No campo do marketing jurídico, esse é um dos maiores anseios dos gestores de escritórios de advocacia.
Afinal, ainda hoje, existe um grande consenso de que a imprensa é o canal mais efetivo para ativar dois grandes motores para o alcance de marca – audiência, em volume e qualidade, e conteúdo publicado por um agente neutro, como prova social para gerar confiança em stakeholders.
A resposta para esse anseio evolui de tempos em tempos.
Agora, no segundo semestre de 2026, achamos bacana compartilhar nossas recomendações contemporâneas:
Os jornalistas têm reclamado que, muitas vezes, recebem respostas assinadas por especialistas, mas que na verdade foram argumentadas por uma inteligência artificial. O advogado que quer gerar uma boa impressão no jornalista e ser escolhido como fonte recorrente precisa evitar essa prática. É possível identificar o conteúdo de IA. Além disso, a imprensa tem por convicção, princípio e estratégia de negócio manter a redação feita por pessoas. Se o Jornalismo for pautado pela IA, caminhará para seu fim.
Além das redes sociais, a IA também disputa a atenção e o tempo de engajamento dos leitores de jornal. Mas somente acompanhando o noticiário em veículos relevantes, contudo, o advogado pode absorver de forma efetiva o modus operandi da imprensa, incluindo conceitos como interesse do leitor, abrangência, objetividade (como o oposto da subjetividade), factualidade, atualidade e as técnicas de comunicação que a imprensa preza em cada gênero jornalístico – notícia, artigo, reportagem e entrevista.
Em um mundo no qual é tão fácil conectar-se com pessoas, o relacionamento continua sendo o fator chave para garantir a atenção do jornalista. Essa é uma ponte que precisa ser construída, contudo, com profundidade e exclusividade. Ou seja, compartilhando análises profundas com jornalistas e, sempre que possível, de forma que sejam exclusivas. Estudos feitos pelos escritórios de advocacia, pesquisas, artigos ainda não publicados são ferramentas que ajudam nesse sentido. Na prática de relações com a imprensa, a superficialidade é o caminho do flop.
Ver o nome da jornalista que assina uma reportagem interessante no Valor Econômico e, depois, enviar uma mensagem para ela no LinkedIN, oferecendo-se como especialista, pode ser um erro. Apesar das transformações que temos vivido, jornalistas ainda são acessados por um número muito grande de pessoas tentando conquistar um pouco de atenção. Sem profundidade e exclusividade, a abordagem proativa pode ser infrutífera.
Gostaria de conhecer nossa consultoria e os serviços de marketing para advogados? Propomos uma breve reunião. Nossa metodologia é diferente.
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