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Clientes Ruins

Os clientes que custam caro

Muito além da inadimplência, existem clientes ruins que drenam tempo, energia, saúde e reputação. Saber identificá-los e agir com firmeza é uma questão de sobrevivência para empresas de serviços.

Por Rafael Gagliardi

Você já se sentiu aliviado ao encerrar um contrato com um cliente? Se a resposta for sim, você provavelmente teve um cliente ruim. Em negócios que lidam com prestação de serviços, como escritórios de advocacia, agências, consultorias ou profissionais autônomos, nem sempre é fácil fazer essa distinção. Afinal, o cliente paga, não é? Mas a verdade é que nem todo pagamento compensa o desgaste que vem junto.

Clientes ruins existem, sim, e custam mais do que aparentam. Eles não só corroem lucros, mas também consomem a confiança da equipe, prejudicam a entrega e atrasam o crescimento da empresa. O problema é que, na ânsia de vender ou manter o fluxo de caixa, muitos profissionais negligenciam os sinais.

Vou falar abertamente sobre isso.

Cliente difícil ou cliente ruim? A diferença é crucial

O erro mais comum é confundir clientes difíceis com clientes ruins. O cliente difícil exige, desafia, provoca, faz perguntas complexas, tem expectativas altas. Mas se respeita seu tempo, paga corretamente, valoriza seu trabalho e constrói uma relação transparente, ele é, no mínimo, um bom parceiro. Muitas vezes, inclusive, são os clientes difíceis que mais contribuem para elevar o nível da entrega e amadurecer a operação.

Já o cliente ruim é aquele que viola acordos, desrespeita prazos, manipula, subestima, abusa e, quase sempre, desvaloriza seu trabalho, financeiramente ou emocionalmente. Ele mina sua estrutura, consome desproporcionalmente sua atenção e ainda compromete sua marca diante do mercado ou da equipe.

Dinheiro não é tudo: o que um cliente deve agregar além de receita

Tratar o cliente apenas como fonte de receita é uma armadilha comum. Se o único critério para aceitar um contrato for o valor pago, você vai, cedo ou tarde, perder mais do que ganha. Um cliente deve agregar:

  • Reputação: trabalhar com marcas e nomes respeitáveis constrói autoridade e gera novas oportunidades.

  • Alinhamento de valores: clientes que compartilham ética, visão e cultura são mais fáceis de manter no longo prazo.

  • Potencial de recorrência: contratos pontuais têm seu lugar, mas os que crescem e se desenvolvem com você são os que mais valem a pena.

  • Experiência saudável de relacionamento: quando há confiança, comunicação clara e respeito mútuo, tudo flui melhor.

Você aceitaria um cliente tóxico só porque ele paga bem? Por quanto tempo?

Red flags: sinais de alerta que você não deve ignorar

A maioria dos profissionais sabe, no fundo, quando algo está errado logo nas primeiras conversas com um prospect. Mas o entusiasmo inicial, ou o medo de recusar, faz com que os sinais sejam ignorados. Aqui estão alguns deles:

  1. Pede desconto antes de entender o valor
    “Tenho pouco orçamento, mas vai ser ótimo para seu portfólio.” Esse discurso disfarçado de oportunidade esconde desvalorização.

  2. Fala mal de todos os prestadores anteriores
    Se nenhum profissional jamais foi bom o suficiente, qual a chance de você ser a exceção?

  3. Foge do briefing, atropela o processo
    “Vamos direto para a proposta” ou “Não gosto de formalidades” podem parecer agilidade, mas sinalizam desorganização ou tentativa de controlar a entrega.

  4. Quer atenção imediata o tempo todo
    Urgência constante não é sinal de prioridade, é sintoma de caos interno. Esse cliente vai drenar sua agenda e sua paciência.

  5. Não sabe o que quer, mas quer tudo
    O famoso “vamos construindo juntos” vira uma avalanche de alterações, escopos indefinidos e retrabalhos não pagos.

  6. Tenta ensinar como você deve trabalhar
    O cliente que contrata um especialista e depois ignora completamente seu método não está buscando solução, mas submissão.

  7. Dificuldade constante para aprovar, responder ou decidir
    A falta de envolvimento ou comprometimento com o projeto gera atrasos, gargalos e frustração. E quem leva a culpa, muitas vezes, é você.

O impacto real: clientes ruins tiram mais do que tempo

Você pode até pensar que aquele cliente desgastante “ainda paga as contas”, mas ele custa caro. Muito caro.

  • Custo financeiro: inadimplência, retrabalho, horas não cobradas, tempo desperdiçado com reuniões improdutivas.

  • Custo emocional: ansiedade, exaustão, frustração da equipe e, em casos extremos, o famoso burnout de presente.

  • Custo de oportunidade: tempo e energia dedicados a um cliente ruim são recursos que poderiam estar sendo investidos em clientes bons.

  • Custo de reputação: um cliente tóxico pode falar mal de você no mercado, desvalorizar sua entrega e até espalhar desinformação.

Quem trabalha com serviços sabe que o tempo é insubstituível. Uma hora gasta com o cliente errado não volta, não é compensada por outra, e não gera valor. Isso sim é prejuízo.

Como ensinar clientes a trabalharem com você

Evitar clientes ruins começa antes da contratação. O segredo está na forma como você posiciona sua empresa, conduz a venda e estrutura o relacionamento. Ensinar seu cliente a te respeitar não é arrogância, é proteção do seu negócio.

Algumas práticas eficazes:

  • Onboarding claro e documentado: explique como funciona seu processo, prazos, limites e responsabilidades de ambas as partes.

  • Contrato detalhado e objetivo: evite cláusulas vagas. Defina escopo, valores, prazos, canais de contato e número de revisões.

  • Check-ins regulares: combine pontos de contato para revisar expectativas e andamento. Comunicação contínua evita atritos.

  • Automatizações e guias: se possível, disponibilize materiais que ajudem o cliente a entender sua metodologia, como FAQs, cronogramas, vídeos ou manuais.

  • Feedback ativo: ouça o cliente, mas saiba filtrar. Nem toda sugestão merece ser acatada, especialmente se for incompatível com sua proposta de valor.

Ensinar o cliente a colaborar com você é ensinar que ele também tem responsabilidade no sucesso da entrega.

Quando romper é a melhor saída

Há momentos em que o mais sensato é encerrar a relação. Não precisa haver escândalo, briga ou ressentimento. Mas é preciso firmeza para dizer “não somos a melhor opção para você” e seguir adiante.

Antes de romper:

  • Avalie se já tentou realinhar o projeto

  • Ofereça alternativas ou indique outro fornecedor, se possível

  • Seja cordial, mas assertivo. Nada de justificativas excessivas

  • Formalize por e-mail ou carta de encerramento, respeitando o que está em contrato

Lembre-se: clientes vão e vêm. Seu posicionamento, sua saúde e sua equipe ficam. É nisso que você precisa pensar.

Clientes bons merecem (muita) atenção também

É comum gastar muito tempo gerenciando conflitos com clientes ruins e esquecer dos que estão satisfeitos, estáveis e respeitosos. Esses são os que deveriam ser valorizados: atualize-os, surpreenda, escute com atenção e proponha soluções antes que peçam.

Clientes bons trazem outros clientes bons. Criam reputação. Reforçam sua marca. São parceiros de longo prazo. E mais: te ajudam a gostar do que você faz.

Clientes ruins e empresas boas simplesmente não combinam

Nenhuma empresa saudável deve se acostumar a trabalhar com clientes que a sabotam. Quando se normaliza o desrespeito, a urgência, a bagunça e a insegurança, a cultura interna se enfraquece. Bons profissionais saem, boas oportunidades se perdem.

Não se trata de arrogância ou elitismo. Trata-se de saber o que você entrega, como entrega e com quem quer crescer. Negócios sustentáveis exigem critérios, não só clientes.

A pergunta que fica é: quantos clientes hoje estão ajudando sua empresa a crescer e quantos estão apenas sugando o que você tem de melhor?

Faça essa conta com frequência. Sua saúde financeira, emocional e estratégica depende disso.

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Silêncio Digital

Silêncio não é mais neutralidade

Quando cada gesto digital tem peso, calar é um ato que também comunica

Vivemos em tempos em que tudo é registrado, interpretado, compartilhado. Nessa lógica, o silêncio deixou de ser ausência. O que não se diz também constrói — ou destrói — reputações. Em um ambiente onde qualquer ação ou omissão carrega significados, o simples fato de não se posicionar já é, por si só, um posicionamento.

Por Rafael Gagliardi

O que acontece quando você não diz nada

Hoje, nenhuma marca está blindada. Nenhum líder está imune. Nenhuma instituição consegue manter distância do debate público sem que isso seja percebido. A escolha por não participar de uma conversa relevante não é mais vista como cautela, mas como negligência. O silêncio, que antes protegia, agora expõe.

A forma como empresas e profissionais se comportam nas redes sociais se tornou uma extensão direta de seus valores e prioridades. Não é mais possível separar completamente o que é institucional do que é pessoal. Tudo o que se compartilha, tudo o que se ignora, tudo o que se evita dizer — tudo comunica.

É nesse contexto que o comportamento distraído se tornou um risco real. Curtir sem entender. Comentar sem avaliar. Compartilhar sem refletir. Ou simplesmente ignorar temas que importam para quem está do outro lado da tela. Essa rotina aparentemente inofensiva está entre os maiores erros de reputação corporativa dos últimos tempos.

O tempo da neutralidade ficou para trás

Por muito tempo, a neutralidade foi confundida com profissionalismo. Mas isso mudou. As pessoas esperam clareza. Esperam escuta. Esperam presença. Especialmente dos líderes. Esperam que as empresas estejam atentas às grandes discussões sociais. Que saibam o que representam. Que saibam onde estão. Que saibam quem impactam.

E se engana quem acha que só escândalos causam dano. A ausência também. A omissão, hoje, pode pesar tanto quanto uma declaração equivocada. Uma marca que não se manifesta em momentos sensíveis corre o risco de parecer indiferente. Um profissional que silencia em torno de causas que importam pode ser percebido como incoerente com os próprios valores.

Redes sociais deixaram de ser opcionais

Não é mais uma questão de “estar ou não estar” online. É sobre como se está. Qualquer movimento digital pode afetar relacionamentos profissionais, negócios e percepções. Especialmente para quem ocupa posições de liderança.

O que antes parecia apenas uma distração agora virou vulnerabilidade. Um comentário fora de contexto, uma curtida desatenta ou até mesmo o silêncio diante de um fato grave podem gerar ruído suficiente para abalar a imagem construída em anos.

A comunicação virou competência de gestão

Mais do que uma área do marketing, comunicar-se bem se tornou parte das responsabilidades da liderança. Cada vez mais, espera-se que CEOs, sócios e executivos dominem esse território com maturidade. Isso significa compreender que o mundo mudou. Que a sociedade cobra presença, posicionamento, coerência. E que não dá mais para delegar tudo isso a terceiros.

Hoje, comunicar é governar. É proteger. É construir confiança. Não se trata de responder a tudo. Mas de saber quando falar. Como falar. E com quem.

Como se proteger sem se isolar

A boa notícia é que existem caminhos para isso. Primeiro, é preciso parar de tratar as redes sociais como um campo neutro. Não é. Nunca foi. Ali estão seus clientes, parceiros, futuros talentos, concorrentes e até seus críticos. E todos observam.

Depois, é importante humanizar. Assumir que a comunicação precisa ter rosto, intenção e escuta. Não adianta postar frases prontas, nem seguir fórmulas genéricas. O que funciona é o que conecta de verdade. O que mostra quem está por trás da assinatura. O que traduz os valores no dia a dia, nas decisões, nos gestos simples.

A regra básica? Comunicação com consciência

Antes de clicar, vale respirar. E se perguntar:

  • Isso faz sentido para mim?

  • Essa mensagem está alinhada com o que acredito?

  • O público que me acompanha entenderá o que estou dizendo?

  • É o momento certo para falar sobre isso?

Se a resposta for sim, vá em frente. Se for não, pare e repense. O ponto aqui não é o medo de errar. É a responsabilidade sobre o que se escolhe comunicar — ou não comunicar.

No Direito, o desafio é ainda maior

Advogados, por essência, lidam com nuances. Com o que é dito e com o que fica nas entrelinhas. A atuação jurídica exige escuta, sensibilidade, credibilidade. E nada disso se constrói com postagens genéricas, tampouco com ausência.

A relação com o cliente é pessoal. E o digital precisa refletir essa pessoalidade. Mostrar os bastidores. Demonstrar domínio sobre o tema. Participar das conversas certas, nos momentos certos, com a linguagem certa. Se há uma vantagem real que o setor jurídico pode explorar nas redes, é justamente a proximidade. A capacidade de falar com autoridade, sem perder a humanidade.

Em tempos de exposição constante, silêncio também vira manchete

Se tudo comunica, o silêncio também. E, por isso, é preciso deixar claro: não se trata de postar mais. Trata-se de comunicar melhor. Com estratégia. Com presença. Com intenção. Com ética. Com verdade.

O que está em jogo não é só a reputação online. É a confiança no mundo real. Porque, no fim das contas, ainda é ela que move contratos, negócios e relações de longo prazo.

E para manter essa confiança, é preciso estar presente. Mesmo quando o barulho for grande demais.

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Yahoo

A queda de um gigante e lições para escritórios hoje

Há uma trajetória clara. Primeiro, o Cadê e o Yahoo dominaram a busca online. Depois o Google os substituiu. Agora, o Google enfrenta turbulências com IA e TikTok. E escritórios jurídicos podem aprender com isso.

Por Rafael Gagliardi

A jornada dos buscadores começa com iniciativas nacionais como Cadê e o surgimento do Yahoo, nos EUA. Cadê foi pioneiro no Brasil, mas sem escalabilidade global perdeu espaço. O Yahoo surgiu em 1994 como um diretório hierárquico construído pelos fundadores Jerry Yang e David Filo, incorporado em março de 1995. Com o tempo, virou portal completo: busca, e‑mail, notícias, finanças, respostas, grupos, entre outros. No final da década de 1990 era presença obrigatória no navegador de quem conectava à web.

No auge, o Yahoo tinha cerca de 700 milhões de visitas mensais, figurava entre os seis sites mais acessados globalmente e liderava como portal de notícias. Mas então o Google emergiu como motor de busca com algoritmo superior, mais rápido e escalável, e o Yahoo não acompanhou. Erros estratégicos foram decisivos. Em 1998 recusou a oferta de PageRank por US$ 1 milhão e depois perdeu chance de comprar o Google por US$ 5 bilhões. Gastou mais de US$ 10 bilhões em aquisições caras – GeoCities, Broadcast.com – sem foco tecnológico e acabou perdendo sua liderança.

Trocando CEOs, demissões massivas, escândalos de vazamentos de dados que atingiram bilhões de contas e falta de inovação interna fizeram o valor da marca despencar. Em 2016 o Yahoo foi vendido por US$ 4,5 bilhões à Verizon, uma fração do valor de mercado anterior. Ainda operam serviços como mail e finanças, hoje sob controle da Apollo Global Management. Sob Jim Lanzone, a empresa tenta uma virada, apostando em IA e parcerias para revitalizar Yahoo News e Finance.

Hoje o Google mantém entre 89 e 90 % da fatia de busca global, mas já sente a pressão: estatísticas mostram queda abaixo de 90 % e crescimento de concorrentes via IA e redes sociais como TikTok. A nova competição não é por diretórios, é por respostas rápidas, imersivas e visuais. O Google incorporou o Gemini com modo IA e IA Overview, mas enfrenta dilemas: respostas prontas reduzem cliques e receita publicitária.

E o paralelo com o mundo jurídico? Escritórios de advocacia correm risco se se acomodam no modelo tradicional: serviço técnico, reputação local, pouca inovação discurso digital. Assim como o Yahoo permaneceu confortável com portal, e-mails e anúncios até perceber tarde demais que as necessidades dos usuários evoluíram, escritórios podem ser ultrapassados por mudanças no comportamento do cliente jurídico.

Vocês já se perguntaram se estão preparados para disputar atenção em ambientes como TikTok, YouTube, newsletters com IA generativa? Se não capturam tendências tecnológicas e de consumo de informação, vão perder espaço para escritórios mais ágeis. Google mesmo já aposta em ferramentas com respostas automatizadas, mas mantém relevância investindo pesadamente em infraestrutura e produto.

O Yahoo serve como alerta: liderança não garante futuro. Não basta manter performance atual se o mundo muda ao redor. Escritórios devem aprender com isso:

  • Invistam em inovação na forma de apresentar conteúdo jurídico: IA que gere resumos, análise de jurisprudência em tempo real, podcasts educativos

  • Diversifiquem os canais de alcance: TikTok e Instagram para insights rápidos, LinkedIn para autoridade técnica, newsletter para relacionamento direto

  • Monitorem métricas reais: além de seguidores, acompanhem engajamento qualificado, conversões de leads, volume de demanda originada por conteúdo

  • Preparem-se para mudanças regulatórias ou tecnológicas, como uso ético de IA e reputação digital, antes que esses movimentos se tornem urgentes

Yahoo errou ao não reinventar o modelo base nos anos 2000. O Google erra se ignorar o avanço das IAs e redes sociais entre os jovens. Escritórios jurídicos podem evitar isso cultivando cultura de adaptação, tecnologia e estratégia digital.

Vocês estão prontos para sair da zona de conforto ou esperam ser surpreendidos por um novo “Google” jurídico ou um “TikTok” legal? O momento exige ação proativa. O que sua sociedade está fazendo hoje para evitar virar lembrança amanhã?

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Advogados não podem postar casos concretos

Casos reais, limites éticos

Advogados não podem postar casos concretos: Por que advogados não podem usar casos concretos nas redes e como ainda é possível se posicionar com estratégia

Na era da informação instantânea e da exposição em tempo real, um limite tem se tornado cada vez mais relevante no universo jurídico: o uso de casos concretos para autopromoção. A recente decisão do Tribunal de Ética Profissional da OAB de São Paulo reforça esse entendimento. Segundo o julgamento realizado em 26 de junho de 2025, mesmo a ocultação de dados qualificatórios das partes não é suficiente para autorizar a divulgação de casos em redes sociais, sites ou outras mídias. O fundamento é claro: a publicidade na Advocacia deve ser apenas informativa, com sobriedade e discrição.

O Tribunal de Ética Profissional da OAB/SP decidiu que é vedado o uso, por advogados, de casos concretos para qualquer publicidade ou comunicação, ainda mais quando possa alcançar grande amplitude, como postagens em redes sociais. O colegiado destacou que é irrelevante, nesses casos, a ocultação de dados das partes. Segundo a decisão, “independentemente do meio utilizado, a publicidade do advogado tem caráter meramente informativo e deve primar pela discrição e sobriedade, não sendo ética a utilização e divulgação de casos concretos”.

PUBLICAÇÕES EM REDES SOCIAIS – ATUAÇÃO PROFISSIONAL – USO DE IMAGEM PESSOAL E CÓPIAS DE CASOS CONCRETOS – OCULTAÇÃO DE DADOS QUALIFICATÓRIOS DAS PARTES – IRRELEVÂNCIA – VEDAÇÃO EXPRESSA DA UTILIZAÇÃO DE CASOS CONCRETOS EM QUALQUER PUBLICIDADE – ARTIGOS 4, §2º; 5, §3º; 6 e parágrafo único DO PROVIMENTO 205/2021 DO CONSELHO FEDERAL. É vedada a utilização de casos concretos em qualquer publicidade ou comunicação, ainda mais quando possam alcançar grande amplitude, como as postagens feitas em redes sociais. É irrelevante a ocultação de dados qualificatórios das partes, porque essa distinção não foi feita no regramento sobre o marketing jurídico (atualmente Provimento 205/2021). Independentemente do meio utilizado, a publicidade do advogado tem caráter meramente informativo e deve primar pela discrição e sobriedade, não sendo ética a utilização e divulgação de casos concretos. Proc. 25.0886.2025.002152-5- v.u., em 26/06/2025, parecer e ementa da Rel. Dra. FABIANA REGINA SIVIERO SANOVICK, Rev. Dra. MÔNICA MOYA MARTINS WOLFF, Presidente Dr. JAIRO HABER.

A discussão ganhou nova força porque muitos escritórios, ainda que com boas intenções, recorrem a postagens com exemplos de atuação prática como forma de reforçar sua autoridade. Em geral, os dados são anonimizados, os nomes suprimidos, mas o raciocínio jurídico está ali — extraído de uma atuação real. Para o TED da OAB/SP, esse tipo de abordagem é vedado, mesmo sem menção expressa às partes. O entendimento considera que a mera possibilidade de identificação, somada ao viés promocional, fere a ética profissional.

Ao invés de tratar isso como um limite intransponível, é mais inteligente entender como um redirecionamento estratégico. O marketing jurídico não desaparece com a decisão. Ele se refina. E é justamente nos momentos de maior regulamentação que os diferenciais mais consistentes se consolidam.

Outro entendimento recente diz respeito aos podcasts jurídicos. Segundo o TED da OAB/SP, é possível a realização de transmissão de conteúdo jurídico por meio de podcast, desde que observadas as normas de regulação da publicidade e do marketing no exercício da advocacia.

PUBLICIDADE NO EXERCÍCIO DA ADVOCACIA. UTILIZAÇÃO DE MARKETING DE CONTEÚDOS JURÍDICOS. PODCAST: PRODUÇÃO, PARTICIPAÇÃO E TRANSMISSÃO AO VIVO. POSSIBILIDADE. ESTRITA OBSERVÂNCIA DO CÓDIGO DE ÉTICA E DISCIPLINA E DO PROVIMENTO 205/2021 DO CFOAB. DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA E DA ADVOCACIA. VETO ABSOLUTO À MERCANTILIZAÇÃO DA PROFISSÃO. É possível a realização de transmissão de conteúdo jurídico ao vivo por recurso de mídia denominado podcast, desde que rigorosa e estritamente observadas as normas de regulação da publicidade e do marketing no exercício da Advocacia, estipuladas no Código de Ética e Disciplina [Artigos 39 a 47-A] e no Provimento nº 205/2021 [Artigos 2º, I a VIII; 4º, §§1º e 2º; 5º, §3º; e Anexo Único], ambos do Conselho Federal da OAB, pautadas pela busca constante da dignidade da pessoa humana e da Advocacia; pelo veto absoluto à mercantilização da atividade e coibição da captação de clientela; pela promoção da solidariedade e da lealdade profissional interclasse, coibindo a concorrência desleal; e pela preservação dos interesses da sociedade e do cliente, por meio da rigorosa guarda do sigilo profissional e por coibir a banalização dos temas tratados e a vulgarização dos valores humanos envolvidos, sendo terminantemente vedadas, dentre outras, as seguintes condutas: (a) empregar excessivo volume de recursos financeiros em sua produção; (b) induzir à captação de clientela e à contratação dos serviços dos profissionais participantes; (c) fazer referências ou menções a decisões judiciais e a resultados de qualquer natureza, obtidos em procedimentos patrocinados pelos advogados participantes; (d) exibir listas ou mencionar clientes do respectivo escritório; (e) utilizar casos concretos e divulgar seus resultados; (f) estimular o litígio; (g) expor publicamente pessoas envolvidas em procedimentos que atuam ou atuaram os advogados participantes, sejam clientes ou não; (h) promover o exibicionismo, a exaltação e a ostentação dos participantes e de seus escritórios. Proc. 25.0886.2025.004106-0 – v.u., em 26/06/2025, parecer e ementa do Rel. Dr. JOÃO CARLOS RIZOLLI, Rev. Dr. EDSON JUNJI TORIHARA, Presidente Dr. JAIRO HABER.

A construção de autoridade não depende da exposição do que se faz, mas da forma como se pensa. O conteúdo jurídico pode, sim, gerar demanda, atrair atenção e abrir portas comerciais — desde que respeite a regulação. Em vez de descrever casos, explique os fundamentos jurídicos de uma decisão relevante. Em vez de divulgar a atuação em um litígio, analise o impacto de decisões semelhantes para o setor de seus clientes. Ao invés de relatar uma negociação bem-sucedida, ofereça insights sobre como estruturar contratos mais eficientes ou inovadores.

A seguir, algumas formas válidas e eficazes de exposição jurídica com base no Provimento 205/2021:

  1. Artigos autorais sobre temas jurídicos de interesse público
  2. Vídeos explicativos com linguagem técnica e sóbria
  3. Participação e cobertura de eventos jurídicos
  4. Newsletters e e-books educativos
  5. Comentários sobre decisões já divulgadas pela imprensa
  6. Entrevistas para veículos especializados
  7. Podcasts jurídicos dentro das diretrizes éticas
  8. Presença ativa no LinkedIn com conteúdo informativo
  9. Divulgação de projetos institucionais e sociais

Fonte: Migalhas. Disponível em: https://www.migalhas.com.br/quentes/435473/advogado-nao-pode-publicar-caso-concreto-em-redes-sociais-diz-oab-sp

 

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IA na prática jurídica

Como as ferramentas generativas estão mudando, de fato, o jeito de produzir e consumir conhecimento jurídico

A aplicação de modelos de linguagem na rotina jurídica já não é mais uma aposta de futuro, mas um processo em curso, que exige um posicionamento claro e técnico de quem trabalha com Direito. Ferramentas como ChatGPT, Gemini, Manus AI, Genspark e NotebookLM deixaram de ser novidade. Elas estão impactando, na prática, não só a produtividade, mas a forma como advogados e advogadas pesquisam, escrevem, decidem e se posicionam.

Por Yasmin Brandão

Um exemplo que gosto de observar de perto é o recurso chamado “busca profunda”. Ele já aparece nas versões mais avançadas de IA generativa e muda completamente a lógica da pesquisa jurídica tradicional. Essas ferramentas não estão só buscando jurisprudência ou analisando leis. Elas estão cruzando dados, reconhecendo padrões argumentativos e devolvendo respostas moldadas pelo contexto, pela linguagem e pelo objetivo da pergunta, com consistência técnica e, muitas vezes, com estrutura similar a uma peça jurídica.

Enquanto o Gemini responde com rapidez e cumpre bem tarefas urgentes, como resumos ou análises iniciais, o ChatGPT oferece algo mais próximo do que um parecer jurídico exige: tempo, profundidade, articulação argumentativa e fundamentação sólida. Já o Manus AI e o Genspark vão além. Eles são agentes jurídicos que simulam raciocínios com base em parâmetros definidos por área, especialidade, linguagem e complexidade. Estão sendo usados para revisar contratos, responder consultas, produzir peças com base em dados estruturados e até dar suporte em processos de due diligence. E o mais importante: tudo isso com atenção ao português jurídico e à realidade normativa brasileira.

Como consultora em marketing jurídico, vejo de forma muito nítida como isso tudo afeta o modo como os escritórios se comunicam, e não apenas nas redes sociais. Estou falando da forma como se constrói a autoridade digital de um escritório. Conteúdo jurídico nunca foi só texto. Agora, menos ainda. A gente está lidando com um tipo de produção que precisa ser lida e compreendida não só por pessoas, mas por mecanismos automatizados. E isso exige cuidado redobrado com a estrutura do raciocínio, com a escolha das palavras, com a organização da informação.

O NotebookLM, por exemplo, tem ganhado força justamente por isso. Ele permite importar documentos, segmentar dados e cruzar informações com base em hipóteses jurídicas. Ou seja, exige que quem opera a ferramenta saiba construir bons prompts, conheça o assunto e consiga revisar a resposta com critério técnico. Não dá para usar de forma automática, muito menos superficial.

O que observo hoje é que muitos escritórios ainda tratam a IA como uma automação que reduz tempo. Mas o ponto-chave não está só na velocidade. Está em como os dados são organizados, como os argumentos são apresentados e, principalmente, em como essas ferramentas aprendem com as interações. O conteúdo jurídico virou, literalmente, um dado vivo. Ele circula, se adapta, é lido por sistemas que podem ou não entendê-lo como relevante.

Por isso, quando falamos em posicionamento digital, não estamos falando só de site, Instagram ou LinkedIn. Estamos falando sobre como o raciocínio jurídico de um escritório é percebido por outras inteligências, sejam humanas ou artificiais. Isso exige um outro tipo de atenção à linguagem, à técnica e à estratégia.

Adotar IA no jurídico não é só uma questão de inovação. É uma mudança de perspectiva sobre como se constrói autoridade, como se compartilha conhecimento e como se atua de forma ética em um ambiente cada vez mais mediado por tecnologia. E isso, definitivamente, não se aprende em um clique.

 

 

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Tarifaço de Trump gera corrida a escritórios

Oportunidade para atuação proativa na análise de riscos e judicialização

O aumento expressivo de tarifas sobre produtos importados anunciado pelo ex-presidente Donald Trump está mobilizando empresas brasileiras exportadoras — e abrindo espaço para uma atuação jurídica estratégica e proativa. Segundo matéria publicada pelo jornal Valor Econômico (18/07/2025), empresas de setores como siderurgia, farmacêutico e químico têm procurado escritórios de advocacia para avaliar possíveis impactos do “tarifaço” e analisar medidas jurídicas de proteção, inclusive com foco em eventual judicialização.

Essa movimentação revela uma clara oportunidade para bancas jurídicas que atuam com comércio exterior, tributação internacional, relações governamentais e direito regulatório. Os clientes não estão esperando o impacto: estão buscando análises preventivas, pareceres técnicos e estratégias jurídicas para contestar, minimizar ou se antecipar às consequências práticas dessas medidas — tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos.

Em vez de adotar uma postura passiva, escritórios podem (e devem) se posicionar como parceiros estratégicos para essas empresas, oferecendo mapeamentos personalizados de riscos, revisão contratual, análise de tratados internacionais, estratégias de trade compliance e até defesa de interesses institucionais via entidades setoriais. A judicialização, caso confirmadas as tarifas, já é cogitada por diversas companhias.

O cenário é de alta complexidade e exige conhecimento técnico específico, além de sensibilidade política e regulatória. Para escritórios preparados, trata-se de uma janela concreta de geração de demanda jurídica sofisticada e recorrente.

Fonte: Valor Econômico – “Empresas recorrem a escritórios de advocacia em busca de medidas protetivas contra tarifaço de Trump”, publicado em 18/07/2025. Acesso via: https://valor.globo.com/legislacao/noticia/2025/07/18/empresas-recorrem-a-escritorios-de-advocacia-em-busca-de-medidas-protetivas-contra-tarifaco.ghtml

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Comitês em escritórios de advocacia

Uma estratégia que transforma escritórios de advocacia

Como a formação de comitês em escritórios de advocacia pode revolucionar a governança, eficiência e desenvolvimento profissional.

O ambiente jurídico está se tornando cada vez mais competitivo e exigente, demandando dos escritórios de advocacia uma gestão mais estratégica, profissional e organizada. Nesse contexto, a implementação de comitês surge como uma solução poderosa para elevar a governança, otimizar o funcionamento das equipes e potencializar o crescimento individual dos colaboradores.

Por Rafael Gagliardi

Quando você pensa em comitês, o que vem à sua mente? Provavelmente reuniões extensas e pouco produtivas, certo? Se essa é sua percepção, está na hora de rever esse conceito. Escritórios que adotam comitês bem estruturados experimentam uma verdadeira transformação na sua gestão interna e no engajamento das equipes.

Antes de aprofundar como comitês específicos podem ajudar seu escritório, é bom esclarecer: o que exatamente é um comitê dentro de uma organização?

Um comitê é um grupo formalmente designado para tratar de assuntos específicos. Sua função é aconselhar, deliberar ou executar tarefas bem definidas, contribuindo com conhecimentos especializados que ajudam na tomada de decisões estratégicas. Em resumo, um comitê atua como um centro de inteligência colaborativa focado em objetivos delimitados.

Benefícios claros na governança e operação

Nos escritórios de advocacia, comitês podem trazer ganhos concretos para a governança e operações. Eles diminuem a concentração de decisões nas mãos dos sócios fundadores, proporcionando maior distribuição e equilíbrio de responsabilidades. Isso resulta em decisões menos impulsivas e mais estratégicas, fundamentadas em análises detalhadas e técnicas.

Outro benefício relevante é o aprimoramento da transparência. Ao adotar comitês estruturados, o escritório passa a ter processos mais documentados e claros, aumentando a confiança dos stakeholders – clientes, parceiros comerciais e até investidores. Em termos práticos, quanto mais estruturada for a sua governança, mais fácil será atrair clientes exigentes e sofisticados.

Além disso, a criação de comitês é uma excelente maneira de gerenciar riscos e antecipar problemas. Com grupos focados em compliance e controles internos, por exemplo, o escritório pode agir preventivamente, evitando crises futuras e garantindo uma operação sustentável a longo prazo.

Regras de ouro para um comitê eficiente

Para garantir o bom funcionamento dos comitês, algumas “regras de ouro” precisam ser observadas:

  • Objetivos claros e específicos: Todos os membros devem entender perfeitamente o propósito do comitê.
  • Participação ativa e engajada: Os integrantes precisam contribuir de forma real, com responsabilidades definidas e cobrança mútua.
  • Documentação consistente: É essencial manter atas, relatórios e evidências do trabalho realizado, garantindo continuidade e aprendizado contínuo.
  • Avaliação regular: Comitês precisam ser revisados periodicamente para verificar sua efetividade e relevância dentro da organização.

Quem deve participar dos comitês?

Nos escritórios, a participação em comitês deve contemplar diversidade hierárquica e funcional. Sócios, advogados associados, analistas e até estagiários podem fazer parte, desde que suas competências e interesses estejam alinhados ao objetivo do comitê. Essa diversidade garante a riqueza das discussões e o desenvolvimento profissional amplo dentro da equipe.

Os participantes também se beneficiam individualmente. Integrar um comitê é uma oportunidade valiosa de aprendizado, exposição interna, ampliação de networking, desenvolvimento de liderança e até direcionamento de carreira para áreas que estejam mais alinhadas às suas afinidades pessoais.

Exemplos de comitês úteis para escritórios:

Além dos tradicionais Comitês Executivos ou Financeiros, escritórios de advocacia podem se beneficiar enormemente de comitês específicos, como:

  • Comitê de Marketing: Fortalece a presença da marca, define estratégias para atrair novos clientes e melhorar a percepção externa.
  • Comitê de Pessoas: Cuida de questões relacionadas à cultura organizacional, recrutamento, retenção e desenvolvimento de talentos.
  • Comitê de Relacionamento com Clientes: Melhora a experiência e fidelização dos clientes atuais, crucial para a sustentabilidade do escritório.
  • Comitê de Comunicação Interna: Promove alinhamento de informações e melhora a integração entre áreas.
  • Comitê de Inovação: Explora novas tecnologias e métodos de trabalho para aumentar eficiência e competitividade.
  • Comitê ESG: Focado em sustentabilidade e práticas responsáveis, cada vez mais valorizadas por clientes corporativos.
  • Comitê de Educação e Capacitação: Organiza treinamentos e atualizações contínuas dos profissionais.
  • Comitê de Diversidade e Inclusão: Promove uma cultura organizacional mais diversa, igualitária e representativa.

Como aplicamos isso na LETS

Na LETS Marketing, adotamos comitês temáticos que evoluem constantemente e têm sido essenciais na nossa profissionalização e crescimento. Temos o Comitê de Gente e Gestão, dedicado à melhoria contínua dos processos de recursos humanos, o Comitê de Comunicação Interna e Cultura, que fortalece nosso alinhamento interno, e até um Comitê de Festas, que promove integração e satisfação da equipe (e sim, ele é bem útil).

Além desses, destacam-se o Comitê de Inovação, que busca constantemente novas soluções tecnológicas e metodologias, o Comitê Financeiro e Contábil, que zela pela saúde financeira, e o Comitê de Estudos e Pesquisas, voltado ao aprimoramento técnico e estratégico da empresa. Também criamos comitês temporários, voltados a projetos específicos como implementação de novas políticas internas ou iniciativas pontuais.

A maior lição que aprendemos é que, para ser eficaz, o comitê precisa estar alinhado aos objetivos reais da empresa. As pessoas escolhidas devem estar comprometidas e entender claramente seu papel, havendo também políticas claras sobre entrada, permanência e eventual substituição dos integrantes.

Essa experiência da LETS pode ser perfeitamente replicada em escritórios de advocacia. Imagine como um Comitê de Inovação poderia elevar a eficiência das operações jurídicas, principalmente nesse era de IA, ou como um Comitê de Pessoas poderia transformar o ambiente de trabalho, melhorando a retenção e satisfação das equipes.

Implementar e manter comitês exige esforço e compromisso, mas os resultados são extremamente recompensadores, tanto para o escritório como um todo quanto para cada colaborador envolvido.

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Como o Marketing Conversacional pode potencializar resultados na Advocacia

Marketing Conversacional na Advocacia. Por que isso é importante para todos os escritórios?

Por Willian Fernandes

O Marketing Conversacional tem se consolidado como uma ferramenta poderosa para escritórios de advocacia que investem em conteúdo jurídico de qualidade. Após testes internos na LETS Marketing, comprovamos que aplicar essa estratégia pode gerar um salto expressivo na captação e qualificação de leads jurídicos.

Em apenas 14 dias, ao operarmos um fluxo de chatbots personalizados em nosso próprio site, registramos um aumento de 120% na geração de leads, com interações mais qualificadas e próximas do momento de decisão.

O que é Marketing Conversacional?

O marketing conversacional é uma abordagem estratégica que promove diálogos em tempo real com visitantes e clientes, por meio de chatbots, atendentes virtuais ou humanos. Seu foco é otimizar a experiência do usuário, acelerar o atendimento e aumentar as taxas de conversão de visitantes em leads, com interações personalizadas e naturais.

Marketing Conversacional aplicado ao Marketing Jurídico

No marketing jurídico, principalmente, a produção de conteúdo é o principal ativo. Publicar artigos, vídeos ou materiais ricos sobre temas relevantes permite que seu escritório seja encontrado por quem busca soluções jurídicas no Google.

Contudo, a maioria dos visitantes não se converte em leads apenas com formulários, pop-ups ou landing pages. É aí que o marketing conversacional mostra sua força.

Imagine um gestor de RH que encontra um conteúdo do seu site explicando as mudanças na NR-1. Ele pode ter dúvidas específicas e não tomar a iniciativa de enviar um e-mail ou clicar no WhatsApp. Com um chatbot personalizado naquela página, no entanto, ele teria a possibilidade de iniciar uma conversa no ato, esclarecer suas dúvidas e deixar seus dados com consentimento via LGPD — abrindo espaço para um contato ativo do seu time jurídico.

Afinal, essa conversão imediata e contextualizada dá continuidade à jornada do cliente, transformando o conteúdo do topo do funil em uma oportunidade concreta de negócio.

Benefícios do Marketing Conversacional para Escritórios de Advocacia

Além de aumentar o volume de leads, o marketing conversacional melhora significativamente a qualidade da base gerada. Com fluxos inteligentes de perguntas e respostas, o chatbot qualifica os leads automaticamente, permitindo ao escritório:

  • Priorizar contatos mais promissores.
  • Nutrir leads frios com e-mails e conteúdos relevantes.
  • Evitar interações com curiosos ou perfis fora do público-alvo.

Diferente do botão de WhatsApp — que pode atrair leads desqualificados — o chatbot segue uma lógica de pré-qualificação, otimizando o tempo da equipe comercial ou jurídica e ajudando a direcionar esforços para leads com maior potencial.

Em contextos B2B mais complexos, inclusive, o chatbot pode reduzir o volume total de leads, mas aumentar a taxa de conversão qualificada — o que é ainda mais valioso.

Mais que uma tendência, sobretudo, a humanização no marketing é uma realidade nos escritórios de alta performance. Saiba mais sobre o marketing H2H.

Afinal, quer aplicar Marketing Conversacional no seu Escritório?

Na LETS Marketing, temos cases reais e metodologias testadas para aplicar chatbots jurídicos inteligentes em sites, blogs e landing pages de escritórios de advocacia.

Fale com nossa equipe e descubra como o Marketing Conversacional pode acelerar seus resultados digitais:

📩 contato@letsmarketing.com.br

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CRM para advogados

Você precisa de um CRM?

Mais do que uma tecnologia, o CRM é uma estratégia de sobrevivência. Um CRM para advogados pode ser o divisor de águas entre crescimento sustentável e estagnação operacional.

Por Rafael Gagliardi

Imagine um escritório que ainda gerencia sua base de clientes em planilhas, perde prazos por falta de organização, não sabe quais prospects são mais promissores e aposta em campanhas genéricas. Essa é a realidade de boa parte dos escritórios de advocacia hoje no Brasil — e o problema não está nos profissionais, mas na ausência de uma ferramenta de gestão orientada por dados: o CRM.

O que é CRM e como ele funciona

CRM é a sigla para Customer Relationship Management — ou, na prática, a gestão do relacionamento com o cliente. Apesar de muitas vezes ser associado apenas a um software, o CRM é uma abordagem estratégica que combina tecnologia, processos e cultura organizacional para colocar o cliente no centro da tomada de decisão.

No dia a dia, um sistema de CRM permite registrar e acompanhar cada interação com leads, prospects e clientes. Agendas, e-mails, propostas, reuniões, contratos, feedbacks, reclamações e oportunidades ficam organizados em um único lugar. Nada se perde. Nada é esquecido. Tudo é rastreável.

Mais do que organização, o CRM oferece inteligência. A ferramenta transforma dados em informações acionáveis: quem são os clientes mais rentáveis, quais serviços têm maior taxa de conversão, qual o tempo médio entre uma proposta e o fechamento, por que determinada campanha funcionou e outra não.

Em escritórios de advocacia, essa gestão estruturada pode ser a ponte entre o marketing que atrai e o atendimento que converte.

Advogados precisam mesmo de um CRM?

Essa pergunta é recorrente. Afinal, a advocacia lida com relações humanas, confiança e sigilo — não com vendas tradicionais. Mas é justamente por isso que o CRM se torna tão necessário. O relacionamento com clientes jurídicos é complexo, longo e exige acompanhamento contínuo.

Um cliente pode procurar um escritório hoje por uma questão societária, voltar meses depois com uma demanda tributária e, em seguida, indicar outro empresário que enfrentará um litígio. Cada uma dessas interações é uma oportunidade de relacionamento. Sem um sistema que registre e conecte essas ações, o histórico se perde.

Além disso, a complexidade regulatória do setor jurídico exige controle rigoroso de prazos, documentos, responsabilidades e interlocuções. Um CRM ajuda a garantir esse nível de organização e ainda permite segmentar públicos, personalizar abordagens e antecipar necessidades — algo cada vez mais valorizado por clientes empresariais.

Quais os benefícios para escritórios de advocacia

Para um escritório, um CRM bem implementado gera ganhos imediatos e sustentáveis. Entre os principais benefícios:

  • Organização de dados: todas as informações de clientes, leads e contatos ficam centralizadas e atualizadas.
  • Gestão de oportunidades: visualização do pipeline de vendas (prospecções, propostas, reuniões, fechamentos).
  • Acompanhamento de prazos: alertas para ações jurídicas, reuniões e compromissos com clientes.
  • Personalização do atendimento: histórico de interações permite abordagens mais assertivas.
  • Integração com marketing: segmentação de base, envio de e-mails, landing pages e automações.
  • Medição de performance: relatórios sobre taxa de conversão, produtividade, rentabilidade por área.
  • Automação de tarefas: follow-ups, lembretes, geração de contratos, registro de interações.

Não é apenas sobre “vender” mais — é sobre prestar um serviço jurídico com mais controle, previsibilidade e foco no cliente.

Tipos de CRM: qual escolher?

Os sistemas de CRM variam em arquitetura e foco. Conhecer essas classificações ajuda a escolher a ferramenta mais adequada para a realidade do seu escritório:

  • CRM operacional: voltado para a rotina comercial e de atendimento. Automatiza tarefas como agendamento, follow-up, registro de ligações e e-mails.
  • CRM analítico: foca na análise de dados e tomada de decisão. Gera relatórios estratégicos sobre comportamento de clientes e performance de equipe.
  • CRM colaborativo: promove a integração entre áreas (jurídico, atendimento, marketing, financeiro), permitindo uma visão única do cliente em toda a jornada.
  • CRM estratégico: orientado à inteligência de negócios. Analisa tendências, prevê necessidades e sugere ações com base em dados preditivos.
  • CRM local (on-premise): instalado nos servidores do escritório. Maior controle e segurança, mas com custos de infraestrutura e manutenção.
  • CRM na nuvem (cloud): acessado online, de qualquer dispositivo. Mais flexível, com atualizações automáticas, menor custo de entrada e ideal para equipes distribuídas.

Os CRMs mais usados no Brasil

  • RD Station CRM: fácil de configurar, com bom suporte para equipes iniciantes. Integra com WhatsApp e RD Station Marketing.
  • Agendor: CRM nacional, fácil de usar e com ótimo custo-benefício. Oferece múltiplos funis, automações, integração com WhatsApp e API aberta. Ideal para pequenos e médios escritórios.
  • Kommo: conhecido por sua abordagem holística. Integra marketing e vendas, com foco em automação de conversas e inteligência comercial.
  • HubSpot CRM: gratuito, robusto e com excelente integração ao inbound marketing. Muito usado por escritórios que trabalham com conteúdo e geração de leads.
  • SalesForce: líder global em CRM. Altamente personalizável, com recursos avançados para grandes estruturas. Indicado para escritórios de grande porte.
  • PipeDrive: simples e visual, ideal para quem precisa de agilidade no funil de vendas. Funciona bem para controladoria jurídica comercial.
  • Zoho CRM: acessível e modular, com recursos que vão do básico ao avançado. Ótima opção para quem busca equilíbrio entre preço e funcionalidades.

9 sinais de que você precisa de um CRM

Se ainda restam dúvidas sobre a necessidade de adotar um CRM, vale observar os seguintes sintomas:

  1. Seus dados estão espalhados em várias planilhas e sistemas.
  2. Leads se perdem por falta de follow-up.
  3. A equipe comercial não sabe em que estágio estão as propostas.
  4. O marketing gera contatos que o time de vendas não aproveita.
  5. Prazos são esquecidos ou mal gerenciados.
  6. Não há clareza sobre quais clientes geram mais receita.
  7. A comunicação entre áreas é falha e desorganizada.
  8. O escritório cresce, mas você sente que perdeu o controle.
  9. Há retrabalho, perda de produtividade e decisões baseadas em achismos.

Se você se identificou com dois ou mais desses sinais, o CRM pode — e deve — ser considerado.

CRM jurídico: uma aplicação específica e necessária

O CRM jurídico é a aplicação dessa lógica de gestão voltada às particularidades da advocacia. Vai além do controle de vendas. Ele permite registrar todo o histórico de relacionamento com clientes e empresas atendidas, centralizar documentos e prazos, prever oportunidades e organizar o fluxo de atendimento com mais previsibilidade.

Em muitos escritórios, o CRM funciona integrado ao ERP ou ao software jurídico, gerando uma visão completa da operação — do comercial ao financeiro.

Entre as funcionalidades mais relevantes para o setor:

  • Cadastro de clientes com histórico processual.
  • Registro de reuniões, e-mails e atendimentos.
  • Integração com controle de prazos e compromissos.
  • Relatórios de conversão por tipo de serviço.
  • Monitoramento de desempenho por advogado.
  • Alertas para renovações contratuais.
  • Envio automatizado de comunicações.

O CRM jurídico permite ainda mapear tendências de mercado, identificar gargalos e gerar inteligência para decisões estratégicas.

Como escolher o melhor CRM para seu escritório

A decisão deve considerar:

  • Objetivos do escritório: quer organizar o comercial, integrar áreas, medir performance?
  • Estrutura da equipe: quantas pessoas usarão o sistema? Há equipe de marketing e vendas?
  • Processos existentes: o CRM precisa se adaptar ou vai redefinir a operação?
  • Necessidade de integração: o sistema deve conversar com outros softwares (jurídico, ERP, e-mail)?
  • Usabilidade: é intuitivo o suficiente para ser adotado sem resistência?
  • Orçamento disponível: ferramentas robustas têm custo proporcional. Vale avaliar o ROI.
  • Suporte técnico e treinamento: o fornecedor oferece apoio na implementação?

Implementação na prática: do plano à cultura

Adotar um CRM não é só instalar uma ferramenta. Exige mudança cultural. O primeiro passo é envolver a liderança e alinhar objetivos. Depois, mapear processos, treinar a equipe e definir métricas de sucesso (ex: taxa de conversão, tempo de ciclo, produtividade).

É comum iniciar com um módulo básico (cadastro de clientes e pipeline) e, com o tempo, avançar para automações, relatórios e integrações. A chave está no uso contínuo e estratégico — não na sofisticação inicial.

A LETS, por exemplo, já acompanhou escritórios que multiplicaram sua taxa de conversão com CRM simples e bem configurado. Outros, com soluções sofisticadas, travaram por falta de adesão interna. A ferramenta só funciona quando está a serviço da estratégia.

CRM é sobre pessoas, não sobre sistema

A principal vantagem do CRM não está no software. Está na possibilidade de transformar a relação com seus clientes, oferecendo um atendimento mais ágil, mais personalizado e mais próximo — sem perder escala, controle ou inteligência.

No fim das contas, o CRM é um investimento em relacionamento. E no mercado jurídico, relacionamento é ativo estratégico. Se o seu escritório busca crescer, melhorar sua experiência de atendimento e tomar decisões com base em dados, a resposta à pergunta que abre este conteúdo é clara: sim, você precisa de um CRM.

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Anúncio em TV no LinkedinAds

O LinkedIn quer ocupar o seu sofá

O que o novo formato de anúncio em TV conectada revela sobre o futuro do marketing B2B — e como isso afeta escritórios de advocacia e empresas jurídicas

Por Juliano Trevisan

A divisão entre consumo de mídia e ambiente de negócios está prestes a desaparecer. Com o lançamento do formato de anúncios em TVs conectadas (CTV), o LinkedIn deixa claro que não pretende mais ser apenas uma plataforma de networking corporativo. Ele quer disputar a atenção do público onde ela de fato está: nas telas grandes da sala de estar.

A partir de agora — e em breve também no Brasil — será possível impactar executivos e tomadores de decisão com campanhas da sua marca jurídica diretamente na televisão, durante séries, documentários e conteúdos premium assistidos em plataformas como Roku, Paramount+ e Samsung TV.

Sim, o LinkedIn Ads chegou à TV. E isso muda tudo.

LinkedIn Ads: um território estratégico para marcas B2B

Muitas empresas ainda subestimam o LinkedIn como ferramenta de mídia. Mas a verdade é que a plataforma se consolidou como o principal canal de publicidade digital voltado ao mercado B2B.

Se você trabalha com serviços especializados, como advocacia empresarial, tecnologia jurídica ou consultorias para corporações, o LinkedIn permite segmentações valiosas: cargo, senioridade, setor, localização, tempo de experiência, entre outras.

Não se trata de alcançar um público massivo. Trata-se de falar diretamente com quem decide.

Agora imagine fazer isso na TV.

O que muda com a chegada do LinkedIn Ads à TV conectada

A novidade está nos anúncios de vídeo exibidos fora da própria plataforma do LinkedIn. Chamados de Connected TV Ads, esses conteúdos são inseridos em serviços de streaming parceiros da Microsoft, como Roku, Paramount+ e Samsung Ads. A expansão para outros canais está em andamento.

Os vídeos são veiculados com foco exclusivo em campanhas de conhecimento de marca (Brand Awareness) e comprados pelo modelo de CPM (Custo por Mil Impressões).

Para escritórios de advocacia e marcas jurídicas que queiram se consolidar como autoridade, essa é uma oportunidade com potencial inexplorado.

A TV como canal de influência silenciosa

Por que isso é relevante para o marketing jurídico? Porque os canais tradicionais de aquisição — como redes sociais, email marketing e conteúdo orgânico — têm limitações. O LinkedIn na TV amplia o alcance para ambientes que não dependem da atenção ativa do usuário.

Executivos assistindo a um documentário sobre o mercado financeiro podem ser impactados por uma campanha de um escritório especializado em Direito Tributário. Profissionais de tecnologia, ao verem uma série sobre inovação, podem conhecer um escritório focado em LGPD e compliance digital.

É uma forma de influência silenciosa, que reforça marca, posicionamento e autoridade sem depender do clique imediato.

A segmentação ainda é o trunfo

Mesmo com o conteúdo sendo exibido fora do feed, a segmentação continua sendo baseada no perfil profissional do usuário — e é aí que mora a inovação. O LinkedIn conecta dados de perfil com o login do usuário no dispositivo, garantindo que sua campanha chegue a quem realmente importa.

Isso significa que o escritório pode escolher impactar apenas diretores jurídicos, gerentes de RH ou empresários de setores estratégicos, mesmo que o conteúdo esteja sendo consumido em um aplicativo de TV.

Você ainda acha que televisão é território só para grandes marcas de consumo?

Quanto custa anunciar?

Campanhas de CTV têm um custo médio de R$ 150 a R$ 300 por mil impressões. É mais caro do que outros canais, mas oferece um inventário premium e uma experiência de mídia de alto valor percebido.

Com um investimento inicial sugerido de R$ 1.500 por mês, já é possível testar formatos, entender a jornada do público e começar a gerar impacto de marca.

Para quem opera em mercados jurídicos altamente competitivos, o custo pode se justificar pelo diferencial estratégico: não é sobre quantidade, é sobre qualidade do impacto.

Estratégias recomendadas para escritórios jurídicos

Se a sua marca jurídica quer usar o LinkedIn Ads na TV, aqui vão algumas recomendações práticas:

  • Invista em vídeos institucionais que reforcem o seu posicionamento e diferenciais;

  • Use a linguagem visual da sua marca para transmitir autoridade, confiança e sofisticação;

  • Direcione a campanha para áreas sensíveis, como Direito Empresarial, Regulação, Proteção de Dados, Societário ou Trabalhista Estratégico;

  • Pense em complementar a presença na TV com reforço no feed do LinkedIn — o caminho reverso também funciona;

  • Estabeleça um fluxo de análise via Google Analytics, Search Console e os próprios insights da plataforma.

E se você não estiver pronto para a TV?

Tudo bem. Mas a pergunta que fica é: quando você estará?

A tendência da convergência entre plataformas digitais e ambientes de mídia mais tradicionais é irreversível. O LinkedIn está antecipando o futuro da publicidade B2B — e quem chegar antes, vai colher mais.

O que essa funcionalidade diz sobre o seu escritório ou sua empresa? Que você precisa:

  • Tratar sua marca como ativo estratégico;

  • Acompanhar as mudanças de comportamento do público;

  • Explorar novos canais com ousadia e foco.

Se o seu conteúdo não está onde seu público está relaxando e se informando, então ele está falando sozinho.

O que mais esperar?

Além das integrações já confirmadas, rumores indicam que o LinkedIn poderá estender a veiculação para plataformas como Disney+, Hulu, Fox Sports, ESPN e outras. A Microsoft ainda não confirmou oficialmente, mas os testes estão em andamento.

A boa notícia é que, segundo apuração da própria equipe da LETS, a funcionalidade estará disponível em breve no Brasil, o que abre caminho para empresas jurídicas locais utilizarem o canal com inteligência e estratégia.

Sua marca está preparada?

O marketing jurídico vive um momento único. O que antes era discreto, quase invisível, agora precisa ser forte, coerente e adaptável.

A chegada dos anúncios do LinkedIn na TV não é apenas uma funcionalidade nova. É um alerta. É hora de olhar para as estratégias de comunicação com uma mentalidade de mídia, e não apenas de produção de conteúdo.

Você está disposto a ser lembrado ou vai continuar sendo apenas mais um feed que passa despercebido?

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Sobre a LETS

Atuando no mercado desde 2018, a LETS Marketing é uma consultoria de Marketing Jurídico completa. Composta por profissionais experientes, o nosso foco é a transformação dos escritórios de advocacia, pois temos o objetivo de crescer junto com os nossos clientes. Nossos trabalhos são voltados para uma comunicação efetiva com o público-alvo dos milhares de advogados e advogadas que já atendemos dentro e fora do Brasil, otimizando processos e estabelecendo relacionamentos fortes e de longo prazo.

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