualizou as regras de publicidade no setor e elucidou uma série de conceitos de marketing que poderiam ser praticados dentro dos preceitos éticos da profissão. Entre eles, o uso de publicidade paga em redes sociais – os famosos ‘impulsionamentos’.

De lá para cá, embora essa prática de investir em posts pagos já fosse bastante esclarecida em alguns escritórios, iniciou-se uma fase experimental onde advogados começaram a se aventurar nas redes sociais e no Google Ads, com o objetivo de atingir novos públicos e extrapolar o universo de possíveis clientes com o qual estavam habituados.

Quanto mais escritórios impulsionam conteúdo nas redes sociais, mais o conteúdo orgânico se torna irrelevante do ponto de vista de alcance e conversões. Portanto, mais que uma opção, o impulsionamento precisará ser encarado, muito em breve, como uma premissa para os escritórios que querem ter relevância nas redes sociais.

Por Rafael Faria Gagliardi

Marketing Digital (Foto: Reprodução)

Para que serve o impulsionamento?

O impulsionamento nas redes sociais é uma estratégia de marketing digital que tem como principal objetivo potencializar uma publicação para alcançar pessoas de forma mais ampla. Isso quer dizer que um post impulsionado será exibido para um número maior de usuários que, de forma orgânica (não paga), não seria possível.

A maioria das plataformas como Facebook, Instagram e LinkedIn disponibilizam diversos recursos para que os administradores de páginas corporativas possam patrocinar uma publicação.

Para iniciar o impulsionamento, basicamente, é necessário definir uma estratégia de divulgação, segmentar o público-alvo da ação, a meta de gastos com a campanha e entender com clareza os resultados para avaliar a efetividade da iniciativa, para saber se o que você está promovendo, de fato, gerou algum retorno.

Fora do mercado jurídico, há bastante competitividade na publicidade paga dentro das redes e não é novidade que o gerenciamento profissional dessas ações se tornou essencial para conectar empresas com pessoas e gerar mais negócios. Já está claro que é necessário marcar presença nos ambientes virtuais, pois é onde os clientes em potencial estão.

Quando devo impulsionar nas redes sociais?

Basicamente, o advogado ou escritório de advocacia pode optar por essa estratégia quando pretende obter maior exposição – de sua marca, publicação, pessoas, credenciais ou serviços – ou gerar interesse por uma de suas especialidades profissionais, sem a oferta direta para não mercantilizar a comunicação.

O impulsionamento visa tornar suas postagens mais impactantes, aumentando o alcance, a leitura, a visita do site, a visualização de um vídeo, etc.

É, atualmente, a estratégia mais empregada para quem está querendo, por exemplo, se posicionar dentro de um segmento do Direito ou melhorar a reputação.

Qual é a melhor rede social para os advogados?

Antes de planejar estar em todas as redes sociais disponíveis no mercado ou buscar referências em outros escritórios de advocacia, é importante entender o tipo de conteúdo que é produzido e o perfil das pessoas que, potencialmente, podem consumi-lo. Há grandes diferenças de objetivos e públicos entre escritórios que miram em Departamentos Jurídicos ou pessoas físicas, por exemplo.

Um estudo feito pela LETS Marketing identificou que os grandes escritórios nacionais concentram seus esforços, principalmente, no LinkedIn, onde cerca de 44% da postagens são feitas nessa plataforma. E aqui, estamos falando de sociedades que atuam, majoritariamente, no Direito Empresarial.

Faz todo sentido, já que o LinkedIn é visto como uma plataforma B2B, mais voltada para a troca e compartilhamento de conteúdo profissional/técnico e que favorece a leitura de textos, direcionando os usuários para links externos, como os sites desses escritórios.

Há um consenso e dados sobre o perfil das pessoas que utilizam o Facebook estarem envelhecendo, então, podemos chegar à conclusão de que é um público mais sênior que interage com esse canal. Por outro lado, há uma migração de jovens usuários que passam grande parte do tempo no Feed e assistindo vídeos do Reels do Instagram.

Para a advocacia voltada à pessoa física, seja no Direito Público ou no Direito Privada, o Meta, incluindo o Facebook Ads e o Instagram, tem performado muito bem. Fora das redes sociais, outro exemplo nesse sentido é o Google Ads.

Essas são apenas algumas informações que precisam ser levadas em conta ao investir em uma das redes, já que opções não faltam.

Quanto devo investir?

Isso depende bastante do budget e do objetivo do escritório. Cada canal possui estatísticas de gastos e alcances diferente, mas fazer pequenas experiências para conhecer o retorno do investimento pode esclarecer a questão.

Não estamos tratando de uma ciência exata aqui, já que dois posts diferentes, impulsionados com o mesmo valor, terão resultados completamente diferentes. O tipo do conteúdo, a imagem, o texto, a data de postagem, a concorrência para o leilão de palavras-chave e temas, e o público-alvo escolhido podem influenciar muito nisso.

Além disso, o serviço que você promove versus o perfil dos potenciais clientes possuem expectativas diferentes em cima dos resultados, principalmente quando o escritório mira em conversão.

Se, por um lado, uma pessoa física que lê um conteúdo acaba identificando uma necessidade e entrando em contato com o advogado quase que imediatamente, um Departamento Jurídico possui um processo muito mais moroso para definir um parceiro.

Dito isso, temos que refletir sobre os indicadores de sucesso dessas ações: Se, no varejo, é fácil calcular que um post gerou um número determinado de impressões ou cliques e esses dados podem ser traçados até o momento efetivo da venda, na advocacia, as coisas se tornam mais complexas, já que estamos falando de um serviço de alto valor agregado e que, geralmente, não é de consumo imediato.

Sendo assim, os KPIs (Indicador chave de desempenho) precisam ser discutidos, já que há, também, um ganho não mensurável de exposição da marca.

O impulsionamento é bem prático para quem deseja compartilhamentos, comentários e reações de um grupo específico de usuários e, ao longo do tempo, fica mais fácil mensurar o valor necessário para alcançar a exposição desejada.

Fortalecer a presença digital do escritório

Um dos principais objetivos do impulsionamento é, sem dúvidas impactar mais pessoas. Esse recurso tem se tornado cada vez mais atraente para os escritórios de advocacia que sentem necessidade de fortalecer sua presença digital.

É uma tendência, impulsionada pela pandemia da Covid-19, que tem atraído advogados que percebem o aumento exponencial da competitividade nas redes sociais, não querendo ficar atrás de seus principais concorrentes.

O mundo está, sim, cada vez mais conectado e esse é um caminho se volta. Todos estão buscando meios de se destacar nas redes, que é onde os usuários passam a maior parte do tempo. Segundo levantamento recente da NordVPN, especialista em cibersegurança, os internautas passam mais de 41 anos navegando na Internet, o que equivale a 54% do tempo de vida médio da população.

Na LETS Marketing, a busca por esse tipo de serviço cresceu mais de 300% em 2022.

Por isso, o impulsionamento está disponível para ajudar quem deseja auferir credibilidade para a marca, construir relevância, engajar e se destacar da concorrência.

 

Rafael Faria Gagliardi é sócio e CEO da consultoria LETS Marketing

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Divulgação assertiva de vagas no mercado jurídico

Recomendações e boas práticas para escritórios de advocacia

Quando não há uma estratégia de employer branding, a divulgação de uma vaga pode ser o primeiro contato do(a) potencial candidato(a) com a sua marca e servir para gerar uma percepção preliminar como empregador.

Por Caroline Sciarotta, da LETS Marketing

 

Na necessidade de contratação, antes de se preocupar em receber currículos, existe o desafio de como atingir o público-alvo, para que ele conheça o escritório e passe a considerá-lo como uma opção para trabalhar, transformando este desejo em aplicação à vaga.

É importante atentar-se ao que pode configurar discriminação no anúncio de emprego, de acordo com a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT).

Confira os principais tópicos para uma divulgação assertiva de vagas:

Título da vaga: inclua o cargo e, idealmente, o nível da posição para dar clareza do nível de experiência.

Apresentação do escritório: conte sobre o escritório, sua história, seu posicionamento no mercado, propósito e valores inegociáveis

Apresentação da área: mencione o que a área faz, os principais desafios e o que representa para o escritório, indicando se é o core business, ou se está em expansão.

Desenvolvimento e Carreira: conte como é o investimento no desenvolvimento dos profissionais, se há subsídios para cursos, plano de carreira, ou ainda como são as oportunidades de desenvolvimento e crescimento.

Diversidade & Inclusão: se houver, mencione programas e compromissos assumidos de D&I.

Resumo da vaga: mesmo que pareça óbvio, mencione quais são as atribuições e desafios de forma mais transparente possível. É importante dar clareza e ajudará a atrair pelos desafios.

Requisitos: detalhe o conhecimento e a experiência que serão necessários, nível de inglês, soft skills, entre outros. É importante categorizar os requisitos em essenciais e desejáveis. Cuidado: exigir tempo de experiência pode ser configurado como discriminação pela CLT.

Benefícios e conveniências: para ajudar na atração, aproveite esse espaço para mencionar todo o pacote de benefícios, possíveis conveniências ou qualquer programa diferenciado voltado para o bem-estar das pessoas.

Jornada e local de trabalho: se for vaga de estágio, vale mencionar se é matutino ou vespertino. Não determine onde o(a) candidato(a) deve residir, mas mencione o local da vaga. Este dado pode ser configurado como discriminatório pela CLT. Importante informar se o formato é 100% home office ou híbrido.

Mais informações podem ser acessadas no artigo ‘Boas práticas para divulgação de vagas em escritórios de advocacia’: https://www.letsmarketing.com.br/boas-praticas-para-divulgacao-de-vagas-em-escritorios-de-advocacia/

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D&I do mundo jurídico

Ações que impulsionam decisões

O mês do Orgulho LGBTQIA+ está acabando e, como saldo, foi possível identificar algumas movimentações do mercado jurídico em aproveitar a data para comunicar sobre iniciativas. Produzimos uma série de artigos especiais que segue considerando este cenário e apresenta dados disponíveis alarmantes sobre a Diversidade & Inclusão (D&I) no contexto da diversidade de gênero e orientação sexual, como pauta no mercado jurídico e como esta realidade pode impactar na sociedade e, consequentemente, na condução dos negócios.

O advogado, no geral, é a própria marca do seu serviço, isso inclusive reflete em ordenações estabelecidas pelo Estatuto da Advocacia e da OAB no qual a denominação da sociedade de advocacia deve ser “obrigatoriamente formada pelo nome do seu titular, completo ou parcial, com a expressão ‘Sociedade Individual de Advocacia’”. (Incluído pela Lei 13.247/2016). Desenvolver negócios neste cenário de tempos arcaicos, ou há pouco mais de 20 anos, de uma forma geral envolvia uma parceria de longo prazo e um networking rico para indicações.

Nada importava ao cliente qual a cultura organizacional e qual o impacto que o seu prestador de serviços causava na sociedade. A reputação do profissional, e consequentemente de sua firma, era sustentada pelo volume de vitórias conquistadas. Já a exposição da marca era perpetuada, basicamente, por meio de materiais de papelaria e participações de congressos, seminários e associações relevantes para as práticas de atuação, e com a limitação publicitária imposta pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, o que restava era os escritórios comprarem grandes quantidades de agendas e materiais gráficos para entregar brindes em eventos.

Tudo mudou com o advento da utilização das mídias digitais para exposição da marca. Há ainda um arsenal de proibições acerca da abordagem mercadológica dos escritórios em seus relacionamentos digitais, mas as evoluções tecnológicas possibilitaram às marcas uma ‘visibilidade sem fronteiras’ que não havia precedentes. Estabelecer conexões entre o serviço prestado e o público-alvo, neste ambiente tão facilitado, aumentou as oportunidades de negócios, claro, mas não é algo tão fácil como parece. Há um caminho árduo, e rico em riscos, que deve ser percorrido.

Antes de tudo, o escritório precisa mostrar ao seu cliente que o tempo passou internamente também e as mudanças que aconteceram na sociedade foram (e são) bem aceitas e implementadas. Assim, após o Dia do Orgulho LGBTQIA+, a LETS Marketing vai publicar uma série de artigos com dados que refletem o cenário da diversidade e inclusão no mercado jurídico e porquê os escritórios devem se preocupar com o impacto social causado pela sua marca.

Para saber mais, assine a nossa newsletter do Linkedin ‘Tendências do Mercado Jurídico’ e acompanhe os próximos artigos sobre Diversidade & Inclusão em escritórios de advocacia.

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Sobre a LETS

Atuando no mercado desde 2018, a LETS Marketing é uma consultoria de Marketing Jurídico completa. Composta por profissionais experientes, o nosso foco é a transformação dos escritórios de advocacia, pois temos o objetivo de crescer junto com os nossos clientes. Nossos trabalhos são voltados para uma comunicação efetiva com o público-alvo dos milhares de advogados e advogadas que já atendemos dentro e fora do Brasil, otimizando processos e estabelecendo relacionamentos fortes e de longo prazo.

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